Conheça meus oc’s

  Flutterspacemuffin ou Space Muffin

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Personalidade: Alegre, neurótica, leal, gosta de fazer novos amigos, criativa, otimista, curiosa, e indecisa.

Sua família: Sua mãe é uma unicórnio, soldado da Celestia, eu diria que ela é quase uma quarda-costas da princesa, sua pele é branca e sua crina é comprida e ondulada, e tem 3 tons de azul, sua cutie mark é uma espada com um fundo de universo, seu nome é Space Knight.

Seu pai, é um pégaso amarelo da crina preta, sua cutie mark são notas musicais.

Amigos: Seus amigos são o Silver Bolt, Gold Pencil, Loyalty, Night Brezie, Rainobw Dash e Pinkie Pie, mas sua melhor amiga é a Derpy.

Talento Especial/ Cutie Mark:

Sua cutie mark é um muffin de espaco com asas. Seu talento é ajudar os ponêis usando sua mágica, ela ganhou sua cutie mark, quando ajudou a Derpy, a pégaso cinza queria deixar seus muffins mais gostosos e diferentes, então Space Muffin os transformou (igual ao que está no desenho) e ganhou sua cutie mark, mas não confundam, seu talento é fazer mágicas, e não cozinhar.

O lenço:

Ela usa um lenço de universo, que foi dado pela mãe, um pouco antes dela sair para uma longa missão. Ele tem o poder mágico de ampliar a mágica dos unicórnios, com ele, ela consegue fazer portais e todo tipo de coisa, sem o lenço, ela é uma unicórnio comum.

                                                   Silver Bolt

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Personalidade: ingênuo, solidário, extremamente atrapalhado, protetor, persistente, carinhoso, preguiçoso, não gosta de trabalhar, extrovertido, e se acha muito.

Família: Ele não sabe quem são seus pais verdadeiros, foi criado por um casal de ponêis terrestre, tem um ”irmão” (filho do casal), que gosta de se aproveitar dele, e zoar muito com o Silver Bolt. Seu irmão é ágil, e gosta de esportes.

Sua vida: Ele é músico em Ponyville, compõe, canta, e toca clarinete, piano, e sax. Mais tarde, ele consegue emprego de professor de música.

Fato: Ele é um pégaso que não voa, e vive se questionando porque sua cutie mark tem um raio (geralmente belas marcas assim, são de pégasos velocistas, ou do controle do clima), então ele sai em uma grande aventura para descobrir o significado da sua cutie mark e porque não consegue voar.

O que é estranho é que ele nem se lembra de como ganhou sua bela marca…já que essa é a experiência mais marcante da vida de um pônei, mas também, ninguém lembra de como ele ganhou a marca. Ele sabe que tem algo de nisso e quer descobrir o que é.

Amigos: Loyalty, Night Brezie, Space Muffin, Vinyl e Octávia. Sua melhor amiga, é Gold Pencil, eles são MUITO amigos, desde criança, mas por um motivo ”extranho” é como se eles acabassem se se conhecer, porque eles não se lembram de nada do que aconteceu na infância, não porque são esquecidos, mas porque tem algo de errado aí…

O ”algo de errado”: Um ponêi, o qual não irei revelar o nome… Usou mágica para apagar a memória do Silver Bolt e de todos ao seu redor. Assim fazendo Silver Bolt até se esquecer de como se voa, fazendo ele nunca mais voar de novo, mas durante a sua grande aventura, ele consegue se lembrar de tudo. Não vou falar mais, porque vou me aprofundar disso numa fanfic.

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                                           Gold Pencil

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Personalidade:  Séria, paciente, gentil, pontual, perfeccionista, modesta, humilde,  generosa, e pessimista.

Amigos: Space Muffin, Night Brezie, Loyalty, Fluttershy e Applejack. Seu melhor amigo é o Silver bolt.

Cutie Mark/talento: Seu talento é ensinar os ponêis a desenhar, ganhou sua cutie mark ensinando o Silver Bolt.

Fato: Ela é uma unicórnio que não consegue fazer mágica. Aos poucos ela consegue desenvolver sua mágica, junto com o Silver Bolt, (enquanto ele aprende a voar, ela aprende a usar sua mágica), a primeira vez que eles consguiram, foi juntos, ela usava sua mágica para ajudá-lo a voar e ele voava, ajudando ela com a mágica.

Família: Gold Pencil, sempre mudou de cidade, por causa dos pais, nascida em Appleloosa, já morou em Canterlot, Manehattan, e Ponyville, onde conheçeu Silver Bolt.

Ela  parte da família Apple, por parte de pai. Seu pai é um ponei terrestre, cujo talento é cultivar  um tipo raro de maçã dourada e prata.

Já sua mãe, é uma unicornio branca da crina verde água, e seu nome é Heart Whishes.

 

Flying  by Flutterspacemuffin

 

                                              Loyalty/Royalty

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Personalidade: Tímido, Triste (aos poucos ele vai mudando essa característica), quieto, sincero, atencioso, companheiro, cuidadoso, desiste fácil, preocupado, possesivo, ás vezes sem querer ele é um pouco grosso, e inseguro.

Amigos: Gold Pencil, Silver Bolt, Night Brezie, Space Muffin, Twilight, Celestia, Rainbow Dash, Lyra e Bon Bon.

Cutie Mark/talento: Seu talento era ajudar pessoas a se reconciliarem e manter a paz. Por isso sua Bela Marca é um coração partido com um curativo.

Fatos: Ele era um príncipe alicórnio, mas após sem querer ter feito um grande erro, que gerou um grande problema para Equestria ele fugiu e foi morar na floresta, e escondia suas asas no seu casaco. Depois de muitos anos, se sentindo sozinho, foi morar em Ponyville, pra fazer novos amigos.

Se apresentava aos ponêis de ponyville como Loyalty, para não revelar o seu passado, sendo que seu nome verdadeiro é Royalty. Em um dia quando ele sai de madrugada para voar, esperando que ninguém o visse, quando Space Muffin o vê, e descobre quem ele realmente é. A partir daí sua vida muda novamente, e ele volta a assumir seu antigo cargo de príncipe. Seu chifre foi quebrado por uma ataque de um iaque.

