Vídeos

Sweetie Belle surpreende a mãe ao falar sobre carne

Já ouviu falar de uma frase na bíblia que diz: “não matarás”? Quando alguém afirma que essa frase vale apenas para humanos, está também afirmando que a bíblia discrimina. Existem várias tipos de discriminações e preconceitos. Racismo, homofobia e especismo, que é exatamente o que desrespeita as espécies. Não adianta nada alguém falar que é contra o racismo, mas ser homofóbico, da mesma forma como não adianta nada afirmar que é contra racismo e homofobia e fechar os olhos para a matança de animais, se tornando um especista. Ou alguém é contra todo tipo de discriminação, ou o preconceito vai continuar dentro dela do mesmo jeito. Você pode até alegar que os animais irracionais não se comparam com humanos. Mas eu te faço uma pergunta: de acordo com o IBGE, somente em 2015 pouco mais de 5 bilhões de animais foram mortos para consumo de carne só aqui no Brasil. Cinco bilhões! Você acredita mesmo que essa quantidade de vidas vale menos do que uma única vida humana? Acha mesmo que para Deus existe essa distinção? Porque se a sua resposta for afirmativa, então implicitamente você está afirmando que o amor de Deus é totalmente condicional.  Os vegetarianos e principalmente veganos aprenderam a respeitar até a mais primitivas das espécies e isso, consequentemente, os tornaram capazes de enxergar sentimentos de uma maneira muito mais ampla, diferente daqueles que enxergam sentimentos de forma seletiva, tornando o seu amor limitado, e consequentemente, sua capacidade de fazer o bem, acaba sendo limitada também. Um exemplo foi o que aconteceu nas filmagens de um longa metragem chamado quatro vidas, onde um cachorro quase foi afogado. Esse fato foi duramente criticado em redes sociais e os produtores do filme até ameaçados. Mas lembra das cinco bilhões de vidas animais? Nos poucos minutos em que você viu esse vídeo, quantos animais já não foram abatidos? E ninguém, absolutamente ninguém, fala sobre isso. Uma contradição que apenas exemplifica o que eu disse sobre a capacidade limitada de fazer o bem. Agora, se o seu argumento é que o homem consome carne desde os primórdios de sua origem, e usa isso como desculpa para fechar os olhos, deveria tentar imaginar um anjo ou Deus consumindo carne. Se você quer atingir um grau evolutivo maior, certamente não vai conseguir isso negando a própria evolução com desculpas como essa e colocando em xeque a sua própria racionalidade, porque fechar os olhos, de fato, é realmente muito mais fácil e cômodo do que sacrificar seus princípios por um bem maior. É claro que ninguém nasce vegetariano ou vegano, todos nós nascemos e coexistimos em uma cultura onde consumir carne é normal. O que faz a diferença de um para o outro é exatamente a capacidade de tomar consciência de que isso não está certo e mudar seus hábitos alimentares. Quando você faz isso, você aguça os sentimentos de amor e respeito e principalmente a sua capacidade evolutiva.  Se você quer evoluir, transcender para algo superior, não tem lógica alguma simplesmente fechar seus olhos e fingir que isso não é problema seu, porque se você consome carne, quer goste ou não, é problema seu sim. Se você quer um mundo justo, onde a bondade, o respeito e a igualdade prevaleçam, não é investindo em morte de animais inocentes que você vai conseguir. Pense nisso, mas nunca procure fazer o certo por medo de sofrer uma punição ou esperando recompensas. Faça de coração, caso contrário seu amor, seu espírito, será limitado e tudo que é limitado, um dia acaba.

Anúncios
Fanfic, Fanfics nacionais

Apenas mais uma noite de natal

mlp

 

Autor: Toaster

SINOPSE: Por toda Equestria o Natal de espalha. Crianças de diversas classes sociais se juntam na noite natalina.

***

Mais uma das maravilhosas noite de Natal em toda a Equestria, pequenas e piscantes luzes haviam sido colocadas nos mais altos postes de luz por toda a parte.

Casais em Cloudsdale voavam pela mais belas nuvens.

Pequenos unicórnios corriam e brincavam alegremente, sem se importar com suas classes sociais, pois na noite de Natal, é tempo de união.

