A páscoa e o dilema do consumo de carne

Rainbow indignada

Para os cristãos, a Páscoa é uma data de extrema importância que celebra a ressurreição de Cristo três dias após a sua morte por crucificação. A Páscoa também é definida por teólogos do mundo todo como uma “esperança viva” atribuída por Deus. Ou seja, uma data propícia para a restauração da fé em um mundo mais auspicioso, justo e misericordioso.

É exatamente no período que antecede a Páscoa que os cristãos se abstêm de “carne” – na realidade, quase sempre carne vermelha, e jejuam principalmente na Quarta-Feira de Cinzas e na Sexta-Feira Santa. No entanto, é usual o consumo de peixes. Mas não seria o peixe um ser carnoso? Assim como o boi, o porco, o frango?

De fato, e inclusive com níveis de senciência e consciência equiparáveis a outras espécies animais, segundo o artigo “The Fish Intelligence, Sentience and Ethics” (A inteligência do peixe, senciência e ética), publicado na revista Animal Cognition em janeiro de 2015. Mas, claro, não precisamos de pesquisa alguma para concluir que um peixe sofre antes de morrer – basta testemunhá-lo se debatendo fora d’água enquanto é violentamente vitimado por asfixia.

Porém, é importante ressaltar tal fato porque exemplifica o equívoco da ideia de um “jejum de carne” nesse período – algo tão propalado por tanta gente que ignora o fato de que o peixe também é essencialmente um ser carnoso repleto de vida e interesse em não sofrer e morrer precocemente.

De acordo com o padre Paulo Ricardo, o jejum no período de Páscoa é uma prática plurissecular que mostra aos cristãos a importância de uma vida de ascese (prática que visa o desenvolvimento espiritual). Ou seja, o jejum do consumo de animais, desconsiderando o peixe, é uma forma de se alcançar à virtude da temperança, “uma virtude moral que modera a atração pelos prazeres, assegura o domínio da vontade sobre os instintos e mantém os desejos dentro dos limites da honestidade.”

Mas se o “jejum de carne” representa algo em tão alta estima pelos cristãos, sendo apontado como uma grande virtude moral, por que não se abster completamente desse consumo, e não somente no período de Páscoa? Por que não incluir os peixes nessa abstenção fundamentada na virtude moral, já que eles também são animais? E como são sencientes, será que não inspiram a misericórdia da renovação da fé cristã? O exercício da violência contra outras espécies não é inclemente, em oposição ao desejo de um mundo justo e misericordioso?

Francisco de Assis, uma referência para milhões de católicos do mundo todo que se alimentam de animais, dizia que “todas as criaturas são nossos irmãos e irmãs”, e que eles não são seres com menos direito à vida do que os humanos – tanto que ele compartilhava suas pregações com pessoas e animais. Discursava que o seu amor por Deus se manifestava por meio de seu amor e respeito por criaturas humanas e não humanas.

Independente de seus hábitos alimentares, não seria uma mensagem de que não devemos endossar a violência contra outras espécies? Animais que domesticamos e tornamos vulneráveis para atender aos prazeres que não controlamos? À volúpia do paladar? Embora símbolo inquestionável do antropocentrismo no seio da civilização cristã ocidental. Tomás de Aquino escreveu na “Suma Teológica” que “o jejum (de carne) foi estabelecido pela Igreja para reprimir as concupiscências da carne, cujo objeto são os prazeres sensíveis da mesa.”

Mas não é isso que a maioria dos cristãos faz o ano todo, quando se alimentam desnecessariamente de animais? E, claro, para além da questão da virtude moral vaticinada pela Igreja Católica, sabemos que o consumo de carne não é essencial à vida; basta considerarmos a existência de veganos e vegetarianos saudáveis. Sendo assim, resta-nos uma conclusão – não há nada de nobre e equânime em comer animais, porque representa basicamente a primazia do paladar, ou seja, os “prazeres sensíveis da mesa”, que normalmente as pessoas não controlam por condicionamento, hábito e conveniência.