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Histórias e desenhos feitos por Flutterspacemuffin

 

 

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História do Iam

sinopse:Ian é um ser humano comum da Terra que não tem amigos ou opta por não fazer nenhum. Um dia ele recebe uma carta misteriosa com um cartão postal dentro. De repente ele se desloca para outro mundo chamado Equestria! Agora, em sua nova forma de Pony, ele deve entender a magia da amizade e impedir que os vilões governem Equestria!

Comic por: koolfrood

Traduçao: Flutterspacemuffin

link pag 1:https://koolfrood.deviantart.com/art/MLP-FiM-Ian-s-Story-Page-1-641072746

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Meu pequeno assistente

Autor: Larathin
SINOPSE: Crescer nunca é fácil, especialmente quando você é um dragão entre pôneis e a mais próxima que já teve como mãe é uma unicórnio aparentemente mais preocupada com os estudos. Quando os temperamentos fervem, poderia essa família improvisada se recuperar?
Nota do tradutor: O texto se refere à Twilight como “unicornio”, porque os eventos se passam na época em que Spike era jovem.

***

Parece que foi ontem…

“Abra o bocão! Lá vem o trem!”

O pequeno bebê dragão balançava a cabeça e abria a boca enquanto a unicornio movia a colher cheia de gemas na direção dela, imitando o barulho de um trem. Rindo e aplaudindo com as mãozinhas, o dragão mordia a colher, resultando em um breve som de impacto com os dentes no metal, encostando na cadeira e mastigando ruidosamente.

“Não era pra você mastigar a colher Spike,” a unicórnio dizia animada, colocando o que restou da colher em uma vasilha cheia de outras colheres no mesmo estado, pegando uma nova e enchendo de gemas.

Já fazia o que? Dez, talvez vinte anos desde que ele nasceu.

…Tem sido mesmo tanto tempo assim?

Rindo, o bebê dragão escondia embaixo de sua cama, ignorando o fato de ter deixado sua calda pra fora. A porta abria e uma unicórnio roxo o procurava. Ela dava uma olhada na cauda que sobrava pra fora e segurava uma risada.

“Oh não,” ela chamava, com sua voz entonando um falso desespero, enquanto trotava no quarto. “Para onde Spike pode ter ido?”

O pequeno dragão ria e então tentava ficar quieto.

“Ele não pode ter ido longe, talvez ele… no armário!” A unicornio abria a porta do armário e então deixava escapar um suspiro teatral. “Ou talvez não… onde ele poderia ter ido? Oh, bem, eu presumo que terei que encontrar um novo assistente…”

“Não!” Spike chorava, rastejando debaixo da cama. “Estou aqui Twilight! Eu sou seu assistente!”

“Está certo,” ela dizia, pegando o dragão e o abraçando antes de colocá-lo em suas costas. “Você é e sempre vai ser o meu assistente!”

Eu era tão jovem naquela época, não tinha ideia de como cuidar de uma criança, muito menos de um dragão. Mas eu queria faze-lo sozinha. Ele era meu bebê.

“Spike, o que você fez! Eu emprestei esse livro da Princesa Celestia! Prometi que cuidaria bem dele!”

O jovem dragão se recusava em olhar nos olhos dela, torcendo a calda. Quando ele falava, parecia estar à beira das lágrimas.

“Eu sinto muito! Eu não quis…! Eu apenas queria ver o livro e então…”

“Eu disse pra você não manusear nenhum livro até aprender a controlar suas chamas,” a unicornio o repreendia, segurando o que sobrou do livro. Cinzas caíam como cachoeiras. “O que vou falar para a Celestia agora?”

Twilight Sparkle!”

Ambos unicornio e dragão se viravam enquanto Celestia entrava no quarto de sua pupila.

“Aí está você, está atrasada para sua aula!”

“Oh, uh, estarei lá em um minuto, Princesa,” Twilight dizia, repetidamente tentando esconder o livro arruinado atrás dela.

Mas a Princesa já havia percebido. “O que aconteceu?” Ela perguntava, levitando o livro de sua pupila e olhando tristemente para a capa dura carbonizada.

A unicornio roxo olhava para seu assistente que estava literalmente tremendo de medo, e então olhava para o rosto sério de sua professora. Ela engolia seco e então se encontrava com os olhos de Celestia. “Eu estava tentando uma nova magia, mas perdi controle dela,” ela mentia. “Eu realmente sinto muito, Princesa.”

“Eu esperava mais de você, Twilight Sparkle. Estou muito desapontada. Depois da aula tentaremos decidir sobre uma penalidade adequada por destruir um livro tão raro e valioso.”

“Vamos, Spike,” Twilight dizia assim que Celestia saiu. “Depois da minha aula nós iremos para a biblioteca ver se podemos achar algum livro que ensine a controlar suas chamas. Afinal, um assistente que não pode manusear livros não tem como ajudar muito. Apenas tente não chegar muito perto das prateleiras enquanto isso.”

O pequeno dragão sorria em gratidão e subia em suas costas.

Ele era um bebê, meu assistente. De um jeito ou de outro, nós estávamos juntos, e éramos uma família.

Anos depois…

Na escuridão da silenciosa biblioteca, Twilight olhava para fora, cegamente, nas prateleiras que ainda ecoavam com a briga de hoje cedo.

Com um arrepio, a unicórnio curvava a cabeça enquanto as lágrimas escorriam pelo rosto.

“Twilight?”

A porta de entrada da biblioteca abria e Applejack trotava para dentro, olhando em vão os arredores da sala escura. “Spike foi na casa de Fluttershy e perguntou se poderia passar a noite lá hoje, porque não queria voltar para a biblioteca. O que está havendo?” Sem ter a resposta, a pônei terrestre acendia a luz e procurava pela sua amiga.

Ela encontrava Twilight sentada no chão, com as costas apoiadas na escrivaninha. Os olhos da unicornio estavam vermelhos, inchados de tanto chorar, com lágrimas escorrendo em seu rosto. Sua respiração vinha em irregulares suspiros seguidos de um soluço ocasional.

Applejack se ajoelhava e puxava sua amiga para um abraço.

“O que aconteceu Twi?” Ela perguntava gentilmente.

Momentos antes…

“Spike. Spike! Você viu minhas anotações sobre a antiga cultura de Equestria?” Twilight perguntava, misturando a pilha de papeis espalhadas em sua escrivaninha.

