Fanfic

Animações dubladas

Olá pessoal! Agora não sou mais Goldpencil04, meu novo nome é Flutterspacemuffin, mudei por motivos pessoais, e estou dublando animações de MLP, também faço speedpaint, e pequenas animaçoes no flipa clip.

Links abaixo:

Trailer Noteworthy dublado- https://www.youtube.com/watch?v=JTi5js_3E98

Speedpaint OC: https://www.youtube.com/watch?v=I3lPlagvTlc

Se Fluttershy cantasse Smile: https://www.youtube.com/watch?v=yQJZ0nhAeRE

Animação Flipa Clip :https://www.youtube.com/watch?v=yQJZ0nhAeRE

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Fanfic, Fanfics nacionais

Pequenas ações, grandes resultados

Jamais subestime o poder de suas boas ações e gentilezas!

Um dia, quando eu era caloura na escola, vi uma garota caminhando para casa depois da aula.

Seu nome era Ditzy. Parecia que ela estava carregando todos os seus livros.

Eu pensava:

“Por que alguém iria levar para casa todos os seus livros numa Sexta-Feira? Ela deve ser bem estudiosa!”

O meu final de semana estava planejado (ir com as amigas ao Shopping de Canterlot), então dava de ombros e seguia o meu caminho.

Conforme ia caminhando, vi um grupo de garotas correndo em direção de Ditzy.

Elas a atropelaram, arrancando todos os livros de seus braços, empurrando-a de forma que ela caísse no chão.

Seus óculos voaram e eu os vi aterrissarem na grama há alguns metros de onde ela estava. Ditzy erguia o rosto e eu observava uma terrível tristeza em seus olhos.

Meu coração penalizou-se! Corri até a colega, enquanto ela engatinhava procurando por seus óculos.

Pude ver uma lágrima em seus olhos. Enquanto eu lhe entregava os óculos, disse: “Aquelas pôneis são umas idiotas! Elas realmente deviam arrumar algo pra fazer.” Ditzy olhava-me nos olhos e dizia: “Hey, obrigada!”

Havia um grande sorriso em seu rosto. Era um daqueles sorrisos que realmente mostravam gratidão. Eu a ajudei a apanhar seus livros e perguntei onde ela morava.

Por coincidência, ela morava perto da minha casa, mas não havíamos nos visto antes, porque ela freqüentava uma escola particular.

Conversamos por todo o caminho de volta para casa e eu carreguei seus livros. Ela se revelou uma garota bem legal.

Perguntei se ela queria ir no Shopping no Sábado comigo e minhas amigas. Ela disse que sim. Ficamos juntas todo o final de semana e quanto mais eu conhecia Ditzy, mais gostava dela.

Minhas amigas pensavam da mesma forma.

Chegava a Segunda-Feira e lá estava a Ditzy com aquela quantidade imensa de livros outra vez! Eu a parei e disse:

“Nossa garota, você vai ficar musculosa carregando essa pilha de livros assim todos os dias!’.

Ela simplesmente riu e me entregou metade dos livros. Nos quatro anos seguintes, Ditzy e eu nos tornamos mais amigas, mais unidas. Quando estávamos nos formando no segundo grau, começamos a pensar em Faculdade.

Nós duas fomos para a mesma Universidade, mas o campus do curso dela ficava em Cloudsdalle e o meu em Manehattan. Eu sabia que seríamos sempre amigas, que a distância nunca seria um problema. No dia da formatura, Ditzy foi eleita a oradora oficial. Eu a provocava o tempo todo sobre ela ser uma C.D.F.

Ela teve que preparar um discurso de formatura e eu estava super contente por não ser eu quem deveria subir lá no palanque para discursar.

No dia da Formatura, Ditzy estava ótima.

Parecia em forma, com as asas majestosas e mesmo possuindo olhos diferentes (ela tinha estrabismo), sua aparência estava incrível.

De criança que sofria bullying, ela se tornou uma das acadêmicas mais admiradas da faculdade.

Eu podia ver o quanto ela estava nervosa sobre o discurso. Então, dei-lhe um tapinha nas costas e disse: ‘Ei, garota, você vai se sair bem!’

Ela olhava para mim com aquele olhar de gratidão, sorria e dizia:

“Valeu!”

Quando ela subia no oratório, limpava a garganta e começava o discurso:

“A Formatura é uma época para agradecermos àqueles que nos ajudaram durante todos estes anos duros. Seus pais, professores, irmãos, talvez até um treinador, mas principalmente aos seus amigos. Eu estou aqui para lhes dizer que ser uma amiga ou amigo para alguém, significa sempre lhes desejar o bem, e esse é o melhor presente que vocês podem lhes dar. Vou contar-lhes uma história…”

Eu olhava para a minha amiga sem conseguir acreditar enquanto ela contava a história sobre o primeiro dia em que nos conhecemos. Ela havia planejado se matar naquele final de semana! Contava a todos como havia esvaziado seu armário na escola, para que sua mãe não tivesse o trabalho de fazer isso depois que ela morresse e por isso estava levando todos os seus livros para casa.

Ela olhava diretamente em meus olhos e dava um pequeno sorriso.

“Felizmente, minha amiga me salvou de fazer algo inominável!” Eu observava o nó na garganta de todos na plateia enquanto aquela pegasus admirada por todos e bonita contava sobre aquele seu momento de fraqueza.