Aliás, muita gente usa Jesus para justificar o consumo de carne, afirmando que ele também consumia peixe. Mas se esquecem do detalhe que na época dele, há mais de dois milênios atrás, o alimento era escasso, não existia mercados, restaurantes, self service, comodidades de serviços de entrega, etc. Na época de Jesus, alimentação era uma questão de SOBREVIVÊNCIA, hoje é uma questão de ESCOLHA (como os próprios vegetarianos e veganos demonstram atualmente, tendo uma vida perfeitamente saudável).

O que Cristo mais fazia era discursar sobre a revolução do respeito, da dignidade, do amor incondicional, e ele fazia isso desafiando as pessoas da época a romperem as barreiras intelectuais, a desenvolverem a arte de pensar, de serem autocríticas, de questionarem as própria crenças e evoluírem tais virtudes com o passar dos anos, décadas, séculos…. ou seja, comparar uma dieta alimentar de mais de dois mil anos com a atual é o pior dos retrocessos, e ainda usar Jesus de exemplo é autodenunciar o fato de que não aprendeu nada do que ele ensinava.

A humanidade está seguindo o caminho de Cristo?

Todos os anos no Brasil, sem qualquer piedade, são sacrificados mais de cinco bilhões de animais, não por saúde, sobrevivência ou legítima defesa, mas por hábito, tradição, sabor e obviamente, dinheiro. Afinal, qual é a definição de holocausto? Seria o massacre de seres humanos ou o massacre de seres inocentes? Obviamente que é este último, o que nos leva ao maior dentre todos os holocaustos. Jesus foi capaz de sacrificar a própria vida pela humanidade, que por sua vez não é capaz nem mesmo de sacrificar o hábito, tradição e paladar.

Jesus salientava que jamais deveríamos perder a fé.

Peguemos de exemplo o argentino Claudio Bertonatti. Nas palavras do próprio Claudio: “Vegetarianos e veganos cometem equívoco ao acreditarem que não estão matando animais. Visitem um campo de produção pecuária e outro de produção agrícola na mesma região e anotem a diversidade de formas de vida que veem em cada um deles. O resultado será inequívoco: um cultivo (soja, trigo, milho ou arroz, para citar os mais difundidos) não convivem com muito mais que si mesmo. Inclusive, acontece isso com a horta mais orgânica do mundo. As espécies animais não somente não são bem vindas, mas também, nos cultivos não orgânicos (a maioria), são combatidas com biocidas ou agrotóxicos, quando não, tiros ou outras formas de luta para evitar a presença de predadores que causam danos ou perdas econômicas.” Com essa conclusão, Claudio que era vegetariano, voltou a ser onívoro.

Quando nos deparamos com um impasse ou obstáculo aparentemente insuperáveis, temos duas opções: A primeira é encará-los com sentimento de derrota ou fracasso, e a segunda, com sentimento de que temos algo a aprender e superar. Se optarmos pela primeira, seguiremos os passos de Claudio Bertonatti e desistiremos de lutar por um mundo melhor, seremos estacionários. Se optarmos pela segunda, entenderemos que vegetarianos e veganos estão conscientes de que não podem fazer milagres, de que não podem tornar o mundo perfeito da noite para o dia e que certamente nem viverão para testemunhar tal milagre. Mas é exatamente por não perderem a fé, por não desistirem, que edificam, ainda que gradativamente, uma sociedade que causa o menor dano possível em si mesmo, nos animais e na natureza, colocando em prática a revolução do amor que Jesus tanto pregava.

Certo dia Jesus disse: “No mundo, passais por várias aflições, mas tende bom ânimo, pois eu venci o mundo.” Ele quis dizer que reconheceu que a vida é sinuosa e possui turbulências inevitáveis (como as que Claudio Bertonatti mencionou), e encorajava seus íntimos a não se intimidarem diante das aflições da existência, mas a se equiparem com ânimo e determinação para SUPERÁ-LAS. Disse que tinha vencido o mundo, superado as intempéries da vida, o que indica que ele não vivia sua vida de qualquer maneira, mas com CONSCIÊNCIA, com metas bem estabelecidas e ao mesmo tempo, deixava bem claro de que todos nós somos capazes de fazer o mesmo.