“Segunda gaveta, com capa laranja. Aquele com o título “Equestria Antiga”, o dragão respondia enquanto passava pela escrivaninha.

“Oh.” Ela cavava ao redor e puxava a referida capa. “Obrigada. Você pode pegar minha cópia de “Equilibrio: Um breve tratado das pôneis irmãs e os efeitos do banimento precoce de Nightmare Moon?”

Spike pausava, com uma mão na metade da porta. “Certo,” ele suspirava, sumindo novamente no fundo da biblioteca. Ele reaparecia momentos depois, olhando o peso de um livro que era um pouco maior do que ele.

“Obrigada,” Twilight dizia enquanto levitava o enorme tomo até a escrivaninha, causando um estrondo ao libera-lo sobre ela. Spike chegava novamente a meio caminho da porta quando ela o deteve de novo.

“Você viu meu frasco de tinta para a caneta?”

“Está no banheiro,” Spike respondia, com uma voz um tanto frustrada. “Não lembra daquele feitiço em que esteve trabalhando no banho e não podia esperar para anotá-lo?”

“Oh certo. Pode pegar para mim?”

“Não pode pegar você mesma,” Spike perguntava, exasperado. “Se eu não sair agora vou me atrasar!”

“Atrasar?” Twilight ecoava, confusa. “Para o que? Nós não planejamos nada para hoje à noite.”

“Você não, mas eu sim. Há uma exibição nos cinemas sobre Nightmare Moon, perguntei se poderia ir na semana passada e você disse que sim.”

“É hoje à noite?” Ela perguntava, sorrindo hesitantemente para tentar disfarçar a confusão. “Pensei que seria na próxima semana…”

Não,” Spike suspirava. “É hoje.“

“Oh.. sinto muito, mas não posso deixar você ir. Está tarde, daqui uma hora você já tem que dormir, apesar de que preciso de sua ajuda. Celestia pediu para…”

“Eu não ligo!” O dragão gritava, fazendo com que Twilight quase caísse de seu assento, surpresa. “Estou cansado de você sempre colocar suas necessidades em primeiro lugar e eu em último! Estou cansado de você nunca se importar com o que é importante para mim. É como se eu não fosse importante pra você!”

“I-isso não é verdade,” Twilight balbuciava, paralisada perante a explosão de Spike. “Você é meu assistente. Você é o pônei mais importante do mundo para mim.”

“Eu não sou um pônei!” Spike rebatia. “Eu sou um dragão!”

“Mas apenas um bebê dragão,” Twilight dizia, à beira das lágrimas. Ela nunca viu Spike reagir dessa forma antes. “Você ainda está crescendo, você precisa dormir.”

“Sei, quer dizer que eu dormir o suficiente só importa quando é alguma coisa que eu quero fazer? Se você precisa de ajuda com seus estudos então não tem problema me manter acordado a noite inteira, não é mesmo?”

Ele se virava e passava pela porta, a arremessando com força e causando um estrondo ao ser fechada.

“Não, não é isso. Spike, pare e volte aqui.” Twilight o chamava, saindo de sua escrivaninha e correndo atrás do dragão.

“Me deixe sozinho! Você não é minha mãe!”

O grito parava Twilight e Spike se afastava para o interior da cidade. Chorando, Twilight caía contra sua escrivaninha e deslizava para o chão.

Spike percorria o caminho, chutando uma pequena pedra em sua frente. Ele estava planejando esta noite por semanas, provavelmente era a única chance que teria para assistir aquele filme no cinema e Twilight arruinou tudo. Ele estava indignado, nem mesmo conseguiu desfrutar um filme que estava a meio caminho da biblioteca.

Ela sempre fazia algo assim, esquecendo que haviam coisas que eram importantes para ele também, embora nunca tenha esquecido um único feitiço.

No entanto, pensando nisso, ela realmente nunca esquecia nada importante…

De fato, ela não esteve sempre ao lado dele? Ela que chocou seu ovo, em primeiro lugar. Ele que era apenas um pequeno bebê dragão, a ajudava com seus estudos, mesmo que, olhando para trás, ele tinha certeza que era mais um obstáculo do que uma ajuda, apesar que ela sempre o deixava ajudá-la, o chamando de pequeno assistente, e ele nunca esteve tão feliz ajudando a pegar um livro ou a desvendar uma escritura complexa para um feitiço.

“Não,” ele murmurava, chutando outra pedra. “Estou bravo com ela! Sempre esquece que há coisas que eu gostaria de fazer também!”

No entanto, ela não desistiu até de uma oportunidade de se encontrar com um médico, autoridade em magia medicinal, só para levar o dragão ao cinema em Fillydelphia no ano passado? Celestia tinha ficado furiosa com ela, tinha providenciado a visita do médico para ensinar a Twilight magias que não eram a área da Princesa.

“Bem, não é como se ela não tivesse feito algo por mim ultimamente.” Ele amuava.

A verdade é que Twilight sempre esteve ao lado dele, o que atrapalhava o caminho dela, seus estudos, cuidando do jovem dragão. Então ela ocasionalmente cometia um engano ou esquecia de alguma coisa, mas ela fazia o seu melhor…

Com um suspiro, Spike se virava e caminhava de volta para a biblioteca. Twilight não era perfeita, mas ela era a mais próxima que ele tinha de uma família.

Não… ela era sua família.

“Eu vou buscar a Fluttershy e encontraremos o Spike pra você, tudo bem?”

“Obrigada Applejack,” Twilight fungava antes de sorrir melancolicamente. “Não lembro da última vez que chorei assim.”

“Isso porque você ama Spike, e qualquer pônei sabe disso. Não se preocupe, Twi. Vamos resolver isso entre vocês.”

A pônei terrestre dava outro abraço em sua amiga antes de partir. A biblioteca parecia tão vazia na ausência do dragão, normalmente havia algumas corujas noturnas andando pelas janelas, ou pelo menos, o som do Spike. Mas não naquela noite, e o silêncio era tão forte que Twilight não podia suportar.

“Sinto muito, Spike.” Ela sussurrava.

“Não, eu sinto muito.”

Twilight se virava e olhava Spike entrando hesitantemente na biblioteca, com um pé esfregando no chão. “Desculpe se gritei com você, eu apenas…”

Ele vacilava e Twilight corria até ele, puxando o dragão para um abraço. “Está tudo bem,” Ela falava carinhosamente. “Eu entendo.”

