Fanfic, Fanfics nacionais

Pequenas ações, grandes resultados

Jamais subestime o poder de suas boas ações e gentilezas!

Um dia, quando eu era caloura na escola, vi uma garota caminhando para casa depois da aula.

Seu nome era Ditzy. Parecia que ela estava carregando todos os seus livros.

Eu pensava:

“Por que alguém iria levar para casa todos os seus livros numa Sexta-Feira? Ela deve ser bem estudiosa!”

O meu final de semana estava planejado (ir com as amigas ao Shopping de Canterlot), então dava de ombros e seguia o meu caminho.

Conforme ia caminhando, vi um grupo de garotas correndo em direção de Ditzy.

Elas a atropelaram, arrancando todos os livros de seus braços, empurrando-a de forma que ela caísse no chão.

Seus óculos voaram e eu os vi aterrissarem na grama há alguns metros de onde ela estava. Ditzy erguia o rosto e eu observava uma terrível tristeza em seus olhos.

Meu coração penalizou-se! Corri até a colega, enquanto ela engatinhava procurando por seus óculos.

Pude ver uma lágrima em seus olhos. Enquanto eu lhe entregava os óculos, disse: “Aquelas pôneis são umas idiotas! Elas realmente deviam arrumar algo pra fazer.” Ditzy olhava-me nos olhos e dizia: “Hey, obrigada!”

Havia um grande sorriso em seu rosto. Era um daqueles sorrisos que realmente mostravam gratidão. Eu a ajudei a apanhar seus livros e perguntei onde ela morava.

Por coincidência, ela morava perto da minha casa, mas não havíamos nos visto antes, porque ela freqüentava uma escola particular.

Conversamos por todo o caminho de volta para casa e eu carreguei seus livros. Ela se revelou uma garota bem legal.

Perguntei se ela queria ir no Shopping no Sábado comigo e minhas amigas. Ela disse que sim. Ficamos juntas todo o final de semana e quanto mais eu conhecia Ditzy, mais gostava dela.

Minhas amigas pensavam da mesma forma.

Chegava a Segunda-Feira e lá estava a Ditzy com aquela quantidade imensa de livros outra vez! Eu a parei e disse:

“Nossa garota, você vai ficar musculosa carregando essa pilha de livros assim todos os dias!’.

Ela simplesmente riu e me entregou metade dos livros. Nos quatro anos seguintes, Ditzy e eu nos tornamos mais amigas, mais unidas. Quando estávamos nos formando no segundo grau, começamos a pensar em Faculdade.

Nós duas fomos para a mesma Universidade, mas o campus do curso dela ficava em Cloudsdalle e o meu em Manehattan. Eu sabia que seríamos sempre amigas, que a distância nunca seria um problema. No dia da formatura, Ditzy foi eleita a oradora oficial. Eu a provocava o tempo todo sobre ela ser uma C.D.F.

Ela teve que preparar um discurso de formatura e eu estava super contente por não ser eu quem deveria subir lá no palanque para discursar.

No dia da Formatura, Ditzy estava ótima.

Parecia em forma, com as asas majestosas e mesmo possuindo olhos diferentes (ela tinha estrabismo), sua aparência estava incrível.

De criança que sofria bullying, ela se tornou uma das acadêmicas mais admiradas da faculdade.

Eu podia ver o quanto ela estava nervosa sobre o discurso. Então, dei-lhe um tapinha nas costas e disse: ‘Ei, garota, você vai se sair bem!’

Ela olhava para mim com aquele olhar de gratidão, sorria e dizia:

“Valeu!”

Quando ela subia no oratório, limpava a garganta e começava o discurso:

“A Formatura é uma época para agradecermos àqueles que nos ajudaram durante todos estes anos duros. Seus pais, professores, irmãos, talvez até um treinador, mas principalmente aos seus amigos. Eu estou aqui para lhes dizer que ser uma amiga ou amigo para alguém, significa sempre lhes desejar o bem, e esse é o melhor presente que vocês podem lhes dar. Vou contar-lhes uma história…”

Eu olhava para a minha amiga sem conseguir acreditar enquanto ela contava a história sobre o primeiro dia em que nos conhecemos. Ela havia planejado se matar naquele final de semana! Contava a todos como havia esvaziado seu armário na escola, para que sua mãe não tivesse o trabalho de fazer isso depois que ela morresse e por isso estava levando todos os seus livros para casa.