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Conheça duas maneiras fáceis de ajudar as vítimas da guerra na Síria

herois

Ajude a transformar o futuro de famílias inteiras desoladas pelo caos e sofrimento da guerra na Síria.

A guerra que assola a Síria tomou proporções ainda mais cruéis quando a notícia de que mais de mil crianças já foram mortas desde o início de 2018, foi divulgada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). As autoridades estimam que o número corresponde a uma morte por hora.. 4,5 milhões de cidadãos se viram obrigados à deixarem seus lares.

O Observatório Sírio de Direitos Humanos ainda comunicou que cerca de 65% das vítimas faleceram devido aos bombardeios aéreos protagonizados por aviões do regime sírio e russo. O diretor regional da Unicef, responsável pelas regiões do Oriente Médio e Norte da África, Geert Cappelaere ainda ressaltou que há meses as entidades que atuam para ajudar as vítimas da guerra não conseguem acessar três áreas, onde o conflito tem se intensificado, são elas Idlib, Ghouta Oriental e Dera’a. Ele ainda calcula que mais de 5 milhões de pequenos necessitem de assistência humanitária em todo o território sírio.

A pediatra síria Amani Ballour, de 30 anos, responsável por cuidar das vítimas da região de Ghouta Oriental, comunicou, em entrevista ao portal brasileiro R7, que não há lugar seguro, visto que os ataques ministrados pelo governo do presidente Bashar al-Assad, têm tido como alvo hospitais, creches e escolas.

Diante de tanto caos, sofrimento e desespero, há duas atitudes possíveis: a primeira, que claramente não ajudará essas pessoas, é cruzar os braços. Já a segunda, trata-se de assumir nossa responsabilidade social e ajudar a transformar o futuro de famílias inteiras que estão à procura de algo que, infelizmente, não faz mais parte de suas vidas: a paz.

Então, ao invés de gastarmos nosso dinheiro apenas com netflix, jogos eletrônicos, etc, por que não ajudar também? Por que não desenvolvermos em nós a caridade desinteressada? (SIM, desinteressada, existe um significado muito importante por trás desse termo…).

Conheça duas maneiras de ajudar as vítimas:

1. Ajude os Capacetes Brancos

Encabeçada pelo líder humanitário Raed Al-Saleh, esta organização é responsável por procurar e salvar vítimas em regiões controladas pelos rebeldes, inclusive em Aleppo.

Até o presente momento, 10 mil feridos já foram resgatados durante o conflito. Integrantes também desempenham, além da retirada de pessoas de bombardeios e escombros, as tarefas de arrecadação de dinheiro para próteses e apoio psicológico aos familiares dos mortos. Saiba como ajudar visitando seu site oficial.

2. Ajude o Salve As Crianças

Esta ONG é responsável por auxiliar crianças e seus familiares a fugirem dos conflitos que os afetam – tanto os que se mudam internamente, quanto aqueles que partem para outros países. Basta acessar o site https://www.savethechildren.org e clicar no botão vermelho “donate”.

Fonte: Claudia Abril

O Homem de Bem

 

O verdadeiro homem de bem é aquele que pratica a lei de justiça, de amor e caridade, na sua maior pureza. Interroga a sua consciência sobre os próprios atos, pergunta se não violou essa lei, se não cometeu o mal, se fez todo o bem que podia, se não deixou escapar voluntariamente uma ocasião de ser útil, se ninguém tem do que se queixar dele, enfim, se fez aos outros aquilo que queria que os outros fizessem por ele.

Tem fé em Deus, na sua bondade, na sua justiça e na sua sabedoria; sabe que nada acontece sem a sua permissão, e submete-se em todas as coisas à sua vontade e sabe que não precisa de nenhuma religião para seguir os preceitos de Deus, bastando os princípios acima.

Tem fé no futuro, e por isso coloca os bens espirituais acima dos bens materiais.
Sabe que todas as vicissitudes da vida, todas as dores, todas as decepções, são provas ou expiações, e as aceita sem murmurar.