Vi sua mãe e seu pai olhando para mim e sorrindo com a mesma gratidão.

Até aquele momento, eu jamais tive ideia da profundidade do sorriso que ela havia me dado naquele dia.

Nunca subestime o poder de suas ações. Com um pequeno gesto você pode mudar a vida de uma pessoa. Para melhor ou para pior.

Deus nos coloca na vida dos outros para que tenhamos um impacto, uns sobre o outro de alguma forma.

Fonte: http://www.refletirpararefletir.com.br
Fanfic

Uma Wonderbolt especial

capa-uma-wonderbolt-especial

 

Autor :goldpencil04

Sinopse:Quando ponêis tiram sarro de Scootaloo , por ela não saber voar , Rainbow Dash decide ensiná-la ,mas antes , conta uma história de uma wonderbolt especial ,que conseguiu superar suas dificuldades e marcou a história dos wonderbolts .

……………………….

Uma wonderbolt especial

 

Snif, snif, chorava Scootaloo, sentada embaixo da sombra de uma bela árvore em cima de um morro, admirando a bela vista de Ponyville , e um lindo por do sol , quando passa Rainbow Dash rápida como um relâmpago , a Wonderbolt ,que a pequena pégaso tanto admira .

            Rainbow passa tão rápido que nem vê Scootaloo, mas logo volta, e senta ao lado de sua pequena fã e começa a conversar com ela .

-O que aconteceu Scootaloo? Você me parece triste .

-Não foi nada.

-Eu sei que aconteceu algo, pode me falar ,amigos são para isso.

-Ah,Rainbow Dash , todos na escola ficam me dando apelidos como galinha , avestruz e outros ,por que sou uma pégaso que não voa .

-mas Scootaloo, você não pode ligar pra eles , eu também já passei por isso.

-Mas como?Você é a pégaso mais incrível que já conheci , você agora é uma wonderbolt , sabe fazer várias manobras incríveis , já fez vários arco-íris sônicos , o que todos acreditavam que era só uma lenda .

-Quando eu era potrinha eu já era uma ótima voadora , mas quando voava sempre batia em alguma coisa ,na parede , no poste , no chão até já caí na lata de lixo , por causa disso me apelidaram de Rainbow crash e isso é até hoje , mas nunca liguei .

-Nossa, Dash eu não conhecia essa historia  .

-Pois é .Scootaloo , você não deve ligar pra esses apelidos maldosos , você é especial ,você pode ainda não conseguir voar mas você sabe andar de patinete como ninguém .

As duas pégasos ficaram em silêncio por um bom  tempo , admirando o lindo  por do sol de Ponyville

Quando Rainbow Dash disse:

-eu vou te ensinar a voar Scootaloo.

-Sério mesmo ?

-Sério . Mas preciso que você tenha paciência ,dedicação e muito esforço.

O treino começa amanhã .Pode ser ?

-é claro Dash .

-Então ta combinado !

Depois disso Rainbow Dash voa em disparada para sua casa .

Scootaloo continuava lá , refletindo sobre tudo que Dash falava ,a pequena ponêi estava muito animada para os treinos do dia seguinte .

            Ela ia caminhando lentamente observando o céu todo estrelado ,o que fazia aumentar mais ainda o seu desejo de voar , em pouco tempo ela chega a sua casa , o orfanato de Ponyville.

Ela arruma sua cama e tenta dormir, mas tem um horrível pesadelo sobre os treinos do dia seguinte ela acorda e tenta dormir novamente ,chorando.

No dia seguinte Dash esperava  , esperava mas a Scootaloo não aparecia .Rainbow foi correndo no orfanato ver o que aconteceu com a pônei.Chegando lá ela encontra a pequena pégaso na cama desanimada e pergunta :

-Por que você não foi ao treino ? Fiquei preocupada

 Falava Dash.

-Não adianta ensinar uma galinha a voar .Eu desisto e nem quero tentar.

-Quem te disse isso?!

-Ontem eu tive um pesadelo. No sonho eu e você estavamos naquele mesmo lugar da onde conversamos, tentando voar ,eu tentava , tentava , e tentava muito , mas ela nunca conseguia , nem ao menos sair do chão , aos poucos foram chegando outros pôneis , quase a vila inteira , e começam a olhar pra mim e me chamar de galinha , eles faziam coro quando e eu começava a me encolher e chorar , e você dizia falava ‘desisto , não vou ensinar uma galinha a voar por que não adianta ’.

-Eu nunca falaria isso.Mas você não pode desistir assim tão fácil.

-Eu já desisti Rainbow.Tenho medo de que esse pesadelo vire realidade

-Ele não vai virar Scootaloo .Fique tranquila.Vou te contar uma história de persistência ,de uma antiga wonderbolt.

Dash começou a contar a história.‘Há muito tempo atrás, teve um acampamento de vôo dos wonderbolts

.Era um acampamento para aprimorar técnicas de vôo em Ponyville,e encontrar um pônei para substituir uma wonderbolt que se aposentou.

O acampamento era muito grande, tinha pégasos de toda Equestria .Firefly  era a professora de vôo .

A primeira prova foi uma corrida de revezamento ,a equipe vencedora foi a de Lily Blossom ,uma pégaso lilás , de crina amarela , que ainda não tinha cutie mark ,mas alguns pégasos disseram  :

 

-Vocês não podem dar um premio para uma equipe com uma pônei com flanco branco !Aliás quem deixou uma falnco branco vir aqui ?