Mas, infelizmente, nossa história não se passa com os brilhantes unicórnios, ou os maravilhosos pegasus.

Chegando em Ponnyville, podia-se notar que a neve caía com uma grande leveza, podia-se ver pequenos potros abraçados com suas mães andando pelas iluminadas e aprimoradas ruas da pequena cidade.

Em meio aos potros, podia-se ver Scootaloo correndo, Appleblom a acompanhava, as duas estavam se dirigindo à casa de Sweetie Belle para a convidarem para uma grande festa de natal.

Andando pelas ruas iluminadas, as duas perceberam que, quanto mais perto da boutique caurrossel onde morava Sweetie Belle com sua irmã aproximava, mais escuro ficava.

Apleebloom tomou coragem e foi primeiro, bateu na Porta.

Ela bateu mais uma vez, mas achou que não havia ninguém em casa, então, foi até janela, que estava quebrada, e pulou dizendo para Scootaloo:

– Vem logo! Precisamos saber oque aconteceu com a Sweetie Belle.-Scootaloo assentiu com a cabeça e seguiu Applebloom pela boutique.

De repente, um choro podia ser ouvido do quarto de Sweetie Belle. As duas não perderam tempo e correram para ver se a amiga estava bem.

Logo encontraram Sweetie Belle chorando, desabada na cama, e então perguntaram o que aconteceu. Sweetie Belle disse que:

– Olha meninas, eu sei que é algo difícil, e foi uma decisão difícil para mim mesma. Eu.. Vou sair da cidade.

As duas potras se entreolham e perguntaram o porquê.

– Rarity. Ela disse que eu dou trabalho,  hoje mesmo ela foi a uma convenção para estilistas em Canterlot.

As duas amigas somente a abraçaram e perguntaram sobre uma festa que estão para dar.

Sweetie Bellle assentia com a cabeça.

-Será a minha despedida então.- ela dá um pequeno sorriso e as três saíram andando por Ponnyville.

-Você acha que a Rarity vai voltar?-Sussura Applelooom para Scootaloo.

-Talvez sim, talvez não.-Responde Scootaloo.

Todas param ouvindo a voz de Rarity atrás delas, Rarity se aproxima de Applebloom e Sussura em lágrimas:

-Me desculpe, Sweetie Belle, por favor me perdoe por deixar o seu natal tão triste assim! Não vou mais mudar para Canterlot só pra deixar você triste.-Rarity neste ponto estava abraçada com a irmã menor, que estava enxugando suas lágrimas.

-Está tudo bem Rarity, eu te desculpo.-Respondeu Sweetie Belle.

-Acho melhor deixarmos as duas juntas agora.-Disse Applebloom para Scootaloo.

Scootaloo assentiu com a cabeça, e então as duas se dirigiram para a festa que fora dada pela família Apple.

Sweetie Belle ao voltar para casa sussurra bem baixinho:

-Obrigada.

As duas irmãs então ascenderam as luzes natalinas e deitaram em frente à lareira, descansando e esquecendo as coisas ruins que aconteceram.

Fanfic, Fanfics estrangeiras

Um conto de natal

Christmas-rarity-sisters-sn

Autor: Gobraveheart

Gênero: Slice of Life

Tradução: Drason

SINOPSE: Rarity decide levar Sweetie Belle a Canterlot para comprar qualquer presente de natal que ela quisesse. Depois de conhecer um pônei em especial, Sweetie Belle finalmente faz a sua escolha.

***

Logo de manhã havia uma pequena e agradável brisa por toda Canterlot, mesmo em meio à neve que caía em pequenos flocos. As calçadas estavam cobertas de gelo, mas ainda era possível caminhar com um ou outro escorregão. Por todos os lados havia uma cobertura de neve, mas os pôneis andavam e conversavam como se não fosse nada. As lojas ainda estavam abertas, especialmente o Shopping Canterlot. Em plena véspera de natal, os pôneis gastavam seus bits para amigos e familiares, assim como uma jovem unicórnio que passeava com sua irmã mais velha.