O homem possuído pelo sentimento de caridade e de amor ao próximo faz o bem pelo bem, sem esperar recompensa, paga o mal com o bem, toma a defesa do fraco contra o forte e sacrifica sempre o seu interesse à justiça.

Encontra e usa satisfação nos benefícios que distribui, nos serviços que presta, nas venturas que promove, nas lágrimas que faz secar, nas consolações que leva aos aflitos. Seu primeiro impulso é o de pensar nos outros antes que em si mesmo. O egoísta, ao contrário, calcula os proveitos e as perdas de cada ação generosa.

É bom e benevolente para com todos, sem distinção de raças, espécies e nem de crenças, porque vê todos como irmãos.

Respeita nos outros todas as convicções sinceras, e não lança o anátema aos que não pensam como ele.

Em todas as circunstâncias, a caridade é o seu guia. Considera que aquele que prejudica os outros com palavras maldosas, provocações, que fere a suscetibilidade alheia com o seu orgulho e o seu desdém, que não recua à idéia de causar um sofrimento, uma contrariedade, ainda que ligeira, quando a pode evitar, falta ao dever do amor ao próximo e não merece a clemência do Senhor.

Não tem ódio nem rancor, nem desejos de vingança. A exemplo de Jesus, perdoa e esquece as ofensas, e não se lembra senão dos benefícios. Porque sabe que será perdoado, conforme houver perdoado.

É indulgente para as fraquezas alheias, porque sabe que ele mesmo tem necessidade de indulgência, e se lembra destas palavras do Cristo: “Aquele que está sem pecado atire a primeira pedra”.

Não se compraz em procurar os defeitos dos outros, nem a pô-los em evidência. Se a necessidade o obriga a isso, procura sempre o bem que pode atenuar o mal.

Estuda as suas próprias imperfeições, e trabalha sem cessar em combatê-las. Todos os seus esforços tendem a permitir-lhe dizer, amanhã, que traz em si alguma coisa melhor do que na véspera.

Não tenta fazer valer o seu espírito, nem os seus talentos, às expensas dos outros. Pelo contrário, aproveita todas as ocasiões para fazer ressaltar a vantagens dos outros.

Não se envaidece em nada com a sua sorte, nem com os seus predicados pessoais, porque sabe que tudo quanto lhe foi dado pode ser retirado.

Usa mas não abusa dos bens que lhe são concedidos, porque sabe tratar-se de um depósito, do qual deverá prestar contas, e que o emprego mais prejudicial para si mesmo, que poderá lhes dar, é pô-los ao serviço da satisfação de suas paixões.

Se nas relações sociais, alguns homens se encontram na sua dependência, trata-os com bondade e benevolência, porque são seus iguais perante Deus. Usa sua autoridade para erguer-lhes a moral, e não para os esmagar com o seu orgulho, e evita tudo quanto poderia tornar mais penosa a sua posição subalterna.

O subordinado, por sua vez, compreende os deveres da sua posição, e tem o escrúpulo de procurar cumpri-los conscientemente.

O homem de bem, enfim, respeita nos seus semelhantes todos os direitos que lhes são assegurados pelas leis da natureza, como desejaria que os seus fossem respeitados.

Esta não é a relação completa das qualidades que distinguem o homem de bem, mas quem quer que se esforce para possuí-las, estará no caminho que conduz às demais.

O Tijolo

Um jovem e executivo bem sucedido dirigia, em alta velocidade sua nova Ferrari. De repente, um tijolo espatifou-se na porta lateral do veículo.

Ele freava bruscamente e dava ré até o lugar de onde teria vindo o tijolo. Saltou do carro e pegou bruscamente uma criança, empurrando-a enquanto gritava:

– Por que fez isso? Quem é você? Que besteira você pensa que está fazendo? Este é um carro novo e caro. Aquele tijolo que você jogou vai me custar muito dinheiro. Por que você fez isto?

– Por favor senhor me desculpe, eu não sabia mais o que fazer! Implorou o pequenino. – Ninguém estava disposto a parar e me atender neste local.

Lágrimas corriam do rosto do garoto, enquanto apontava na direção da cadeira de roda.