Wild Bird  falou :

-Isso não é atitude de um bom amigo !Equestria é a terra da amizade !Devemos respeitá-la com ela é !

Mas não adiantou,os pôneis continuavam rindo e reclamando dela.

Tentaram conversar com Skydraw, mas não adiantava, as provocações foram tantas o tempo todo que ela fugiu do acampamento.a Wild Bird   a viu  fugindo e tentou voar atrás dela , mas não conseguiu alcançá-la .

Ela voou tão rápido mas tão rápido ,como nunca tinha voado na vida dela , bateu tão forte em uma árvore e caiu no chão e se machucou muito.

-Onde estou ?O que aconteceu?Quem é você ?

-Calma que já  vou responder a todas essas perguntas.

            Dizia um pônei desconhecido, beje , com olhos azuis e a crina azul clara e azul escura.

            -O que aconteceu com minha asa ?

            -Calma, já direi tudo.

Ela estava em Ponyville, em uma casa um pouco afastada da cidade ,deitada em uma cama ,no quarto do pônei desconhecido ,era um lugar bagunçado ,cheio de peças e ferramentas por todo lado .

            -Oi , meu nome é Shining Star , e como você já deve ter percebido , nós estamos na minha casa.Você caiu enquanto voava e quebrou sua asa ,eu a trouxe até minha casa e chamei um médico ,para te examinar . A noticia que tenho para te dar agora não é muito boa …

            -O que aconteceu com minha asa ?

Perguntava desperada.

            -Ela quebrou inteirinha .Não teve como o médico salvar a sua asa , a fratura foi muito grande .Ele disse que se eu não te trouxesse aqui e não recebesse cuidados médicos  poderia até morrer.

            -Obrigada por me salvar , mas não sei o que faço agora- ela falava chorando- já sou uma pônei sem cutie Mark , e agora uma pégaso de apenas uma asa …

            -Calma .Não precisa chorar .Olhe bem para as suas asas.

            -O que é isso ?

            -É uma prótese de asa .

            -Mas o que é essa tal de prótese?Nunca ouvi essa palavra na minha vida!

            -Você nunca ouviu,pois fui eu que inventei.

            -Você é inventor ? 

            -Sou sim .Mas agora já está de noite ,durma aqui hoje .Amanhã vamos testar essa nova asa.Boa Noite.

            -boa noite .Obrigada por tudo.

No outro dia ..

            -Bom dia .Trouxe seu café da manhã.Hora que terminar ,vamos lá fora tentar voar.

            -Obrigada .

            Esse pônei ,era um tanto misterioso,sempre tinha a expressão séria e triste .Sky Draw foi lá fora tentar voar ,mas ela não saía do chão .

            -Shining Star , não consigo nem sair do chão !

-Continue tentando !

Esse pônei sempre repetia essa frase , ele nunca deixava Lily Blossom parar de tentar .certa vez ela perguntou,

-você me parece um pouco triste

-Triste , eu? De jeito nenhum.

-Pode me falar , não vou fazer nada !

– Não !!!!!!

Depois que eles tiveram essa conversa Shining Star ,se trancou no quarto e começou a chorar , e ele não parava mais ,Lily Blossom tentou falar com ele ,mas ele não deu ouvidos .Ela ficou muito triste de ter provocado aquilo , e fugiu novamente .

            Em seu quarto o pônei beje escuta um barulho que lhe pareceu estranho e vai caminhando normalmente enxugando as lágrimas ,quando se depara com a porta aberta e um bilhete de Lily que dizia o seguinte:

       Desculpe pelo o que fiz ,prometo que não volto nunca mais , eu não queria que acontecesse isso.

Shining Star ,nem pensou duas vezes e foi atrás de Lily  .Mas facilmente ele consegue encontrá-la ,ela estava na floresta e ele disse:

-Saia daqui !Essa floresta é perigosa !

-O que você esta fazendo aqui ?

-Vim te procurar ,fiquei preocupado.

Lily Blossom abraça Shining Star e diz :

-Você me perdoa ?

-É claro , você é a única amiga ,que tive  depois do acidente em Ponyville.

-acidente em Ponyville ?O que aconteceu?

Bem nessa hora aparece um tigre , os dois pôneis saem correndo de medo ,o tigre é muito rápido ,Lily Blossom tropeça numa pedra e machuca o casco e rapidamente Shining Star a coloca nas suas costas e sai correndo .

Com a correria a roupa branca do Shining ,que escondia sua cutie Mark , fica presa em uma árvore e rasgou , revelando a marca especial dele ,que sempre tentou esconder .

        Os dois conseguiram fugir e descansaram embaixo de uma árvore ,olhando o céu estrelado,perto da casa de Shining.

            Lily diz :

-Sua cutie Mark , são três estrelas azuis ,mas uma delas está quebrada!

-Tudo bem ,eu conto,agora não dá mais pra esconder .

-Isso tem a ver com o incidente de Ponyville ?

-Tem sim .Quando era mais novo ,morava em Ponyville ,e eu fazia várias invenções .E gostava de mostrar pros outros pôneis o que eu fazia ,mas eu sempre fracassava, e fracasso até agora .