Ela olhava diretamente em meus olhos e dava um pequeno sorriso.

“Felizmente, minha amiga me salvou de fazer algo inominável!” Eu observava o nó na garganta de todos na plateia enquanto aquela pegasus admirada por todos e bonita contava sobre aquele seu momento de fraqueza.

Vi sua mãe e seu pai olhando para mim e sorrindo com a mesma gratidão.

Até aquele momento, eu jamais tive ideia da profundidade do sorriso que ela havia me dado naquele dia.

Nunca subestime o poder de suas ações. Com um pequeno gesto você pode mudar a vida de uma pessoa. Para melhor ou para pior.

Deus nos coloca na vida dos outros para que tenhamos um impacto, uns sobre o outro de alguma forma.

Fonte: http://www.refletirpararefletir.com.br
Fanfics nacionais

Perdoe

 

Era uma vez um rapaz que ia muito mal na escola. Sua notas e comportamento eram uma decepção para seus pais que sonhavam vê-lo formado e bem sucedido. Um belo dia, o bom pai lhe propôs um acordo: “se você, meu filho, mudar o comportamento, se dedicar aos estudos e conseguir ser aprovado no vestibular, lhe darei então um carro de presente”. Por causa do carro, o rapaz mudou da água para o vinho. Passou a estudar como nunca e a ter um comportamento exemplar. O pai estava feliz, mas tinha uma preocupação. Sabia que a mudança do rapaz não era fruto de uma transformação sincera, mas apenas do interesse em obter o automóvel. Isso era mau!
O rapaz seguia os estudos e aguardava o resultado de seus esforços. Assim, o grande dia chegou! Fora aprovado para o curso de Medicina. Como havia prometido, o pai convidou a família e os amigos para uma festa de comemoração. O rapaz tinha por certo que na festa o pai lhe daria o automóvel. Quando pediu a palavra, o pai elogiou o resultado obtido pelo filho e lhe passou às mãos uma caixa de presente. Acreditando que ali estavam as chaves do carro, o rapaz abriu emocionado o pacote. Para sua surpresa era um livro. O rapaz ficou visivelmente decepcionado e nada disse.
A partir daquele dia, o silêncio e distância separavam pai e filho. O jovem se sentia traído e, agora, lutava para ser independente. Deixou a casa dos pais e foi morar no Campus da Universidade. Raramente mandava notícias à família. O tempo passou, ele se formou, conseguiu um emprego em um bom hospital e se esqueceu completamente do pai. Todas as tentativas do pai para reatar os laços foram em vão.
Quando estava no último ano da faculdade, o rapaz, que nunca perdoara o pai, ao procurar em sua estante livros para o trabalho de conclusão de curso, achou aquele que o seu pai havia lhe dado, e do qual fez questão nem mesmo de abri-lo por todos esses anos. Ao abri-lo, encontrou uma carta e um cheque. A carta dizia: “Meu querido filho, sei o quanto você deseja ter um carro. Eu prometi e aqui está o cheque para que você escolha aquele que mais lhe agradar. No entanto, fiz questão de lhe dar um presente ainda melhor: A Bíblia Sagrada. Nela aprenderás o Amor a Deus e a fazer o bem, não pelo prazer da recompensa, mas pela gratidão e pelo dever de consciência”. Corroído de remorso, o filho caiu em profundo pranto. Como é triste a vida dos que não sabem perdoar. Isso leva a erros terríveis e até a um fim ainda pior. Antes que seja tarde, perdoe aquele a quem você pensa ter lhe feito mal. Talvez se olhar com cuidado, verá que há também um “cheque escondido” em todas as adversidades da vida.