“Não, você não entende,” ele dizia, gentilmente saindo de seu abraço. “Eu cresci como um estranho, o único dragão entre os pôneis. Eu não tenho família, e os únicos dragões que conheci me rejeitaram.”

“Spike, está tudo bem.”

“Não, não está. Você sempre esteve ao meu lado. Lembra quando eu era pequeno e acidentalmente queimei o livro que a Celestia te emprestou?”

Twilight ria levemente se recordando. “Claro que lembro, Celestia me fez restaurar livros velhos por semanas. Eu pensei que nunca iria tirar aquele livro como fardo.”

“Fiquei com medo quando Celestia entrou, imaginando que ela iria me jogar em um calabouço, ou me banir. E então de repente você tomou a frente e assumiu a responsabilidade do livro queimado, mesmo quando você me advertiu para não tocar nele.”

“Claro que assumi a responsabilidade,” Twilight dizia com sua voz gentil. “Você é meu assistente, tenho que cuidar de você.”

Spike balançava a cabeça. “Você não pensou que poderia simplesmente me devolver para Celestia ou arrumar alguém para cuidar de mim pra você? Ao invés disso, você insistiu em cuidar de mim sozinha. Você é a mais próxima que tenho como mãe, e eu te amo, Twilight.”

“Eu te amo também, Spike. Você sempre foi mais que um assistente para mim, e por isso mesmo, já passou da hora de eu parar de te chamar de assistente. Você é meu filho, e é por essa razão que nunca te abandonei, te devolvi ou deixei para que outro cuidasse. Por mais que você me atrapalhasse em meus estudos, você sempre foi mais importante para mim.”

Os dois se abraçavam, e Twilight o beijava várias vezes no rosto. Ainda que não fossem uma família como a de Applejack, o amor entre eles era o mesmo, e sempre estariam um ao lado do outro, um apoiando o outro em momentos difíceis.

“Está tarde,” Twilight dizia eventualmente. ”E precisa dormir, amanhã você vai ter um grande dia.”

“Eu vou?” Spike perguntava, não entendendo.

“Aquela pesquisa que eu estava fazendo agora a pouco para Celestia era sobre a antiga Equestria, sobre como os dragões costumavam confiar seus ovos aos pôneis para serem protegidos. Aparentemente, a última vez que isso aconteceu foi há centenas de anos atrás quando uma dragão fêmea confiou um único ovo verde e roxo para Celestia.”

“Ainda está viva?” Ele perguntava hesitante.

“Não me surpreenderia, dragões vivem por muito tempo. Você quer conhecê-la?” Twilight perguntava. “Tenho certeza que Celestia sabe onde encontrá-la.”

Havia um tom sutil em sua voz ao fazer aquela pergunta. Qualquer outro pônei não teria percebido, mas Spike, que conhecia a unicórnio por toda a sua vida, sim. Uma tristeza silenciosa espreitava abaixo da aparente pergunta inocente de Twilight.

Sorrindo, Spike balançava sua cabeça e dava outro abraço em Twilight antes de caminhar até o seu quarto. “Não,” ele dizia. “Seria legal conhecer outro dragão, mas eu já tenho uma mãe.”

Twilight se surpreendia com a resposta de Spike, assim como com as lágrimas que ainda tinha para derramar.

Depois de explicar para Applejack e Fluttershy o ocorrido, Twilight se dirigia até o quarto e se aproximava de Spike, já dormindo. Ela ajeitava o cobertor antes de beijá-lo na testa. “Eu te amo, filho.”

Não demorou muito para que a biblioteca ficasse em silêncio novamente. Mas dessa vez o silêncio não transmitia um vazio, e sim o amor de uma família.

“Eu também te amo mãe.”

Animações dubladas

Olá pessoal! Agora não sou mais Goldpencil04, meu novo nome é Flutterspacemuffin, mudei por motivos pessoais, e estou dublando animações de MLP, também faço speedpaint, e pequenas animaçoes no flipa clip.

Links abaixo:

Trailer Noteworthy dublado- https://www.youtube.com/watch?v=JTi5js_3E98

Speedpaint OC: https://www.youtube.com/watch?v=I3lPlagvTlc

Se Fluttershy cantasse Smile: https://www.youtube.com/watch?v=yQJZ0nhAeRE

Animação Flipa Clip :https://www.youtube.com/watch?v=yQJZ0nhAeRE

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Pequenas ações, grandes resultados

Jamais subestime o poder de suas boas ações e gentilezas!

Um dia, quando eu era caloura na escola, vi uma garota caminhando para casa depois da aula.

Seu nome era Ditzy. Parecia que ela estava carregando todos os seus livros.

Eu pensava:

“Por que alguém iria levar para casa todos os seus livros numa Sexta-Feira? Ela deve ser bem estudiosa!”

O meu final de semana estava planejado (ir com as amigas ao Shopping de Canterlot), então dava de ombros e seguia o meu caminho.

Conforme ia caminhando, vi um grupo de garotas correndo em direção de Ditzy.

Elas a atropelaram, arrancando todos os livros de seus braços, empurrando-a de forma que ela caísse no chão.

Seus óculos voaram e eu os vi aterrissarem na grama há alguns metros de onde ela estava. Ditzy erguia o rosto e eu observava uma terrível tristeza em seus olhos.

Meu coração penalizou-se! Corri até a colega, enquanto ela engatinhava procurando por seus óculos.

Pude ver uma lágrima em seus olhos. Enquanto eu lhe entregava os óculos, disse: “Aquelas pôneis são umas idiotas! Elas realmente deviam arrumar algo pra fazer.” Ditzy olhava-me nos olhos e dizia: “Hey, obrigada!”

Havia um grande sorriso em seu rosto. Era um daqueles sorrisos que realmente mostravam gratidão. Eu a ajudei a apanhar seus livros e perguntei onde ela morava.

Por coincidência, ela morava perto da minha casa, mas não havíamos nos visto antes, porque ela freqüentava uma escola particular.

Conversamos por todo o caminho de volta para casa e eu carreguei seus livros. Ela se revelou uma garota bem legal.

Perguntei se ela queria ir no Shopping no Sábado comigo e minhas amigas. Ela disse que sim. Ficamos juntas todo o final de semana e quanto mais eu conhecia Ditzy, mais gostava dela.