– É meu irmão. Ele desceu sem freio e caiu de sua cadeira de rodas e não consigo levantá-lo. Soluçando, o menino perguntou ao jovem:

– O senhor poderia me ajudar a recolocá-lo em sua cadeira de rodas? Ele está machucado e é muito pesado para mim.

Movido internamente muito além das palavras, o jovem motorista engolindo “um imenso nó” dirigiu-se ao jovenzinho, colocando-o em sua cadeira de rodas. Tirou seu lenço, limpou as feridas e arranhões, verificando se tudo estava bem.

– Obrigado e que Deus possa abençoá-lo, agradeceu a criança.

O jovem viu então o menino se distanciar… empurrando o irmão em direção à casa.

Foi um longo caminho até a Ferrari… um longo e lento caminho de volta.

Ele nunca consertou a porta amassada. Deixou assim para lembrá-lo de não ir tão rápido pela vida, que alguém precisasse atirar um tijolo para obter a sua atenção…

“Deus sussurra em nossas almas e fala aos nossos corações”.

Algumas vezes, quando não temos tempo de ouvir, ele tem de jogar um Tijolo em nós.

(autor desconhecido)

Fale sobre Aleppo

“Oi, você que prega o lema amor e tolerância, Fale sobre Aleppo. Chore por eles como você chorou por Paris. Chore por eles como você chorou por Nova York. Fale sobre eles. Nosso silêncio está matando-os. São pessoas, PESSOAS. Elas não são importantes porque são árabes? Porque são sírias? Será que suas vidas importam menos do que a vida de um francês ou um americano? Pessoas de Aleppo estão postando suas mensagens de despedida na internet como um massacre final sendo esperado para acontecer a qualquer momento em breve e estamos SILENCIOSOS. Ficamos em silêncio por mais de cinco anos. Algumas crianças em Aleppo não conhecem a vida sem guerra. Imagine viver em uma cidade de ruínas e ter que temer por sua vida a cada instante. Hospitais, igrejas, casas, restaurantes são bombardeados no cotidiano e centenas são mortos todos os dias. No entanto, estamos em silêncio. Lembre-se delas. Honre-as. Nós permitimos que um genocídio em massa acontecesse diante de nossos olhos por anos. A mídia fechou os olhos para isso. Este é um dos maiores genocídios desde o holocausto e o mundo está vendo as pessoas morrerem em silêncio. Não só morrendo mas também, sendo exterminadas, retaliadas e estupradas! Fale sobre Aleppo, por favor.” Por Amor.

Como moldar a luz

Não importa o que você fizer, faça-o com profunda percepção, pois então até mesmo as pequenas coisas se tornarão sagradas. Dessa forma, cozinhar ou limpar a casa serão sagrados, serão uma oração. Não importa o que você esteja fazendo, o que importa é COMO você o está fazendo. Você pode limpar o chão como um robô, como um dispositivo mecânico: é preciso limpar o chão, então você o limpa. Mas, se fizer isso de forma automática, estará deixando de ver algo de belo. Limpar o chão poderia ser uma grande experiência, mas você a terá perdido. O chão ficará limpo, mas algo que poderia ter acontecido dentro de você não aconteceu. Se você estivesse perceptivo, alerta, não apenas o chão, mas também você, teria sentido uma limpeza profunda.  Limpe o chão em estado de total percepção, iluminado pela percepção. Trabalhe ou sente-se ou ande, mas uma coisa precisa ser continuamente desenvolvida: faça com que um número cada vez maior de momentos em sua vida, sejam iluminados pela percepção. Deixe que a chama da percepção brilhe em cada momento, em cada ato. Atingir a iluminação será o efeito cumulativo disso. O efeito cumulativo, todos os momentos juntos, todas as pequenas luzes juntas, se tornarão uma grande fonte de luz.

Fluttershy explica: Por que ser vegano?

Olá, vocês já me conhecem como a pegasus tímida do desenho, mas hoje vou deixar a timidez de lado e explicar pra vocês a importância do veganismo para nós e para o mundo! O vegano é um vegetariano estrito em sua dieta, seja na alimentação como em qualquer outro produto de origem animal. Em outras palavras, o vegano busca excluir, na medida do possível, todas as formas de exploração e de crueldade contra animais.