Eu havia criado um cortador de grama automático, ele era enorme , e eu ia carregando para testar na floresta e tive que passar pela cidade , quando uma pônei muito ,muito,curiosa ,aperta o botão ,e a maquina ,  como ainda não tava pronta começou a andar sozinha e descontrolada tentei parar ela ,mas eu não conseguia ,ela destruiu a prefeitura e algumas casas da cidade,

 Eu consegui destruir uma parte dela ,mas meu rabo prendeu na onde cortava a grama, quando eu ia tirar chegavam pôneis e mais pôneis , bravos por mim ter destruído a cidade e ao mesmo tempo rindo de mim ,nunca passei tanta vergonha na minha vida ,e umas das estrelas da minha cutie Mark mudou ,ela quebrou ao meio, depois disso ,eu sai da cidade .

E nunca mais eu tive coragem de aparece lá de novo.

-Que história triste .

-Você é uma das poucas poneis que aparecem aqui.Mas agora já está de noite ,  eu vou ir dormir , você quer entrar?

-Não,vou tentar voar .

-Tudo bem então .

No outro dia , Shining Star fez diferente ,na hora do treino , ao invés de pedir para Lily Blossom tentar se superar.Ele refez a prótese de asa , e pediu para ela tentar voar ,mas ela não conseguia , e ele tentou várias vezes fazer de novo , mas na ultima quando ele pensou em desistir….

-Shining Star ,olha aqui !

-Olhar eu falhar novamente ?Não obrigado.

-Olha!Eu estou conseguindo voar !

-Nossa!Você esta conseguindo mesmo !Eu nem acredito ! Essa é a minha segunda invenção  ,que funcionou!

Lily Blossom voava ,fazia manobras no céu ,brincava com nuvens ,voava como se nunca tivesse voado .

-Shining Star ,qual foi a sua primeira invenção que funcionou ?

-Foi uma cadeira de rodas , que havia feito para um amigo ,que as pernas traseiras paralisaram ,em um acidente de carroça .

Quando ele conseguiu andar com a cadeira , eu ganhei minha cutie mark  ,daí em diante ,descobri que meu destino era ser inventor ,mas nunca havia imaginado , que seria um inventor fracassado.

-Você não é um fracassado.

-Sou sim.

-Voce é um inventor incrível .Se não fosse você ,eu não estaria voando agora.Voce pelo menos tem cutie mark , eu não .

-não fica triste , eu sei que quando voce ganhar sua cutie mark ,ela vai ser incrível  .

-Você acha mesmo ?

-Acho sim.

-Agora que consigo voar , preciso voltar ao acampamento dos wonderbolts .

-Você foi chamada para ser uma wonderbolt ?

-Fui sim.Mas não quero ir sozinha prá lá você pode vir comigo?

-Onde é ?Não é em Cloudsdale ?

-Não , é em Ponyville.

-Ponyville ?!Não posso voltar prá lá .

-Mas por favor ,eu também não queria voltar ,pois lá os pôneis ficam rindo de mim toda hora , por não ter uma cutie mark .Pelo menos ,com você eu me sentiria melhor .

-Tudo bem,se é pra você eu vou.Espere só um pouco.

Shining Star ,não estava com vontade de voltar para Ponyville,ele sabia que seria muito difícil voltar para lá ,e não sabia qual seria a reação dos pôneis ao vê-lo.

Os dois pôneis foram caminhando ,ambos em silêncio ,o caminho era longo .

Chegando lá , Firefly viu a Lily Blossom e foi voando conversar com ela ,perguntou se estava tudo bem,o que tinha acontecido, Lily Blossom contou tudo ,e o Shining Star ficou escondido, apenas a vendo , alegre voltar para o acampamento.

Triste , foi caminhando para a sua casa isolada ,pois não tinha coragem suficiente para voltar,mas logo ele ouve de longe ,pôneis rindo .

Rapidamente ele volta para ver o que está acontecendo ,quando percebe que eles estavam rindo de Lily Blossom e dizendo:

-Ela não pode ser uma wonderbolt flanco branco e pégaso de uma asa só !

E também escutou a Firefly dizendo :

-Ele tem razão !Como vai conseguir fazer manobras no céu ,com essa outra asa esquisita !

Na hora Shining Star aparece ,os pôneis ficam surpresos ,muito surpresos e em silêncio:

-Chega!Não é porque ela tem apenas uma asa , que ela não pode ser uma Wonderbolt !Ela é capaz , e eu sei disso !

Por que rirem dela ,por não ter cutie mark ?Sendo que com certeza ela voa melhor que muitos aqui !

Parem !Equestria é a terra da amizade !Vocês não deveriam fazer isso com ela !

Depois disso todos os pôneis ficaram tristes e arrependidos e pedindo desculpas , a Lily ,eFirefly diz :

-Me deculpa .Você merece sim ,uma segunda chance.

Quando ela disse isso os olhos de Lily Blossom brilharam e ela correu abraçar o Shining star e e disse:

-Obrigado, se não fosse você ,eu não sei o que eu faria .

-De nada .

Depois disso,a cutie mark de Shining Star começou a brilhar e todos repararam isso. Lily Blossom disse :

-Shining Star …

-Que foi ?

-Olhe a sua cutie mark !

-Ela está diferente !

-Sim!Continua as três estrelas ,mas a quebrada está com um curativo!

-E olha para a sua !

-A minha !?

-Sim !