O trem que veio de Ponyville se atracou na estação ferroviária, onde pôneis atrás de pôneis saiam rapidamente correndo para seus entes queridos. Os últimos a saírem foram duas irmâs: Rarity e Sweetie Belle. A unicórnio mais velha estava vestindo um cachecol azul escuro para combinar com seus olhos, assim como Sweetie Belle que fazia o mesmo, usando um na cor verde. Embora ela imaginasse que uma marca especial seria um ótimo presente de natal, algo que tentou sem sucesso obter o ano todo, ela procurava não pensar sobre isso naquela ocasião. Apenas queria aproveitar o passeio à Canterlot com sua irmã, que era o suficiente para trazer um sorriso em seu rosto.

“Uau Rarity!” disse Sweetie Belle, incapaz de conter sua emoção. “Olhe para todas essas luzes, as árvores decoradas, e os bastões de doces gigantes, são tão bonitos!”

Rarity sorri para sua irmã. “Claro, querida.” Ela responde enquanto ajeita o cachecol de sua irmã mais nova. “Está frio aqui fora, mas isso não vai nos impedir de fazer compras, não é?” Sweetie Belle sorriu amplamente, deixando Rarity contente por sua irmã estar passando o tempo com ela. “Esse é o espírito! Agora, onde você quer ir primeiro? Loja de vestidos? Brinquedos? Qualquer coisa que você quiser.”

Sweetie Belle rolou os olhos. “Brinquedo? Hmmm, não, os que tenho já são bons. Eu quero ir…” Ao longe, ela observa uma pequena loja de música, onde havia na vitrine um objeto de metal atraindo seus interesses. “Eu quero ir lá!” Sem aviso, ela corre até a loja.

“Sweetie Belle, espere!” Responde Rarity, tentando manter-se com sua irmã. “Eu e minha generosidade.” Ela trotava rapidamente atrás de sua irmã mais nova, que estava muito concentrada observando a vitrine. “Você é muito rápida Sweetie, assim eu não consigo te acompanhar.”

Rarity notou que Sweetie Belle observava em transe um microfone. “Foi isso que te chamou atenção, um simples microfone?”

O termo “simples” foi suficiente para trazer Sweetie Belle de volta ao foco. “Simples? Rarity, este não é um microfone qualquer! É um modelo que consegue transmitir o som a mais de cem metros de distância! Posso ficar com ele por favor?”

Rarity olhou melhor para o microfone, parecia ser bem anatômico e seu acabamento não deixava dúvidas de que era feito com material de alta qualidade. Rarity estava prestes a dizer sim, até ver o preço dele. “Trezentos bits? Isso é muito…”

Rarity olhou para sua irmã. Os olhos de Sweetie Belle estavam alargados a ponto de Rarity ver seu próprio reflexo neles, e a passagem da neve transmitia um olhar extra de tristeza. Porém, Rarity conhecia esse truque melhor do que sua irmã, e mesmo que não quisesse decepcioná-la, chegou a uma conclusão.

“Ok Sweetie, tenho uma ideia. Que tal olharmos as outras lojas da cidade para ver se encontramos outras coisas que você goste? Porque se eu comprar esse microfone, só vai sobrar dinheiro para almoçarmos e depois voltar a Ponyville.”

“Hmm… tem certeza que você vai comprar o microfone se não encontrarmos nada que eu goste?” Perguntou Sweetie Belle, questionando sua irmã.

“Sim, é uma promessa.”

“Tudo bem então!”

Rarity e Sweetie Belle caminhavam por todas as lojas, passando por brinquedos, roupas, e ainda assim aquele microfone estava na preferência da unicórnio jovem. Rarity finalmente desistiu, e decidiu levar Sweetie Belle à loja de antes para buscar seu presente de natal.

No caminho para a loja de música, Sweetie Belle dizia coisas como “Obrigada Rarity! Eu adoro música! Talvez assim eu consiga descobrir a minha marca especial!” Rarity estava feliz por sua irmã, embora seu plano fosse comprar mais de um presente para ela, o que foi frustrado com o preço do microfone.

À medida em que se aproximavam da porta da loja, Sweetie Belle ouviu um barulho tinindo próximo dela. Ela olhou ao redor, até que viu um senhor, cuja pele era na cor vermelha e a crina e calda faziam contraste nas cores branca e cinza, ele estava acenando com um copo velho. De onde ela estava, dava para ver que seus olhos pareciam tristes. Ele estava chorando? Ela perguntou para si mesma.