Fonte: http://www.refletirpararefletir.com.br

Fanfics estrangeiras

Star Swirl explica o amor a peixe

starswirl
Ilustração: http://emyliahawke.deviantart.com

Amor é uma palavra que em nossa cultura quase perdeu seu sentido. Existe uma história muito interessante da Princesa Celestia. Ela passava por um jovem que estava claramente deliciando-se em um prato de peixe que comia próximo de um lago. Ela fez uma pergunta um tanto óbvia ao jovem, mas ainda assim com um claro sentido: “Por que você está comendo esse peixe?” E o jovem respondeu: “Porque eu amo peixe!” Celestia responde: “Ah, você ama o peixe e por isso o tirou da água, o matou e o ferveu. Não me diga que você ama o peixe. Você ama a si mesmo. E porque o peixe é gostoso na sua opinião, você o tirou da água, o matou e ferveu.” Por isso que muito do que chamam de “amor” é conhecido como “amor a peixe”. Por exemplo, um casal de jovens se apaixona, o que isso significa? Significa que o homem viu na mulher alguém que ele acreditou que poderia prover todas as suas necessidades emocionais e físicas, e ela sentiu que esse homem poderia fazer o mesmo por ela. Isso foi amor, mas ambos estão obviamente olhando para as próprias necessidades. Logo, não é amor pelo outro, e sim uma forma de amar a si mesmo através do outro. A outra pessoa se torna um veículo para a minha satisfação. Isso é amor a peixe. O amor verdadeiro nunca é sobre o que vou receber. Havia um professor de ética, que disse que as pessoas cometem um erro grave ao pensar que “você dá àqueles que você ama”. Mas a verdadeira resposta é “você ama aqueles a quem você dá.” E seu argumento é que se eu dou algo a você, eu me investi em você. E já que amor próprio é natural, todos amam a si mesmos, mas agora que parte de mim está em você, há uma parte de mim em você que eu amo. Então, o amor verdadeiro é um amor que dá, não que recebe.

Texto: Abrahan Twerski

Vídeos

Cenário animado com transição do dia para noite

A música de fundo é a famosa Marconi Union – Weightless (do inglês menos peso ou sem peso), que dizem reduzir até 65% do nível de stress e ansiedade se ouvido umas duas ou três vezes. Para uns funciona, para outros é só mais uma música estilo ambiente. Os autores afirmam que são as diferenças dos tons que auxiliam no processo de relaxamento. Pelo sim ou pelo não, nada melhor do que ouvir a música juntamente com um cenário em movimento ambientado em Equestria, simulando a transição de dia e noite. No meu caso que sou servidor do judiciário, qualquer música anti stress é bem vinda.. rsrs. Assista em tela cheia (Disponível em 1080p – full HD).

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A garotinha e o milagre

A garotinha e o milagre

Uma garotinha foi para o quarto e pegou um vidro de geléia que estava escondido no armário e derramou todas as moedas no chão.

Contou uma por uma, com muito cuidado, três vezes. O total precisava estar exatamente correto. Não havia chance para erros.

Colocando as moedas de volta no vidro e tampando-o bem, saiu pela porta dos fundos em direção à farmácia Rexall, cuja placa acima da porta tinha o rosto de um índio.

Esperou com paciência o farmacêutico lhe dirigir a palavra, mas ele estava ocupado demais. A garotinha ficava arrastando os pés para chamar atenção, mas nada. Pigarreava, fazendo o som mais enojante possível, mas não adiantava nada. Por fim tirou uma moeda do frasco e bateu com ela no vidro do balcão. E funcionou!

– O que você quer? – perguntou o farmacêutico irritado. – Estou conversando com o meu irmão de Manehattan que não vejo há anos -, explicou, sem esperar uma resposta.

– Bem, eu queria falar com o senhor sobre a minha irmã -, respondia a garotinha no mesmo tom irritado. – Ela está muito, muito doente mesmo, e eu queria comprar um milagre.

– Desculpe, não entendi. – disse o farmacêutico.

– O nome dela é Cloudchaser. Tem um caroço muito ruim crescendo dentro da cabeça dela e o meu pai disse que ela precisa de um milagre. Então eu queria saber quanto custa um milagre.