-São três flores de lírio !!!

Ambos se abraçaram e começaram a chorar juntos .

Daquele dia em diante  Shining Star , percebeu que o real significado de sua cutie mark ,não era simplesmente inventar coisas ,mas sim,inventar coisas para ajudar os outros pôneis como a prótese de asa.

E  a Lily Blossom ,descobriu que sua cutie mark ,tinha a ver com ser wonderbolt , e como encantava todos como um perfume e a beleza de uma flor .

Depois ,Shining Star volta a morar em Ponyville e Lily Blossom vira uma grande wonderbolt ,uma wonderbolt especial.

-Que história linda Rainbow Dash !

Dizia Scootaloo.

-Sim ela é muito linda mesmo.

-Quero tentar voar agora mesmo !Não vou desistir !

Scootaloo e Rainbow Dash ,Ficaram treinando juntas, até o final do dia.

Fanfic

Untitled BR

Sweetie-Belle

 

“Anjo de Luz, guardião da minha vida. Ilumina a minha alma, guarda-me dos males, orienta a minha inspiração, fortalece a minha sintonia com Deus e torna-me forte diante dos percalços. Lembra-me todos os dias de não julgar, nem ferir. Tinge a minha mente de amor e harmonia para que eu possa tornar o mundo melhor, agora e para todo o sempre. Amém.”

Fanfic, Fanfics estrangeiras

A garotinha e o milagre

A garotinha e o milagre

Uma garotinha foi para o quarto e pegou um vidro de geléia que estava escondido no armário e derramou todas as moedas no chão.

Contou uma por uma, com muito cuidado, três vezes. O total precisava estar exatamente correto. Não havia chance para erros.

Colocando as moedas de volta no vidro e tampando-o bem, saiu pela porta dos fundos em direção à farmácia Rexall, cuja placa acima da porta tinha o rosto de um índio.

Esperou com paciência o farmacêutico lhe dirigir a palavra, mas ele estava ocupado demais. A garotinha ficava arrastando os pés para chamar atenção, mas nada. Pigarreava, fazendo o som mais enojante possível, mas não adiantava nada. Por fim tirou uma moeda do frasco e bateu com ela no vidro do balcão. E funcionou!

– O que você quer? – perguntou o farmacêutico irritado. – Estou conversando com o meu irmão de Manehattan que não vejo há anos -, explicou, sem esperar uma resposta.

– Bem, eu queria falar com o senhor sobre a minha irmã -, respondia a garotinha no mesmo tom irritado. – Ela está muito, muito doente mesmo, e eu queria comprar um milagre.

– Desculpe, não entendi. – disse o farmacêutico.

– O nome dela é Cloudchaser. Tem um caroço muito ruim crescendo dentro da cabeça dela e o meu pai disse que ela precisa de um milagre. Então eu queria saber quanto custa um milagre.

– Garotinha, aqui nós não vendemos milagres. Sinto muito, mas não posso ajudá-la. – Explicou o farmacêutico num tom mais compreensivo.

– Eu tenho dinheiro. Se não for suficiente vou buscar o resto. O senhor só precisa me dizer quanto custa.

O irmão do farmacêutico, um senhor bem aparentado, abaixou-se um pouco para perguntar à menininha de que tipo de milagre a irmã dela precisava.

– Não sei. Só sei que ela está muito doente e a minha mãe disse que ela precisa de uma operação, mas o meu pai não tem condições de pagar, então eu queria usar o meu dinheiro.

– Quanto você tem? – perguntou o senhor da cidade grande.

– Dois bits -, respondeu a garotinha bem baixinho. – E não tenho mais nada. Mas posso arranjar mais se for preciso.

– Mas que coincidência! – disse o senhor sorrindo. – Dois bits! O preço exato de um milagre para irmãzinhas!

Pegando o dinheiro com uma das mãos e segurando com a outra a mão da menininha, ele disse: – Mostre-me onde você mora, porque quero ver a sua irmã e conhecer os seus pais. Vamos ver se tenho o tipo de milagre que você precisa.

Aquele senhor elegante era o Dr. Carlton Armstrong, um neurocirurgião. A cirurgia foi feita sem custos para a família, e depois de pouco tempo a irmãzinha teve alta e voltou para casa.

Os pais estavam conversando alegremente sobre todos os acontecimentos que os levaram àquele ponto, quando a mãe dizia em voz baixa:

– Aquela operação foi um milagre. Quanto será que custaria?

A garotinha sorriu, pois sabia exatamente o preço: dois bits! (Mais a fé de uma criancinha).

Em nossas vidas, nunca sabemos quantos milagres precisaremos.

Um milagre não é o adiamento de uma lei natural, mas a operação de uma lei superior.

Autor: Homero Boechat

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Uma lição sobre a vida

Uma lição de vida

Uma professora, diante da sua turma, sem dizer uma palavra pegou um cesto grande, mas vazio, e começou a enchê-lo com maçãs.

A seguir, perguntou aos estudantes se o cesto estava cheio. Todos estiveram de acordo em responder que “sim”.
A professora pegou então cinco caixas de fósforos e despejou todos os palitos dentro do cesto.
Os fósforos preencheram os espaços vazios entre as maçãs. A professora voltou a perguntar aos alunos se o cesto estava cheio, e eles voltaram a responder que “Sim”.