Minhas amigas pensavam da mesma forma.

Chegava a Segunda-Feira e lá estava a Ditzy com aquela quantidade imensa de livros outra vez! Eu a parei e disse:

“Nossa garota, você vai ficar musculosa carregando essa pilha de livros assim todos os dias!’.

Ela simplesmente riu e me entregou metade dos livros. Nos quatro anos seguintes, Ditzy e eu nos tornamos mais amigas, mais unidas. Quando estávamos nos formando no segundo grau, começamos a pensar em Faculdade.

Nós duas fomos para a mesma Universidade, mas o campus do curso dela ficava em Cloudsdalle e o meu em Manehattan. Eu sabia que seríamos sempre amigas, que a distância nunca seria um problema. No dia da formatura, Ditzy foi eleita a oradora oficial. Eu a provocava o tempo todo sobre ela ser uma C.D.F.

Ela teve que preparar um discurso de formatura e eu estava super contente por não ser eu quem deveria subir lá no palanque para discursar.

No dia da Formatura, Ditzy estava ótima.

Parecia em forma, com as asas majestosas e mesmo possuindo olhos diferentes (ela tinha estrabismo), sua aparência estava incrível.

De criança que sofria bullying, ela se tornou uma das acadêmicas mais admiradas da faculdade.

Eu podia ver o quanto ela estava nervosa sobre o discurso. Então, dei-lhe um tapinha nas costas e disse: ‘Ei, garota, você vai se sair bem!’

Ela olhava para mim com aquele olhar de gratidão, sorria e dizia:

“Valeu!”

Quando ela subia no oratório, limpava a garganta e começava o discurso:

“A Formatura é uma época para agradecermos àqueles que nos ajudaram durante todos estes anos duros. Seus pais, professores, irmãos, talvez até um treinador, mas principalmente aos seus amigos. Eu estou aqui para lhes dizer que ser uma amiga ou amigo para alguém, significa sempre lhes desejar o bem, e esse é o melhor presente que vocês podem lhes dar. Vou contar-lhes uma história…”

Eu olhava para a minha amiga sem conseguir acreditar enquanto ela contava a história sobre o primeiro dia em que nos conhecemos. Ela havia planejado se matar naquele final de semana! Contava a todos como havia esvaziado seu armário na escola, para que sua mãe não tivesse o trabalho de fazer isso depois que ela morresse e por isso estava levando todos os seus livros para casa.

Ela olhava diretamente em meus olhos e dava um pequeno sorriso.

“Felizmente, minha amiga me salvou de fazer algo inominável!” Eu observava o nó na garganta de todos na plateia enquanto aquela pegasus admirada por todos e bonita contava sobre aquele seu momento de fraqueza.

Vi sua mãe e seu pai olhando para mim e sorrindo com a mesma gratidão.

Até aquele momento, eu jamais tive ideia da profundidade do sorriso que ela havia me dado naquele dia.

Nunca subestime o poder de suas ações. Com um pequeno gesto você pode mudar a vida de uma pessoa. Para melhor ou para pior.

Deus nos coloca na vida dos outros para que tenhamos um impacto, uns sobre o outro de alguma forma.

Fonte: http://www.refletirpararefletir.com.br

Uma Wonderbolt especial

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Autor :goldpencil04

Sinopse:Quando ponêis tiram sarro de Scootaloo , por ela não saber voar , Rainbow Dash decide ensiná-la ,mas antes , conta uma história de uma wonderbolt especial ,que conseguiu superar suas dificuldades e marcou a história dos wonderbolts .

……………………….

Uma wonderbolt especial

 

Snif, snif, chorava Scootaloo, sentada embaixo da sombra de uma bela árvore em cima de um morro, admirando a bela vista de Ponyville , e um lindo por do sol , quando passa Rainbow Dash rápida como um relâmpago , a Wonderbolt ,que a pequena pégaso tanto admira .

            Rainbow passa tão rápido que nem vê Scootaloo, mas logo volta, e senta ao lado de sua pequena fã e começa a conversar com ela .

-O que aconteceu Scootaloo? Você me parece triste .

-Não foi nada.

-Eu sei que aconteceu algo, pode me falar ,amigos são para isso.

-Ah,Rainbow Dash , todos na escola ficam me dando apelidos como galinha , avestruz e outros ,por que sou uma pégaso que não voa .

-mas Scootaloo, você não pode ligar pra eles , eu também já passei por isso.

-Mas como?Você é a pégaso mais incrível que já conheci , você agora é uma wonderbolt , sabe fazer várias manobras incríveis , já fez vários arco-íris sônicos , o que todos acreditavam que era só uma lenda .

-Quando eu era potrinha eu já era uma ótima voadora , mas quando voava sempre batia em alguma coisa ,na parede , no poste , no chão até já caí na lata de lixo , por causa disso me apelidaram de Rainbow crash e isso é até hoje , mas nunca liguei .

-Nossa, Dash eu não conhecia essa historia  .

-Pois é .Scootaloo , você não deve ligar pra esses apelidos maldosos , você é especial ,você pode ainda não conseguir voar mas você sabe andar de patinete como ninguém .

As duas pégasos ficaram em silêncio por um bom  tempo , admirando o lindo  por do sol de Ponyville

Quando Rainbow Dash disse:

-eu vou te ensinar a voar Scootaloo.

-Sério mesmo ?

-Sério . Mas preciso que você tenha paciência ,dedicação e muito esforço.

O treino começa amanhã .Pode ser ?

-é claro Dash .

-Então ta combinado !

Depois disso Rainbow Dash voa em disparada para sua casa .

Scootaloo continuava lá , refletindo sobre tudo que Dash falava ,a pequena ponêi estava muito animada para os treinos do dia seguinte .

            Ela ia caminhando lentamente observando o céu todo estrelado ,o que fazia aumentar mais ainda o seu desejo de voar , em pouco tempo ela chega a sua casa , o orfanato de Ponyville.

Ela arruma sua cama e tenta dormir, mas tem um horrível pesadelo sobre os treinos do dia seguinte ela acorda e tenta dormir novamente ,chorando.

No dia seguinte Dash esperava  , esperava mas a Scootaloo não aparecia .Rainbow foi correndo no orfanato ver o que aconteceu com a pônei.Chegando lá ela encontra a pequena pégaso na cama desanimada e pergunta :

-Por que você não foi ao treino ? Fiquei preocupada

 Falava Dash.