Ou seja, o veganismo é um movimento que busca a libertação animal em todas as frentes possíveis, incluindo mercado, alimentação, trabalho forçado e entretenimento. Vale dizer que isso não envolve apenas os animais não humanos (que são chamados de “irracionais” pelo senso comum).

Isso significa que veganos também buscam eliminar o consumo de produtos oriundos de empresas que exploram a mão de obra análoga à escravidão. Além disso, também há movimentos (como o Food for Life) que apoiam a adoção universal do veganismo como forma de democratizar o acesso à alimentação — pois cerca da metade dos grãos produzidos no mundo são usados para a engorda de “animais de corte”.

A dieta vegetariana também exclui a carne dos peixes e de outros frutos do mar de seu cardápio, porque todos os animais possuem sistema nervoso central e senciência — a capacidade de sofrer, sentir dor ou felicidade que somente os animais têm. Por mais que eles não emitam sons fora da água, eles sentem dor ao serem pescados ou cortados ainda vivos. Ao serem retirados da água, morrem em um doloroso processo de asfixia.

Ainda, há quem diga que o leite e os ovos não são um problema, pois eles são criados sem a necessidade de matar um animal. Porém, existe uma série de explorações que a grande maioria não leva em consideração quando se fala sobre o tema. Abaixo você pode conferir alguns exemplos:

Leite

Como em toda espécie de mamífero, para que a “vaca leiteira” produza leite, é preciso que ela seja mãe. Na indústria, as vacas são emprenhadas com inseminação artificial e depois do parto têm seus filhotes levados embora — geralmente as fêmeas são encaminhadas para o mesmo processo e os machos são abatidos ainda enquanto bezerros para abastecer o mercado de vitelos.

A expectativa de vida de uma vaca é de cerca de 20 anos, mas as vacas leiteiras geralmente são abatidas com menos de 8 anos. Isso acontece porque elas começam a apresentar problemas de reprodução após várias gestações forçadas, problemas de locomoção devido a infecções ou matistes e outras inflamações.

Ovos

Galinhas botam seus ovos em um processo natural? Sim, mas isso não significa que elas não sejam exploradas. Assim que nascem, as galinhas são debicadas (têm os bicos arrancados) sem anestesia. Isso é feito para que elas não firam umas às outras ao serem submetidas a situações de muito stress — o que acontece bastante, visto que até oito animais dividem gaiolas com pouco mais de 0,2 m².

Essas galinhas podem passar a vida inteira sem ver a luz do sol, sem poder caminhar de uma maneira digna e sem poder viver do modo natural — livres e tendo suas próprias vontades respeitadas.

O que mais é deixado de lado?

Além de não comerem carne de nenhum tipo, veganos também deixam de lado derivados de qualquer produto animal — incluindo corantes criados com o esmagamento de insetos — e também não usam couro natural ou qualquer outro tipo de pele. Abaixo, você confere uma lista com diversas outras atividades que são deixadas de lado por quem é adepto do veganismo:

Circos (com animais), Zoológicos, Caça, Consumo de produtos testados em animais, Touradas, rodeios, vaquejadas e afins e exploração ou abandono de animais domésticos.

Isso não significa que a dieta de um vegano não seja tão bom quanto ao seu oposto. Geralmente, costuma-se pensar que a refeição de veganos envolva apenas saladas sem gosto e sem tempero, mas essa imagem é completamente errada. Veganos comem cereais, frutas, legumes e qualquer outro alimento que venha das plantas, além de algas e cogumelos.

E isso não quer dizer que as comidas sejam apenas cruas — muito pelo contrário. Com algumas receitas na mão, é possível fazer alimentos saborosos e totalmente saudáveis. Além disso, também há muito “Junkie Food” vegano, pois a variedade de hambúrgueres, doces e frituras que podem ser feitas é gigantesca. E mais, é possível comer tudo isso sem ingerir um único grama de soja se você não quiser.

E as proteínas?

