Fanfics nacionais

O Projeto HitchBot

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Ilustração: http://mcsadat.deviantart.com

Era uma vez uma unicórnio chamada Lyra, ela tinha a pele esverdeada, e seu chifre e cabelos partilhavam da mesma tonalidade. Lyra tinha muita admiração por uma espécie alienígena conhecida como “humanos” e sempre pesquisava tudo a respeito deles. Porém, as informações sobre os terráqueos em seu mundo eram muito escassas, então certo dia, a fim de dirimir esse problema, resolveu usar sua magia para desenvolver um meio de abrir um portal para o mundo deles. Ao tomar conhecimento de seu plano, Princesa Celestia a advertiu que indo para a Terra, a unicórnio teria muitas decepções, e que até mesmo sua vida estaria em risco naquele planeta, pois muitos Terráqueos não partilhavam do mesmo amor que os Equestrianos, já que muitos deles possuíam um tipo de amor condicional, também conhecido como amor a peixe.

Lyra finalmente havia conseguido abrir o portal para o mundo dos humanos, e para provar que Celestia estava errada, criou o projeto “RITCHBOT”, um robô na forma humanoide que dependia da bondade humana para atravessar um país inteiro até chegar em seu destino. Para isso, os humanos deveriam ajuda-lo com carona e recarga de sua bateria. Além disso, o robô possuía inteligência artificial, e era capaz de conversar, responder perguntas e pedir ajuda. Em suma, o robô precisava do suporte de estranhos para chegar até seu destino.

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O robô passou pelo Canadá, Alemanha e Holanda sem maiores problemas, sempre sendo ajudado por pessoas solidárias. Nesse ponto, a unicórnio verde estava muito animada e confiante com o resultado previsto para o seu projeto, e decidiu que o quarto e último país para o robô atravessar seria os Estados Unidos. Nesse sentido, Lyra o deixou sozinho em uma rodovia americana, exatamente como havia feito nos outros países, onde o robô ficava parado pedindo carona.

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Dias depois, no entanto, o robô foi encontrado vandalizado..

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Ao tomar conhecimento desse fato, a decepção da qual Celestia tanto a advertia atormentava a unicornio verde, que estava muito triste e confusa, pois não conseguia entender como os humanos poderiam ser capazes de fazer isso com um robô tão simpático que sorria para todos.

Celestia consolava sua súdita com um caloroso abraço e explicava que a Terra é um mundo de espiação, é um local de aprendizado e evolução, onde muitos falham, mas muitos também adquirem êxito, como o próprio projeto de Lyra demonstrou.

Ainda, Celestia explicava que as ações dos humanos determinavam que tipo de espírito eles teriam. Por exemplo, um humano que passa a vida toda enganando os outros, sendo desonesto, se aproveitando das pessoas e chega na terceira idade acreditando que se deu bem, sem nunca ter sido punido pelos seus atos, tem uma consistência espiritual diferente daquele que passou a vida sendo exatamente o contrário.

Colocar ambos espíritos um do lado do outro iria deixar bem visível a diferença de qualidade entre os dois, como seria colocar um carro de marca autêntica ao lado de uma cópia barata “xing ling”… a diferença seria gritante na qualidade e durabilidade dos materiais. Ou seja, pura ilusão daquele que acredita não ter sofrido nenhum tipo de consequência com suas condutas malogradas.

Após a explicação de Celestia, Lyra passava a enxergar os humanos com outros olhos, mas isso não a impedia de continuar a admirá-los, pois em um mundo onde existe tanta coisa ruim, é realmente admirável existir pessoas capazes de não se deixarem corromper ou perder sua fé, porque esse, de fato, é o maior desafio de todos para se alcançar a excelência no amor, que só pode ser realizado por aqueles que não precisam de uma religião, mas simplesmente ser de Deus, que é exatamente de onde emana o amor incondicional.

Essa estória é baseada em um fato real. Para saber mais, veja a matéria abaixo:
http://veja.abril.com.br/tecnologia/hitchbot-o-robo-mochileiro-que-dependida-da-bondade-humana-terminou-sua-viagem-decapitado
Colunas

Como moldar a luz

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Ilustração: http://art-by-ling.deviantart.com

Não importa o que você fizer, faça-o com profunda percepção, pois então até mesmo as pequenas coisas se tornarão sagradas. Dessa forma, cozinhar ou limpar a casa serão sagrados, serão uma oração. Não importa o que você esteja fazendo, o que importa é COMO você o está fazendo. Você pode limpar o chão como um robô, como um dispositivo mecânico: é preciso limpar o chão, então você o limpa. Mas, se fizer isso de forma automática, estará deixando de ver algo de belo. Limpar o chão poderia ser uma grande experiência, mas você a terá perdido. O chão ficará limpo, mas algo que poderia ter acontecido dentro de você não aconteceu. Se você estivesse perceptivo, alerta, não apenas o chão, mas também você, teria sentido uma limpeza profunda.  Limpe o chão em estado de total percepção, iluminado pela percepção. Trabalhe ou sente-se ou ande, mas uma coisa precisa ser continuamente desenvolvida: faça com que um número cada vez maior de momentos em sua vida, sejam iluminados pela percepção. Deixe que a chama da percepção brilhe em cada momento, em cada ato. Atingir a iluminação será o efeito cumulativo disso. O efeito cumulativo, todos os momentos juntos, todas as pequenas luzes juntas, se tornarão uma grande fonte de luz.

Fanfic

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Sweetie-Belle

 

“Anjo de Luz, guardião da minha vida. Ilumina a minha alma, guarda-me dos males, orienta a minha inspiração, fortalece a minha sintonia com Deus e torna-me forte diante dos percalços. Lembra-me todos os dias de não julgar, nem ferir. Tinge a minha mente de amor e harmonia para que eu possa tornar o mundo melhor, agora e para todo o sempre. Amém.”