-Não adianta ensinar uma galinha a voar .Eu desisto e nem quero tentar.

-Quem te disse isso?!

-Ontem eu tive um pesadelo. No sonho eu e você estavamos naquele mesmo lugar da onde conversamos, tentando voar ,eu tentava , tentava , e tentava muito , mas ela nunca conseguia , nem ao menos sair do chão , aos poucos foram chegando outros pôneis , quase a vila inteira , e começam a olhar pra mim e me chamar de galinha , eles faziam coro quando e eu começava a me encolher e chorar , e você dizia falava ‘desisto , não vou ensinar uma galinha a voar por que não adianta ’.

-Eu nunca falaria isso.Mas você não pode desistir assim tão fácil.

-Eu já desisti Rainbow.Tenho medo de que esse pesadelo vire realidade

-Ele não vai virar Scootaloo .Fique tranquila.Vou te contar uma história de persistência ,de uma antiga wonderbolt.

Dash começou a contar a história.‘Há muito tempo atrás, teve um acampamento de vôo dos wonderbolts

.Era um acampamento para aprimorar técnicas de vôo em Ponyville,e encontrar um pônei para substituir uma wonderbolt que se aposentou.

O acampamento era muito grande, tinha pégasos de toda Equestria .Firefly  era a professora de vôo .

A primeira prova foi uma corrida de revezamento ,a equipe vencedora foi a de Lily Blossom ,uma pégaso lilás , de crina amarela , que ainda não tinha cutie mark ,mas alguns pégasos disseram  :

 

-Vocês não podem dar um premio para uma equipe com uma pônei com flanco branco !Aliás quem deixou uma falnco branco vir aqui ?

Wild Bird  falou :

-Isso não é atitude de um bom amigo !Equestria é a terra da amizade !Devemos respeitá-la com ela é !

Mas não adiantou,os pôneis continuavam rindo e reclamando dela.

Tentaram conversar com Skydraw, mas não adiantava, as provocações foram tantas o tempo todo que ela fugiu do acampamento.a Wild Bird   a viu  fugindo e tentou voar atrás dela , mas não conseguiu alcançá-la .

Ela voou tão rápido mas tão rápido ,como nunca tinha voado na vida dela , bateu tão forte em uma árvore e caiu no chão e se machucou muito.

-Onde estou ?O que aconteceu?Quem é você ?

-Calma que já  vou responder a todas essas perguntas.

            Dizia um pônei desconhecido, beje , com olhos azuis e a crina azul clara e azul escura.

            -O que aconteceu com minha asa ?

            -Calma, já direi tudo.

Ela estava em Ponyville, em uma casa um pouco afastada da cidade ,deitada em uma cama ,no quarto do pônei desconhecido ,era um lugar bagunçado ,cheio de peças e ferramentas por todo lado .

            -Oi , meu nome é Shining Star , e como você já deve ter percebido , nós estamos na minha casa.Você caiu enquanto voava e quebrou sua asa ,eu a trouxe até minha casa e chamei um médico ,para te examinar . A noticia que tenho para te dar agora não é muito boa …

            -O que aconteceu com minha asa ?

Perguntava desperada.

            -Ela quebrou inteirinha .Não teve como o médico salvar a sua asa , a fratura foi muito grande .Ele disse que se eu não te trouxesse aqui e não recebesse cuidados médicos  poderia até morrer.

            -Obrigada por me salvar , mas não sei o que faço agora- ela falava chorando- já sou uma pônei sem cutie Mark , e agora uma pégaso de apenas uma asa …

            -Calma .Não precisa chorar .Olhe bem para as suas asas.

            -O que é isso ?

            -É uma prótese de asa .

            -Mas o que é essa tal de prótese?Nunca ouvi essa palavra na minha vida!

            -Você nunca ouviu,pois fui eu que inventei.

            -Você é inventor ? 

            -Sou sim .Mas agora já está de noite ,durma aqui hoje .Amanhã vamos testar essa nova asa.Boa Noite.

            -boa noite .Obrigada por tudo.

No outro dia ..

            -Bom dia .Trouxe seu café da manhã.Hora que terminar ,vamos lá fora tentar voar.

            -Obrigada .

            Esse pônei ,era um tanto misterioso,sempre tinha a expressão séria e triste .Sky Draw foi lá fora tentar voar ,mas ela não saía do chão .

            -Shining Star , não consigo nem sair do chão !

-Continue tentando !

Esse pônei sempre repetia essa frase , ele nunca deixava Lily Blossom parar de tentar .certa vez ela perguntou,

-você me parece um pouco triste

-Triste , eu? De jeito nenhum.

-Pode me falar , não vou fazer nada !

– Não !!!!!!

Depois que eles tiveram essa conversa Shining Star ,se trancou no quarto e começou a chorar , e ele não parava mais ,Lily Blossom tentou falar com ele ,mas ele não deu ouvidos .Ela ficou muito triste de ter provocado aquilo , e fugiu novamente .

            Em seu quarto o pônei beje escuta um barulho que lhe pareceu estranho e vai caminhando normalmente enxugando as lágrimas ,quando se depara com a porta aberta e um bilhete de Lily que dizia o seguinte:

       Desculpe pelo o que fiz ,prometo que não volto nunca mais , eu não queria que acontecesse isso.

Shining Star ,nem pensou duas vezes e foi atrás de Lily  .Mas facilmente ele consegue encontrá-la ,ela estava na floresta e ele disse:

-Saia daqui !Essa floresta é perigosa !

-O que você esta fazendo aqui ?

-Vim te procurar ,fiquei preocupado.

Lily Blossom abraça Shining Star e diz :

-Você me perdoa ?

-É claro , você é a única amiga ,que tive  depois do acidente em Ponyville.

-acidente em Ponyville ?O que aconteceu?

Bem nessa hora aparece um tigre , os dois pôneis saem correndo de medo ,o tigre é muito rápido ,Lily Blossom tropeça numa pedra e machuca o casco e rapidamente Shining Star a coloca nas suas costas e sai correndo .

Com a correria a roupa branca do Shining ,que escondia sua cutie Mark , fica presa em uma árvore e rasgou , revelando a marca especial dele ,que sempre tentou esconder .

        Os dois conseguiram fugir e descansaram embaixo de uma árvore ,olhando o céu estrelado,perto da casa de Shining.