Costuma-se pensar que carnes são a única fonte de proteína, mas isso é um grande equívoco. Todos os aminoácidos essenciais para a produção de proteínas dentro do seu corpo podem ser conseguidos por meio dos vegetais.

Alguns exemplos de proteínas vegetais: Grão de Bico, Feijão (que além de proteína também é rico em ferro), Cogumelos, Oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas, etc.), Quinua (que além de ser ótima fonte de carboidratos de baixo índice glicêmico, vitaminas, minerais e gordura saudável, contém todos os aminoácidos essenciais que nosso corpo não fabrica e que vão formar as proteínas), soja e algas.

Todos os exemplos acima valem por um bife no seu prato, exceto a soja que dependendo da quantidade que você consome possui até dez vezes mais proteínas do que a carne, seja vermelha ou branca… sim, a soja é uma overdose de proteínas.

Existe apenas um nutriente que não podemos encontrar em abundância na dieta vegetariana: a vitamina B12. Ela é produzida por bactérias e cianobactérias, com as quais a humanidade tem pouco ou nenhum contato atualmente. Isso significa que uma boa parcela da população — vegetariana ou não — pode apresentar deficiência ou insuficiência de B12. Felizmente, existem diversas suplementações da vitamina.

Exemplo: leveduras, leite de soja e nori.

Nori é uma espécie de folha feita a partir de algas marinhas amplamente utilizada em pratos da culinária japonesa. É geralmente de cor esverdeada ou avermelhada dependendo da espécie de alga empregada na fabricação.  A alga Nori é rica em proteína, cálcio, ferro, vitamina A, B e C. A alga nori contém duas vezes mais proteína do que carnes.

Lembre-se que quando você consome carne, está também absorvendo o sofrimento dos animais. Em países como a China e Coreia do Sul, os animais são submetidos propositadamente ao sofrimento para produzirem adrenalina, com o fim de deixar a carne mais “saborosa”…

Como é possível nós desejarmos um mundo justo, sem guerras, sem sofrimentos, se somos capazes de banalizarmos uma vida sob a mera justificativa que é para nos alimentarmos? Como é possível que nesse caminho pratiquemos o amor pelo nosso mundo?

Você acha mesmo que não ocorre nenhum efeito em seu organismo ao absorver o sofrimento de um animal?

Nunca se esqueça disso: A escolha de consumir carne foi nossa, porque Deus nos concedeu opções de sobra para sobrevivermos sem ela.

Fonte: Megacurioso

Diferenças

Diferenças

 

Conta-se que os animais da Fluttershy decidiram fundar uma escola. Para isso, reuniram-se e começaram a escolher as disciplinas. O Pássaro insistiu para que houvesse aulas de vôo. O Esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental. E o Coelho Angel queria de qualquer jeito que a corrida fosse incluída. E assim foi feito. Incluíram tudo, mas cometeram um grande erro. Insistiram para que todos os bichos praticassem todos os cursos oferecidos. O Coelho foi magnífico na corrida, ninguém corria como ele. Mas queriam ensiná-lo a voar. Colocaram-no numa árvore e disseram:

“Voa, coelho!”.

Ele saltou lá de cima e “pluft”… coitadinho! Quebrou as pernas. O Coelho não aprendeu a voar e acabou sem poder correr também.  O Pássaro voava como nenhum outro, mas o obrigaram a cavar buracos como uma toupeira. Quebrou o bico e as asas e, depois, já não conseguia voar tão bem e nem mais cavar buracos.

Sabe de uma coisa?

Todos nós somos diferentes uns dos outros e cada um tem uma ou mais qualidades próprias dadas por Deus. Não podemos exigir ou forçar para que as outras pessoas sejam parecidas conosco ou tenham nossas qualidades. Se assim agirmos, acabaremos fazendo com que elas sofram e, no final, elas poderão não ser o que queríamos que fossem ou, ainda pior, elas poderão não mais fazer o que faziam bem feito.

Respeitar as diferenças é amar as pessoas como elas são!

“Nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos!”

Amigos pra Valer…. fazendo o dia nascer mais feliz!