“Rarity?” Disse Sweetie Belle, sem tirar os olhos daquele senhor. “Por que ele parece tão triste?”

Rarity se virou para observar o pônei de quem sua irmã estava falando. Ela sentiu uma dor aguda no coração. “Oh, ele… fique aqui, querida, eu vou…” Antes que pudesse terminar, Sweetie Belle já estava na frente dele. Rarity tentou ir atrás dela, mas o trânsito de pôneis nas ruas bloqueavam sua visão. Ela ainda gritou o nome de sua irmã, mas o barulho era alto demais ao redor dela.

Agora que Sweetie Belle estava mais próxima daquele senhor, podia observá-lo melhor em todos os detalhes. Era um pônei terrestre, que não estava usando nada além de um gorro velho. Sua pele estava suja e a crina bagunçada. A barba estava bem arrumada, no entanto. Seus olhos, na cor verde pinheiro, juntamente com olheiras, expunham sua tristeza, fazendo Sweetie Belle olhar para ele com pena. Ele ainda acenava ao redor com o copo velho, sem nem mesmo prestar atenção na jovem unicórnio branca.

“Senhor? Por que parece tão triste?” Sweetie Belle perguntou inocentemente. O pônei olhou para ela, mantendo a mesma expressão.

“Porque estou com frio.” Ele apontou para o próprio peito com o copo. “Por isso estou triste.”

“Mas é véspera de natal.” Disse Sweetie Belle, inclinando a cabeça. “Todo pônei está feliz, viu?”

“Tem certeza?” Ele perguntou. Seu tom de voz era profundo, mas não zangado. Mesmo que não agisse daquela forma por mal, no fundo era possível sentir sua frustração.

“Claro, eu tenho certeza.” Disse Sweetie Belle. Ela se virou para ver os rostos sorridentes dos pôneis que passavam. “Está vendo?”

“Eu vejo o que você não consegue.” Ele disse. “Observe atentamente, Sweetie Belle.”

A jovem unicórnio não entendia do que ele estava falando, até ela ver um pônei com uma expressão muito parecida com o dele. E outra, e outra. Agora Sweetie Belle percebeu quantos pôneis pareciam tristes.

A unicórnio tinha muitas perguntas passando em sua mente. Por que tantos pôneis tristes? Como aquele senhor sabia o nome dela? E o mais importante, por que os outros pônei não se ajudavam?

Sweetie Belle se virou para fazer as perguntas ao pônei vermelho, mas ele se foi, deixando para trás seu velho copo. Ela olhou em seu interior e encontrou dois bits e uma pequena nota. Então tirou do copo para ler em voz alta. “Se você tivesse um monte de bits, o que ou com quem você gastaria?”

“Sweetie Belle!” Ela se virou para a direção de onde vinha a voz de Rarity, que foi se aproximando dela ofegante. “Não vá sozinha assim!” Ela olhou ao redor, confusa. “Onde está aquele senhor?”

“Eu não sei. Há um minuto estava aqui do meu lado. Ele me disse para observar atentamente as pessoas.” Disse Sweetie Belle, olhando cada pônei passar por ela e Rarity.

“Oh, é uma pena, eu ia dar alguns bits para ele.” Disse Rarity, olhando ao redor. “Bem, que tal nós irmos buscar o microfone?”

Sweetie Belle não estava prestando atenção. Ela pensava sobre o significado daquela mensagem no copo. “Se você tivesse um monte de bits, o que ou com quem você gastaria?” Sweetie Belle pensava, até que chegou em uma decisão.

“Na verdade Rarity, eu tenho uma ideia melhor. “Ela colocou o copo na bolsa que estava carregando, e galopou rapidamente até a loja de roupas mais próxima.

Rarity estava confusa do porquê de sua irmã correr até uma loja de roupas. Então olhou ao redor, e logo suspeitou do que se tratava. Não foi difícil deduzir o que ela queria, não que Rarity concordasse totalmente com isso, mas ela prometeu dar qualquer presente para Sweetie Belle. Sorrindo para a generosidade de sua irmã, Rarity a seguiu até a loja.