            Lily diz :

-Sua cutie Mark , são três estrelas azuis ,mas uma delas está quebrada!

-Tudo bem ,eu conto,agora não dá mais pra esconder .

-Isso tem a ver com o incidente de Ponyville ?

-Tem sim .Quando era mais novo ,morava em Ponyville ,e eu fazia várias invenções .E gostava de mostrar pros outros pôneis o que eu fazia ,mas eu sempre fracassava, e fracasso até agora .

Eu havia criado um cortador de grama automático, ele era enorme , e eu ia carregando para testar na floresta e tive que passar pela cidade , quando uma pônei muito ,muito,curiosa ,aperta o botão ,e a maquina ,  como ainda não tava pronta começou a andar sozinha e descontrolada tentei parar ela ,mas eu não conseguia ,ela destruiu a prefeitura e algumas casas da cidade,

 Eu consegui destruir uma parte dela ,mas meu rabo prendeu na onde cortava a grama, quando eu ia tirar chegavam pôneis e mais pôneis , bravos por mim ter destruído a cidade e ao mesmo tempo rindo de mim ,nunca passei tanta vergonha na minha vida ,e umas das estrelas da minha cutie Mark mudou ,ela quebrou ao meio, depois disso ,eu sai da cidade .

E nunca mais eu tive coragem de aparece lá de novo.

-Que história triste .

-Você é uma das poucas poneis que aparecem aqui.Mas agora já está de noite ,  eu vou ir dormir , você quer entrar?

-Não,vou tentar voar .

-Tudo bem então .

No outro dia , Shining Star fez diferente ,na hora do treino , ao invés de pedir para Lily Blossom tentar se superar.Ele refez a prótese de asa , e pediu para ela tentar voar ,mas ela não conseguia , e ele tentou várias vezes fazer de novo , mas na ultima quando ele pensou em desistir….

-Shining Star ,olha aqui !

-Olhar eu falhar novamente ?Não obrigado.

-Olha!Eu estou conseguindo voar !

-Nossa!Você esta conseguindo mesmo !Eu nem acredito ! Essa é a minha segunda invenção  ,que funcionou!

Lily Blossom voava ,fazia manobras no céu ,brincava com nuvens ,voava como se nunca tivesse voado .

-Shining Star ,qual foi a sua primeira invenção que funcionou ?

-Foi uma cadeira de rodas , que havia feito para um amigo ,que as pernas traseiras paralisaram ,em um acidente de carroça .

Quando ele conseguiu andar com a cadeira , eu ganhei minha cutie mark  ,daí em diante ,descobri que meu destino era ser inventor ,mas nunca havia imaginado , que seria um inventor fracassado.

-Você não é um fracassado.

-Sou sim.

-Voce é um inventor incrível .Se não fosse você ,eu não estaria voando agora.Voce pelo menos tem cutie mark , eu não .

-não fica triste , eu sei que quando voce ganhar sua cutie mark ,ela vai ser incrível  .

-Você acha mesmo ?

-Acho sim.

-Agora que consigo voar , preciso voltar ao acampamento dos wonderbolts .

-Você foi chamada para ser uma wonderbolt ?

-Fui sim.Mas não quero ir sozinha prá lá você pode vir comigo?

-Onde é ?Não é em Cloudsdale ?

-Não , é em Ponyville.

-Ponyville ?!Não posso voltar prá lá .

-Mas por favor ,eu também não queria voltar ,pois lá os pôneis ficam rindo de mim toda hora , por não ter uma cutie mark .Pelo menos ,com você eu me sentiria melhor .

-Tudo bem,se é pra você eu vou.Espere só um pouco.

Shining Star ,não estava com vontade de voltar para Ponyville,ele sabia que seria muito difícil voltar para lá ,e não sabia qual seria a reação dos pôneis ao vê-lo.

Os dois pôneis foram caminhando ,ambos em silêncio ,o caminho era longo .

Chegando lá , Firefly viu a Lily Blossom e foi voando conversar com ela ,perguntou se estava tudo bem,o que tinha acontecido, Lily Blossom contou tudo ,e o Shining Star ficou escondido, apenas a vendo , alegre voltar para o acampamento.

Triste , foi caminhando para a sua casa isolada ,pois não tinha coragem suficiente para voltar,mas logo ele ouve de longe ,pôneis rindo .

Rapidamente ele volta para ver o que está acontecendo ,quando percebe que eles estavam rindo de Lily Blossom e dizendo:

-Ela não pode ser uma wonderbolt flanco branco e pégaso de uma asa só !

E também escutou a Firefly dizendo :

-Ele tem razão !Como vai conseguir fazer manobras no céu ,com essa outra asa esquisita !

Na hora Shining Star aparece ,os pôneis ficam surpresos ,muito surpresos e em silêncio:

-Chega!Não é porque ela tem apenas uma asa , que ela não pode ser uma Wonderbolt !Ela é capaz , e eu sei disso !

Por que rirem dela ,por não ter cutie mark ?Sendo que com certeza ela voa melhor que muitos aqui !

Parem !Equestria é a terra da amizade !Vocês não deveriam fazer isso com ela !

Depois disso todos os pôneis ficaram tristes e arrependidos e pedindo desculpas , a Lily ,eFirefly diz :

-Me deculpa .Você merece sim ,uma segunda chance.

Quando ela disse isso os olhos de Lily Blossom brilharam e ela correu abraçar o Shining star e e disse:

-Obrigado, se não fosse você ,eu não sei o que eu faria .

-De nada .

Depois disso,a cutie mark de Shining Star começou a brilhar e todos repararam isso. Lily Blossom disse :

-Shining Star …

-Que foi ?

-Olhe a sua cutie mark !

-Ela está diferente !

-Sim!Continua as três estrelas ,mas a quebrada está com um curativo!

-E olha para a sua !

-A minha !?

-Sim !

-São três flores de lírio !!!

Ambos se abraçaram e começaram a chorar juntos .

Daquele dia em diante  Shining Star , percebeu que o real significado de sua cutie mark ,não era simplesmente inventar coisas ,mas sim,inventar coisas para ajudar os outros pôneis como a prótese de asa.

E  a Lily Blossom ,descobriu que sua cutie mark ,tinha a ver com ser wonderbolt , e como encantava todos como um perfume e a beleza de uma flor .