Após a resposta, a professora pegou uma caixa de areia e a derramou para dentro do cesto. Obviamente que a areia encheu todos os espaços vazios e a professora questionava novamente se o cesto estava cheio. Os alunos responderam-lhe com um “Sim” retumbante.

A professora em seguida derramou uma jarra de café ao conteúdo do cesto e preencheu todos os espaços vazios entre a areia.

Os estudantes riram nesta ocasião. Quando os risos terminaram, a professora comentou: “Quero que percebam que este frasco é a vida. As maçãs são as coisas importantes: a família, os filhos, a saúde, a alegria, os amigos, as coisas que os apaixonam. São coisas que mesmo que perdêssemos todo o resto, a nossa vida ainda estaria cheia.

Os fósforos são outras coisas importantes, como o trabalho, a casa, o carro, etc. A areia é todo o resto, as pequenas coisas.

“Se tivéssemos colocado primeiro a areia no cesto, não haveria espaço para os fósforos, nem para as maçãs. O mesmo ocorre com a vida. Se gastarmos todo o nosso tempo e energia com coisas pequenas, nunca teremos lugar para as coisas que realmente são importantes. Prestem atenção às coisas que realmente importam. Estabeleçam suas prioridades, e o resto é só areia.”

Um dos estudantes levantou o braço e perguntou: – Então e o que representa o café?
A professora sorriu e disse: “Ainda bem que perguntou isso! O café é só para mostrar que por mais ocupada que a nossa vida possa parecer, há sempre lugar para tomarmos um café com um amigo.”

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A lei do caminhão de lixo

A lei do caminhão de lixo

Um dia peguei um táxi para o aeroporto. Estávamos rodando na faixa certa, quando de repente um carro preto saiu do nada do estacionamento bem na nossa frente. O taxista pisou no freio bruscamente, deslizou e por pouco escapou de bater em outro carro, foi por um triz!

O motorista do outro carro que quase causou o acidente sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós, nervosamente. Mas o taxista apenas sorriu e acenou para ele, fazendo um sinal de positivo de maneira bastante amigável.

Surpreso, lhe perguntei: Porque você fez isto? Este cara quase arruinou o seu carro! O motorista do táxi me ensinou o que eu agora chamo de “A Lei do Caminhão de Lixo.” Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo. -Andam por aí carregadas de lixo, cheias de frustrações, cheias de raiva, traumas e desapontamento. – À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente. Nunca tome isso como pessoal. Isto não é problema seu, é dele. Apenas sorria, acene, deseje-lhes sempre o bem, e vá em frente. Não pegue o lixo de tais pessoas e nem o espalhe sobre outras pessoas no trabalho, EM CASA, ou nas ruas. Fique tranquilo… respire E DEIXE O LIXEIRO PASSAR. O princípio disso é: Pessoas felizes não deixam os caminhões de lixo estragarem o seu dia. A vida é muito curta, não leve lixo com você! Limpe os sentimentos ruins, aborrecimentos do trabalho, picuinhas pessoais, ódio e frustrações. Ame as pessoas que te tratam bem. E trate bem as que não o fazem.

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O natal de Twilight Sparkle

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Ilustrador: Candy Stealer

SINOPSE: Quando criança, Twilight queria saber que método Papai Noel utilizava para conseguir entregar os presentes de natal para milhares de crianças em apenas um dia, mas ao pesquisar informações na Biblioteca de Canterlot, ela vai descobrir da forma mais inesperada possível.

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Tudo começou com uma curiosidade, típica de criança: “Mãe, como o Papai Noel consegue entregar presentes pra todo mundo no dia de natal?”

A mãe, distraída com seus afazeres, respondia com um simples (e frustrante) “Ele é o Papai Noel, Twi. Ele consegue.”

Twilight não ficava nada satisfeita com a resposta. Embora estivesse com oito anos de idade, já tinha discernimento e curiosidade suficiente para causar um nó em sua cabeça tentando entender como Papai Noel conseguia tal proeza em apenas um dia.

Então foi até o seu pai fazer a mesma pergunta; o pai, sem saber o que dizer e com medo de falar alguma bobagem que pudesse fazer sua filha não acreditar mais em Papai Noel, fazia uma longa explicação sobre fusos horários, sobre como Papai Noel conseguia passar por continentes diferentes, um monte de explicações confusas que para Twilight Sparkle não faziam sentido algum.

Consequentemente, a dúvida persistia; a pequena unicórnio roxo decidiu ir até a Biblioteca de Canterlot, na esperança de encontrar alguma informação que pudesse sanar sua dúvida. Usando uma enciclopédia mágica que buscava todo tipo de palavras ou frases dos livros disponíveis em toda a biblioteca, Twilight pegava uma pena, mergulhava em um frasco de tinta e escrevia a seguinte frase na enciclopédia:

COMO PAPAI NOEL ENTREGA PRESENTES PARA TODO MUNDO?

A pesquisa ofereceu 1.345.547 resultados de livros disponíveis na biblioteca, incluindo mapas de lojas de presentes, venda de produtos de decoração e árvores de Natal, cartões de Natal e mais um monte de informações que nem chegavam perto de responder sua pergunta. Twilight foi passando página por página de resultados, até que cerca de trinta páginas depois, uma lhe chamou atenção: “fale com o Papai Noel”. Curiosa, ela foi até a prateleira onde estava o livro com a referida frase. Ao abri-lo, não havia conteúdo algum, apenas diversas páginas em branco, porém na contracapa havia outra pena, e um pouco abaixo dela o texto “escreva para enviar uma mensagem”.