“Isso tudo sairá por trezentos bits.” A vendedora disse. Usando sua mágica, Rarity pegou todas as bolsas ao redor dela, com Sweetie Belle levando as menores. Com seu casco, Rarity deu todo o dinheiro ao caixa. “Tenham um bom natal vocês duas!”

Elas trotaram para fora, logo sendo atingidas pelo frio intenso, e rapidamente observando os pôneis que sofriam com as baixas temperaturas. Sweetie Belle olhou para Rarity, que estava tentando descobrir para qual pônei ir primeiro. “Eu vou levar para o lado direito, e você para o esquerdo! Pronto Rarity?”

Ela assentiu com a cabeça. “Esta é uma boa ação que você está fazendo, Sweetie Belle.”

Elas trotaram uma para longe da outra, e a primeira pônei estava sentada perto de uma fonte. Sweetie Belle correu até ela que estava tentando se manter aquecida, encolhida em seus cascos. Quando percebeu Sweetie Belle, a jovem unicórnio já estava tirando alguma roupas quentes da sacola.

“Feliz natal!” Disse Sweetie Belle.

“Você… comprou para mim?” A pônei disse. Quando Sweetie Belle assentiu, ela agradeceu emocionada. “Muito obrigada! Você não tem ideia do quanto isso significa para mim!”

“Tudo bem!” Disse Sweetie Belle, a abraçando. “Por favor, vá encontrar outros pôneis que precisam de calor!”

“Certo, muito obrigada!” a pônei correu em direção de um grupo. Assim que Sweetie Belle percebeu eles olhando para ela, todos sorriram, trotando lentamente até a jovem unicórnio.

“Você está distribuindo agasalhos?” Um deles perguntou. Sweetie Belle acenou, e disse que sua irmã estava fazendo o mesmo não muito longe dela. Os pôneis olharam uns para os outros com alegria, agradecendo a Sweetie Belle.

“É a coisa certa a fazer.” Disse Sweetie Belle.

“Você fez uma coisa muito boa hoje Sweetie Belle, fez um monte de pôneis felizes, e estou orgulhosa de você.” Disse Rarity enquanto abria a porta, deixando sua irmã mais nova entrar primeiro. “Elas deixaram Canterlot após doar todas as roupas que compraram, e estavam felizes pelos pônei terem algo no dia de natal. Elas chegaram a Ponyville no final da tarde, onde a lua da Princesa Luna já estava sendo erguida.

“Sim, eu me senti bem vendo eles sorrirem.” Disse Sweetie Belle, tirando suas roupas de inverno. Ela ficou um pouco triste, percebendo que não conseguiu o que queria. “Pena que não consegui o microfone.”

“Eu sei querida, mas ser generoso às vezes requer um pouco de sacrifício. “Disse Rarity consolando a irmã. “Às vezes você tem que dar um pouco para conseguir um pouco.”

“Mas nesse caso demos muito, né?” Disse Sweetie Belle rindo. “Está tudo bem Rarity, estou feliz que aqueles pôneis tenham algo no natal, não só pelos presentes, mas em seus corações também.”

“Isso é maravilhoso, Sweetie.” Disse Rarity, dando-lhe um abraço. “Não se preocupe, eu compro o microfone no seu aniversário, você mais do que merece”

“Tudo bem!” Disse Sweetie Belle, sorrindo. A jovem unicórnio decidiu ir até o seu quarto descansar um pouco depois do banho.

Ela começou a fechar os olhos, caindo no sono. Logo ela foi interrompida por um barulho vindo do lado de fora. Ela reconheceu o som sem problemas, e rapidamente vestiu suas roupas de inverno e correu para fora. As decorações em torno de Ponyville forneciam luz suficiente para Sweetie Belle enxergar, e à direita, embaixo de um poste decorado estava o pônei vermelho sorrindo, com o seu velho copo.

Sweetie Belle podia jurar que ela deixou aquele copo em sua bolsa, mas não se importou muito enquanto corria até o pônei. “Olá senhor! Você está melhor?”

O pônei vermelho olhou para Sweetie Belle com um grande sorriso. “Estou sim, Sweetie Belle. Vejo que você conseguiu o que queria para o natal?”