Depois ,Shining Star volta a morar em Ponyville e Lily Blossom vira uma grande wonderbolt ,uma wonderbolt especial.

-Que história linda Rainbow Dash !

Dizia Scootaloo.

-Sim ela é muito linda mesmo.

-Quero tentar voar agora mesmo !Não vou desistir !

Scootaloo e Rainbow Dash ,Ficaram treinando juntas, até o final do dia.

Untitled BR

Sweetie-Belle

 

“Anjo de Luz, guardião da minha vida. Ilumina a minha alma, guarda-me dos males, orienta a minha inspiração, fortalece a minha sintonia com Deus e torna-me forte diante dos percalços. Lembra-me todos os dias de não julgar, nem ferir. Tinge a minha mente de amor e harmonia para que eu possa tornar o mundo melhor, agora e para todo o sempre. Amém.”

A garotinha e o milagre

A garotinha e o milagre

Uma garotinha foi para o quarto e pegou um vidro de geléia que estava escondido no armário e derramou todas as moedas no chão.

Contou uma por uma, com muito cuidado, três vezes. O total precisava estar exatamente correto. Não havia chance para erros.

Colocando as moedas de volta no vidro e tampando-o bem, saiu pela porta dos fundos em direção à farmácia Rexall, cuja placa acima da porta tinha o rosto de um índio.

Esperou com paciência o farmacêutico lhe dirigir a palavra, mas ele estava ocupado demais. A garotinha ficava arrastando os pés para chamar atenção, mas nada. Pigarreava, fazendo o som mais enojante possível, mas não adiantava nada. Por fim tirou uma moeda do frasco e bateu com ela no vidro do balcão. E funcionou!

– O que você quer? – perguntou o farmacêutico irritado. – Estou conversando com o meu irmão de Manehattan que não vejo há anos -, explicou, sem esperar uma resposta.

– Bem, eu queria falar com o senhor sobre a minha irmã -, respondia a garotinha no mesmo tom irritado. – Ela está muito, muito doente mesmo, e eu queria comprar um milagre.

– Desculpe, não entendi. – disse o farmacêutico.

– O nome dela é Cloudchaser. Tem um caroço muito ruim crescendo dentro da cabeça dela e o meu pai disse que ela precisa de um milagre. Então eu queria saber quanto custa um milagre.

– Garotinha, aqui nós não vendemos milagres. Sinto muito, mas não posso ajudá-la. – Explicou o farmacêutico num tom mais compreensivo.

– Eu tenho dinheiro. Se não for suficiente vou buscar o resto. O senhor só precisa me dizer quanto custa.

O irmão do farmacêutico, um senhor bem aparentado, abaixou-se um pouco para perguntar à menininha de que tipo de milagre a irmã dela precisava.

– Não sei. Só sei que ela está muito doente e a minha mãe disse que ela precisa de uma operação, mas o meu pai não tem condições de pagar, então eu queria usar o meu dinheiro.

– Quanto você tem? – perguntou o senhor da cidade grande.

– Dois bits -, respondeu a garotinha bem baixinho. – E não tenho mais nada. Mas posso arranjar mais se for preciso.

– Mas que coincidência! – disse o senhor sorrindo. – Dois bits! O preço exato de um milagre para irmãzinhas!

Pegando o dinheiro com uma das mãos e segurando com a outra a mão da menininha, ele disse: – Mostre-me onde você mora, porque quero ver a sua irmã e conhecer os seus pais. Vamos ver se tenho o tipo de milagre que você precisa.

Aquele senhor elegante era o Dr. Carlton Armstrong, um neurocirurgião. A cirurgia foi feita sem custos para a família, e depois de pouco tempo a irmãzinha teve alta e voltou para casa.

Os pais estavam conversando alegremente sobre todos os acontecimentos que os levaram àquele ponto, quando a mãe dizia em voz baixa:

– Aquela operação foi um milagre. Quanto será que custaria?

A garotinha sorriu, pois sabia exatamente o preço: dois bits! (Mais a fé de uma criancinha).

Em nossas vidas, nunca sabemos quantos milagres precisaremos.

Um milagre não é o adiamento de uma lei natural, mas a operação de uma lei superior.

Autor: Homero Boechat

Uma lição sobre a vida

Uma lição de vida

Uma professora, diante da sua turma, sem dizer uma palavra pegou um cesto grande, mas vazio, e começou a enchê-lo com maçãs.

A seguir, perguntou aos estudantes se o cesto estava cheio. Todos estiveram de acordo em responder que “sim”.
A professora pegou então cinco caixas de fósforos e despejou todos os palitos dentro do cesto.
Os fósforos preencheram os espaços vazios entre as maçãs. A professora voltou a perguntar aos alunos se o cesto estava cheio, e eles voltaram a responder que “Sim”.

Após a resposta, a professora pegou uma caixa de areia e a derramou para dentro do cesto. Obviamente que a areia encheu todos os espaços vazios e a professora questionava novamente se o cesto estava cheio. Os alunos responderam-lhe com um “Sim” retumbante.

A professora em seguida derramou uma jarra de café ao conteúdo do cesto e preencheu todos os espaços vazios entre a areia.

Os estudantes riram nesta ocasião. Quando os risos terminaram, a professora comentou: “Quero que percebam que este frasco é a vida. As maçãs são as coisas importantes: a família, os filhos, a saúde, a alegria, os amigos, as coisas que os apaixonam. São coisas que mesmo que perdêssemos todo o resto, a nossa vida ainda estaria cheia.

Os fósforos são outras coisas importantes, como o trabalho, a casa, o carro, etc. A areia é todo o resto, as pequenas coisas.

“Se tivéssemos colocado primeiro a areia no cesto, não haveria espaço para os fósforos, nem para as maçãs. O mesmo ocorre com a vida. Se gastarmos todo o nosso tempo e energia com coisas pequenas, nunca teremos lugar para as coisas que realmente são importantes. Prestem atenção às coisas que realmente importam. Estabeleçam suas prioridades, e o resto é só areia.”

Um dos estudantes levantou o braço e perguntou: – Então e o que representa o café?
A professora sorriu e disse: “Ainda bem que perguntou isso! O café é só para mostrar que por mais ocupada que a nossa vida possa parecer, há sempre lugar para tomarmos um café com um amigo.”