– Garotinha, aqui nós não vendemos milagres. Sinto muito, mas não posso ajudá-la. – Explicou o farmacêutico num tom mais compreensivo.

– Eu tenho dinheiro. Se não for suficiente vou buscar o resto. O senhor só precisa me dizer quanto custa.

O irmão do farmacêutico, um senhor bem aparentado, abaixou-se um pouco para perguntar à menininha de que tipo de milagre a irmã dela precisava.

– Não sei. Só sei que ela está muito doente e a minha mãe disse que ela precisa de uma operação, mas o meu pai não tem condições de pagar, então eu queria usar o meu dinheiro.

– Quanto você tem? – perguntou o senhor da cidade grande.

– Dois bits -, respondeu a garotinha bem baixinho. – E não tenho mais nada. Mas posso arranjar mais se for preciso.

– Mas que coincidência! – disse o senhor sorrindo. – Dois bits! O preço exato de um milagre para irmãzinhas!

Pegando o dinheiro com uma das mãos e segurando com a outra a mão da menininha, ele disse: – Mostre-me onde você mora, porque quero ver a sua irmã e conhecer os seus pais. Vamos ver se tenho o tipo de milagre que você precisa.

Aquele senhor elegante era o Dr. Carlton Armstrong, um neurocirurgião. A cirurgia foi feita sem custos para a família, e depois de pouco tempo a irmãzinha teve alta e voltou para casa.

Os pais estavam conversando alegremente sobre todos os acontecimentos que os levaram àquele ponto, quando a mãe dizia em voz baixa:

– Aquela operação foi um milagre. Quanto será que custaria?

A garotinha sorriu, pois sabia exatamente o preço: dois bits! (Mais a fé de uma criancinha).

Em nossas vidas, nunca sabemos quantos milagres precisaremos.

Um milagre não é o adiamento de uma lei natural, mas a operação de uma lei superior.

Autor: Homero Boechat

Fanfic, Fanfics nacionais

Uma lição sobre a vida

Uma lição de vida

Uma professora, diante da sua turma, sem dizer uma palavra pegou um cesto grande, mas vazio, e começou a enchê-lo com maçãs.

A seguir, perguntou aos estudantes se o cesto estava cheio. Todos estiveram de acordo em responder que “sim”.
A professora pegou então cinco caixas de fósforos e despejou todos os palitos dentro do cesto.
Os fósforos preencheram os espaços vazios entre as maçãs. A professora voltou a perguntar aos alunos se o cesto estava cheio, e eles voltaram a responder que “Sim”.

Após a resposta, a professora pegou uma caixa de areia e a derramou para dentro do cesto. Obviamente que a areia encheu todos os espaços vazios e a professora questionava novamente se o cesto estava cheio. Os alunos responderam-lhe com um “Sim” retumbante.

A professora em seguida derramou uma jarra de café ao conteúdo do cesto e preencheu todos os espaços vazios entre a areia.

Os estudantes riram nesta ocasião. Quando os risos terminaram, a professora comentou: “Quero que percebam que este frasco é a vida. As maçãs são as coisas importantes: a família, os filhos, a saúde, a alegria, os amigos, as coisas que os apaixonam. São coisas que mesmo que perdêssemos todo o resto, a nossa vida ainda estaria cheia.

Os fósforos são outras coisas importantes, como o trabalho, a casa, o carro, etc. A areia é todo o resto, as pequenas coisas.

“Se tivéssemos colocado primeiro a areia no cesto, não haveria espaço para os fósforos, nem para as maçãs. O mesmo ocorre com a vida. Se gastarmos todo o nosso tempo e energia com coisas pequenas, nunca teremos lugar para as coisas que realmente são importantes. Prestem atenção às coisas que realmente importam. Estabeleçam suas prioridades, e o resto é só areia.”

Um dos estudantes levantou o braço e perguntou: – Então e o que representa o café?
A professora sorriu e disse: “Ainda bem que perguntou isso! O café é só para mostrar que por mais ocupada que a nossa vida possa parecer, há sempre lugar para tomarmos um café com um amigo.”