Um pouco incrédula, Twilight começava a escrever, até completar duas páginas. Quando terminou, se surpreendeu ao ver as páginas escritas desaparecerem de forma semelhante aos pergaminhos que são enviados à Princesa Celestia.

Foi aí que tudo começou.

À noite, novamente em sua casa, a unicórnio roxo se trancava em seu quarto, pensativa. De repente, as luzes do quarto se apagaram, e foram substituídas por uma mistura de cores, que Twilight identificava após alguns segundos como sendo luzes de Natal. Lentamente, ela voltava a enxergar, onde foi pega de surpresa ao perceber que não estava mais em casa.

A primeira coisa que viu foi uma placa com os dizeres “Oficina do Papai Noel – Sem acidentes há 2.345.341.678 dias”.

“Ei, deu certo!!! Eu falei!!!” O duende do marketing saltitava. “Eu falei que a gente devia usar aquele livro ao invés de receber cartas!! Mas ninguém acreditou e abandonou aquele livro em uma prateleira qualquer daquela biblioteca.”

“Sim, mas era para o livro trazer crianças para cá?” O cético duende de Tecnologia de Informação questionava.

“Veja bem, não era exatamente ISSO que deveria acontecer, mas é válido, pois é uma experiência co-participativa com nosso público-alvo, que permite à nossa empresa se comunicar melhor criando experiências com nossa marca…”

Os outros duendes ignoravam o do Marketing e se dirigiam até Twilight. Após se certificarem que a pequena unicórnio roxo estava bem, a levaram por largos corredores, repletos dos enfeites de Natal mais brilhantes do que Twilight já tinha visto, com uma luz natural que deixava tudo mais bonito. Os corredores eram limpos, e as paredes tinham alguns quadros de aviso, calendários, mapas de planejamento. Tudo muito organizado, como se esperava, e isso, obviamente, deixava Twilight com um brilho nos olhos.

Ela chegava em uma sala de conferência, com um mapa mundi gigante no centro cheio de luzes acesas, indicando vários lares de crianças. O duende do SAC (serviço de atendimento ao cliente) e o duende do Marketing a acomodaram no sofá e começavam a conversar com a unicornio:

“Pois então, Twilight,” – disse o do SAC, levantando uma sobrancelha. “O que podemos fazer para lhe ajudar?”

“Bom, é que…” – Twilight gaguejava um pouco, ainda não acostumada com tudo que via, “…eu queria saber como o Papai Noel entrega todos os brinquedos”.

O duende do marketing saltava da cadeira. Era sua hora de brilhar. “Veja bem garota, esquece essa coisa da entrega: o segredo do sucesso está no nosso planejamento estratégico, que começa por manter um mailing atualizado de todos nossos clientes, mantendo-os encantados durante o ano todo até o Natal, quando começa a parte menos interessante, que é a entrega”.

Que bobagem!” O duende da área técnica entrava na sala. “É Twilight Sparkle seu nome, certo? Amiguinha, a entrega é a parte mais importante do Natal. Trabalhamos 365 dias por ano regulando o trenó, mantendo as renas alimentadas e exercitadas, com um controle rigoroso da linha de produção em conjunto com a logística…”

Nisso, entrou o duende do RH na pequena sala, que começava a deixa-la apertada: “E as pessoas? Coordenamos mais de 5 mil funcionários, que atuam em perfeita harmonia e são constantemente motivados por nós para que tudo dê certo…”. O duende do Financeiro entrava atropelando e falava do budget milimetricamente planejado, que por sua vez foi atropelado pelo de Compras, que falava da importância de ter matérias-primas ideais para realização do serviço.

Lá pelas tantas, quando não cabia mais duendes na sala, o alto-falante da oficina soava, com a voz do duende assistente do Papai Noel:

“Atenção duendes da segurança: favor levar a unicornio da sala de conferências 2 para a sala do Papai Noel.”

Dois duendes de tamanho 3×4 e óculos escuros abriram caminho no mar de funcionários de todas as áreas que estavam na sala e conduziram Twilight por mais uma série de corredores.

À medida que chegava mais perto do destino, os corredores pareciam brilhar com mais intensidade.

Os duendes a deixaram em uma grande sala, com apenas uma mesinha simples de madeira. Na parede, fotos de diversos Natais, confraternizações na oficina, e várias anotações. Em um dos cantos, sacolas de cartas de crianças. Na mesa, Twilight observava uma bela foto da Mamãe Noel, ao lado de alguns papéis, memorandos e outras coisas deixadas pelos duendes.

Enquanto Twilight olhava para o resto da sala, um casco lhe tocava no ombro. O susto da unicórnio ao ser surpreendida nem se comparava ao que tomou quando viu que o casco era do Papai Noel.

“Oi Twilight, tudo bem com você?”

“…………………..t-tudo!” Twilight estava perdida, ela poderia dizer para si mesma que naquele momento sua pele estava branca ao invés de roxa.

Não fica de pé não, Twilight; pode sentar, fique à vontade.” Papai Noel foi conversando com a unicórnio até que ela se sentisse à vontade.