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A lei do caminhão de lixo

A lei do caminhão de lixo

Um dia peguei um táxi para o aeroporto. Estávamos rodando na faixa certa, quando de repente um carro preto saiu do nada do estacionamento bem na nossa frente. O taxista pisou no freio bruscamente, deslizou e por pouco escapou de bater em outro carro, foi por um triz!

O motorista do outro carro que quase causou o acidente sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós, nervosamente. Mas o taxista apenas sorriu e acenou para ele, fazendo um sinal de positivo de maneira bastante amigável.

Surpreso, lhe perguntei: Porque você fez isto? Este cara quase arruinou o seu carro! O motorista do táxi me ensinou o que eu agora chamo de “A Lei do Caminhão de Lixo.” Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo. -Andam por aí carregadas de lixo, cheias de frustrações, cheias de raiva, traumas e desapontamento. – À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente. Nunca tome isso como pessoal. Isto não é problema seu, é dele. Apenas sorria, acene, deseje-lhes sempre o bem, e vá em frente. Não pegue o lixo de tais pessoas e nem o espalhe sobre outras pessoas no trabalho, EM CASA, ou nas ruas. Fique tranquilo… respire E DEIXE O LIXEIRO PASSAR. O princípio disso é: Pessoas felizes não deixam os caminhões de lixo estragarem o seu dia. A vida é muito curta, não leve lixo com você! Limpe os sentimentos ruins, aborrecimentos do trabalho, picuinhas pessoais, ódio e frustrações. Ame as pessoas que te tratam bem. E trate bem as que não o fazem.

Fanfics estrangeiras

Como despertar a magia

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Ilustração: http://boneswolbach.deviantart.com

Autor: Joseph Saltourn

Certo dia um grupo de unicórnios perguntou para a Princesa Twilight Sparkle qual seria o caminho para revelarem a magia interior que cada um possuía.

A resposta pegou a todos de surpresa. Para ajudá-los a compreenderem, a alicornio roxo deu um pequeno exemplo relativo ao propósito da existência da vida de cada um e o caminho para revelarem:

“Imaginem a seguinte cena,” ela disse. “Sobre a mesa de um escritório estão 100.000,00 em dinheiro vivo.”

“Cenário 1: Um pônei passa e vê o dinheiro. Ele verifica se há alguém por perto. Então embolsa o dinheiro e escapa como um bandido.”

“Cenário 2: Um pônei passa e vê o dinheiro. Ele começa a tremer, cheio de medo ante a perspectiva até de tocar no dinheiro, o qual ele deseja, mas tem medo de ser pego. Deixa o dinheiro onde está e corre do local como um coelho assustado.”

“Cenário 3: Um pônei passa e vê o dinheiro. Ele verifica se alguém está olhando. Então ele embolsa o dinheiro e começa a fugir. Aí ele para. Tortura-se por um momento. Então decide não fazer aquilo. Recoloca o dinheiro sobre a mesa e vai embora.”

“Cenário 4: Um pônei passa e vê o dinheiro. Pega tudo imediatamente, guarda dentro de uma pasta, tranca a pasta e a leva para as autoridades com segurança. Deixa um bilhete sobre a mesa do escritório dizendo que se alguém perdeu uma soma grande de dinheiro, poderia ligar para ele. Se o pônei for capaz de identificar a soma, ele virá com as chaves da pasta e acompanhará o pônei até a polícia para devolver o dinheiro.”

“Qual das quatro hipóteses acima revela mais Luz para si mesmo e para o nosso mundo?” Perguntava Twilight. “Vamos examinar de forma breve cada cenário para encontrar a resposta.”

“Cenário 1: o pônei é governado pela sua reatividade, natureza instintiva do desejo de receber que diz a ele para pegar o dinheiro e correr. Ele simplesmente reage ao seu desejo de ficar com o dinheiro para si. Comportamento reativo que não produz Luz.”

“Cenário 2: neste caso o pônei também está meramente reagindo ao medo de ser pego e ao seu instinto natural de ficar amedrontado até com ideia de roubar algum dinheiro. Deixa o edifício com a mesma natureza com que entrou. Não produz nenhuma Luz.”

“Cenário 3: esse pônei inicialmente reage ao seu desejo de pegar o dinheiro. Mas então ele interrompe a reação. Ele a elimina. Indo então, contra todo seu instinto inicial, ele transforma sua natureza e nesse instante devolve o dinheiro. Sua transformação de reativa para pro ativa revela a medida de Luz espiritual apropriada.”

“Cenário 4: este pônei já está num estado pro ativo mentalmente em relação a furtar o dinheiro de alguém. Nenhuma mudança de natureza ocorreu. Ele continua o mesmo pônei que era quando entrou na sala pela primeira vez. Seu comportamento, neste caso, não produziu Luz. É claro que esse pônei ainda pode revelar Luz nesse caso, se após devolver o dinheiro ele não reagir ao seu ego o qual agora diz a ele que pônei fantástico e honesto ele é.”

“Espiritualmente falando, ele precisa entender que não fez favor nenhum a ninguém, mas a si mesmo, criando uma situação de parar sua reação de se orgulhar e ao invés disso, ser mais humilde e agradecer a oportunidade que teve de se comportar espiritualmente. O mais importante a entender sobre o que foi dito até agora, é que tudo isso não tem a ver com princípios morais, éticos ou altruístas. Isso tem a ver com você, com o que é bom para você, com o que gera Luz espiritual para você, e somente do espírito que pode vir a magia, seja ela de que tipo for.”