“Bem, não exatamente, mas eu dei um monte de roupas para pôneis que estavam passando frio!” Sweetie Belle disse contente. Ela caminhou para mais perto do pônei vermelho e o abraçou. “Obrigada por me deixar saber o que é certo, senhor.”

O pônei a abraçou de volta. “Eu? Não, essa escolha foi sua, Sweetie Belle. É sempre bom saber que os jovens cuidam uns dos outros.” O pônei se virou e começou a se afastar.

“Espere! Aonde você vai?” Perguntou Sweetie Belle, o interrompendo. Ele se virou sorrindo.

“Eu tenho que visitar outras crianças. Afinal é natal. Tenha um feliz ano novo, Sweetie Belle.”

De repente, o pônei vermelho ficou envolto por uma luz brilhante, e desapareceu entre a neve. Sweetie Belle não conseguia entender o que viu: como ele sabia seu nome, e como podia usar magia? Ele era um pônei terrestre!

Seja quem fosse, Sweetie Belle agradeceu de qualquer forma. Ela sorriu e correu para dentro de casa, fechando a porta. Foi quando ouviu Rarity gritar de alegria.

“Sweetie Belle! Olhe nossa sala de estar!” Quando a jovem unicórnio correu até lá, viu que estava toda decorada, uma árvore de natal com luzes coloridas e…

“Presentes?!” Ambas falaram ao mesmo tempo. Rarity disse que não poderia abri-los até à meia noite, então teriam que esperar.

“Onde você comprou, Rarity?” Perguntou Sweetie Belle, incrédula.

“Não comprei, gastei todos os bits com as roupas.” Disse Rarity.

“Então… quem foi?”

“Elas decidiram não pensar sobre isso, e foram jantar. Elas se divertiram uma com a outra, rindo, bebendo chocolate quente com pequenos marshmelows neles. Com ou sem presentes, elas estavam felizes.

No momento em que soou meia noite, Sweetie Belle não podia conter sua emoção por mais tempo. Elas desceu as escadas em silêncio e pegou o primeiro presente. Ela estava prestes a rasgar o embrulho, até que leu de quem era:

PARA: SWEETIE BELLE

DE: ??????

FELIZ NATAL, PEQUENINA.

“Mas de quem será?” Sweetie Belle perguntou, confusa.

Ela não queria se debruçar sobre o remetente misterioso, e decidiu abrir seu presente. Quando tirou todo o embrulho, ficou sem palavras.

“Não.. acredito! O microfone que eu queria!” Ela disse, sussurrando em voz alta. Então ouviu um tipo diferente de barulho, como se fossem sinos. Ela foi até a janela mais próxima e olhou para o céu noturno. Não tinha ideia que pônei era aquele no céu, voando com uma grande sacola vermelha. Mas uma coisa era certa, ela nunca se esquecerá das palavras que aquele pônei disse em meio à noite de natal.

“Ho! Ho! Ho! Feliz natal a todos!”

Fanfic, Fanfics nacionais

A dúvida de Sweetie Belle

Cheerilee escreveu um poema na lousa, e pediu para cada aluno interpretar com suas palavras o que havia entendido sobre ele. Após ler o texto, Sweetie Belle perguntou à professora o significado da palavra “amor”.

Cheerilee sentiu que a pequena unicórnio branca merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera. Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor.

Os pôneis saíram apressados e, ao voltarem, Cheerilee disse:

“Quero que cada um mostre o que trouxe consigo!”

A primeira pônei disse:

“Eu trouxe esta flor, não é linda?”

A segunda falou:

“Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção.”

A terceira completou:

“Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha?”

E assim os alunos foram falando.

Terminada a exposição a professora notou que Sweetie Belle tinha ficado quieta o tempo todo. Ela estava vermelha de vergonha, pois não havia trazido nada. Cheerilee se dirigiu a ela e perguntou:

“Porque você não trouxe nada?”

E Sweetie Belle, timidamente, respondeu:

“Desculpe, professora. Vi a flor e senti o seu perfume, pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo. Vi também a borboleta, leve, colorida! Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la. Vi também o passarinho caído entre as folhas, mas ao subir na árvore notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho. Portanto, professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe?”

Cheerilee agradeceu e lhe deu nota máxima, pois ela fora a única que percebera que só podemos trazer o amor no coração.