Após alguns minutos de conversa e uns refrescos trazidos pelo duende assistente, Twilight finalmente fazia a pergunta que a levou até o Polo Norte:

Papai Noel, como o senhor faz para entregar presentes para todo mundo em apenas um dia?”

E Twilight contava as várias versões de todos os duendes para Papai Noel, que ouvia com muita calma.

Twilight, apesar dos meus duendes terem se empolgado um pouco, todos eles falaram a verdade. Olhe para a bola de cristal, deixa eu te mostrar um pouco do que nós fazemos.” E a bola de cristal gigante se iluminava. Papai Noel começava a dar diversas explicações, sobre como cada departamento fazia sua parte de maneira bem harmoniosa e com igual importância.

Durante o ano, a área de marketing mantém vivo o interesse de todo mundo no Natal para que todos enfeitem bem as casas e os duendes saibam onde entregar os presentes. A área comercial faz a captação dos pedidos via carta e faz a ligação com a área de compras e financeira, que providenciam todos os produtos que vão para a logística, que arruma as embalagens para cada criança. Dali, os presentes são preparados para entrar não em um trenó, mas em vários, todos bem preparados pela área técnica, com os duendes pilotos esperando. Os trenós percorrem o mundo e distribuem os presentes.”

Twilight ia ouvindo a explicação e ficando desanimada.

Então não era Papai Noel que entregava os presentes? A unicornio era pura desolação, vendo a fantasia ruir, mas Papai Noel não perdia o sorriso.

“Agora Twilight, você vem comigo que eu vou te mostrar a minha parte”.

Twilight ficava confusa. Mas os duendes não faziam tudo sozinhos? Ela passava com Papai Noel pelos corredores até chegar em um enorme hangar em uma das pontas da oficina, onde vários duendes já partiam para diversos pontos do mundo, com os trenós cheios de presentes. A unicornio e o Papai Noel se dirigiram para a plataforma principal, onde estava estacionado seu trenó particular.

O velhinho acomodava Twilight no banco do passageiro e subia no trenó. Era quase meia-noite, e os dois partiram.

Após mais ou menos uns 10 segundos de viagem, chegaram na primeira cidade. Lá, um senhor dormia na rua, passando frio, abraçado a uma garrafa. A rua estava fria, feia e triste, sem nenhuma luz ou cuidado.

Papai Noel descia do trenó, enquanto que Twilight, do banco do passageiro, observava Papai Noel tocar de leve a cabeça do mendigo, que se levantava após alguns instantes, com um sorriso. Começava a se dirigir para o albergue do outro lado da rua, onde as luzes acesas e os sons eram certamente bem melhores que a rua.

Twilight achava estranho, tentava perguntar algo, mas Papai Noel subia no trenó e acelerava novamente. O trenó subia, subia, subia até um ponto muito alto da cidade, na cobertura de um prédio.

Lá dentro, um outro senhor, mas diferente daquele que dormia na rua, com o conforto do lar, jantava sozinho uma ceia que parecia ter sido feita para 20 pôneis, rodeado de quadros caros, esculturas raras, talheres de prata e enfeites de ouro.

Nada na casa indicava que era Natal, tudo era muito escuro e pouco convidativo, de muitas maneiras parecido com o beco escuro onde o mendigo dormia.

Papai Noel se aproximava do homem e tocava-lhe no peito. No mesmo instante ele levantava da mesa, com um olhar determinado. Juntava toda a comida da mesa em cestos improvisados, ainda buscava mais coisas da dispensa e corria até o elevador.

Papai Noel e Twilight desceram no trenó, seguindo o pônei, que se dirigia ao mesmo albergue onde o mendigo entrou.

Do lado de fora, os dois olhavam para dentro do albergue. Lá, o pônei rico distribuía sua ceia, enchendo os pratos de todos, inclusive o do mendigo, que depois de um grande jantar começava a cantar para todos que lá estavam, com uma voz que espalhava alegria. Todos estavam muito felizes, e Twilight ficava igualmente feliz com o que via, mas outra dúvida acabava emergindo da unicórnio roxo.

Papai Noel, como você muda o comportamento dos outros? Com hipnose? Isso é certo?”

Papai Noel sorria. “De forma alguma, querida. Eu apenas desperto a bondade que existe em cada um.” Ele batia no ombro da pequena unicornio, ainda encantada com o que via. “Agora sim você entende o que eu faço, e a importância disso. Dar presentes qualquer um pode dar, mas o Natal serve para darmos esperança para quem tem pouco e bondade para quem tem muito”.

Depois de muitas viagens, a próxima foi exatamente para a casa da unicórnio roxo, onde o velhinho a deixava a tempo para a ceia com a família. Twilight observava da janela Papai Noel desaparecer em meio à neblina daquela noite, pensando em tudo em que ela havia passado e prometendo para si mesma que aquelas lembranças ficariam para sempre intactas em suas memórias.

Repentinamente, um unicórnio azul abria a porta do quarto de Twilight, enquanto dizia:

Aí está você, Twi!! Advinha só o que o Papai Noel lhe trouxe de presente!!”

E então seu pai entrava no quarto com uma boneca novinha, do jeito que Twilight queria.

Com um largo sorriso, a pequena unicornio roxo olhava para o pai enquanto dizia:

“Isso não é nada pai, você tem que ver o presentão que o Papai Noel me deu esse ano!”

Fonte: http://www.refletirpararefletir.com.br