Autor Desconhecido

Twilight Archives

 

1) PARA ATINGIR A PERFEIÇÃO É PRECISO REPETIR E TREINAR

A rotina não tem nada a ver com a repetição. Para atingir a excelência em qualquer coisa na vida, é preciso repetir e treinar.

Treinar e repetir, aprender a técnica de tal maneira que ela se torne intuitiva. Aprendi isso ainda na infância, em uma cidade próxima de Ponyville, onde minha família ia passar as férias de verão.

Eu era fascinada pelo trabalho de um ferreiro que morava perto: sentava e ficava pelo que parecia ser uma eternidade, olhando seu martelo descer no aço quente, espalhando fagulhas ao redor, como fogos de artifício.

Uma vez ele me perguntou: “você acha que estou sempre fazendo a mesma coisa?” Eu disse que sim.

“Está errada. Cada vez que desço o martelo, a intensidade do golpe é diferente, às vezes mais dura, às vezes mais suave. Mas só aprendi isso depois de repetir este gesto por muitos anos. Até chegar o momento em que não penso – deixo que a mão guie o meu trabalho”.

Nunca me esqueci daquela frase.

2) UM INDIVIDUO É A SOMA DE TODAS AS SUAS VONTADES

Não importa como fomos criados. O que determina nosso modo de agir é a maneira como administramos a nossa vontade.

Um indivíduo é a soma de todas as suas vontades, que determinam sua maneira de viver e morrer.

A vontade é um sentimento, um talento, algo que nos dá entusiasmo. A vontade é algo que se adquire – mas para isso é necessário lutar a vida inteira.

Desde o instante em que nascemos, as pessoas nos dizem que o mundo é assim, ou assado, desta ou daquela maneira. É natural que – durante um certo período – terminemos por acreditar naquilo que nos dizem. Mas logo precisamos deixar estes conceitos de lado, e descobrirmos nossa própria maneira de ver a realidade.

Fonte: g1

Tutorial – Source Filmmaker (SFM)

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O Source Filmmaker, também conhecido pela sigla SFM, é uma ferramenta utilizada para criação de imagens e animações com a engine Source da Valve, mesma empresa que desenvolveu jogos como Team Fortress, Portal e Half life.  O programa é gratuito e já vem com diversos cenários, objetos e personagens para produção de animações, mas também permite que usuários importem seus próprios modelos. Pouco mais de um ano depois do seu lançamento, já existem diversas animações criadas por fãs, inclusive de MLP, que já possui uma infinidade de personagens e mapas desenvolvidos para o programa. 

Vídeo de apresentação de MLP ao SFM:

Na primeira parte deste tutorial, aprenderemos a usar os pôneis dentro do SFM, lembrando que é necessário ter o Steam instalado. Se você ainda não o possui, faça o download aqui.

Instalado e criado uma conta no Steam, pegue o SFM.

E por último, você vai precisar dos arquivos que possui os personagens de MLP, chamado MLP_OVERHAUL.

Com o SFM instalado, não o inicie ainda. Primeiro abra o arquivo que contém os materiais de MLP, você vai encontrar duas pastas, uma chamada “models” e outra “materials”, ambas devem ser descompactadas dentro do SFM, de acordo com as etapas abaixo:

Vá em Arquivos de Programas, na pasta STEAM/STEAMAPPS/COMMON/SOURCEFILMMAKER e depois na pasta GAME/USERMOD.  Observe que existe duas pastas com o mesmo nome daquelas que achamos no arquivo de MLP: “materials” e “models”. Você deve jogar o CONTEÚDO correspondente em cada uma delas, conforme ilustra a figura abaixo:

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Resumindo, deve ficar assim, dentro do SFM:

USERMOD/MATERIALS/MODELS/VN_MLP (para os materiais de textura e animação).

USERMOD/MODELS (para os objetos 3D).

Agora abra o SFM, assim que aparecer uma pequena janela, clique em CREATE para iniciar uma nova sessão. A primeira coisa que você deve fazer é carregar um mapa/cenário na janela “Primary Viewport”, para isso, leve o cursor do mouse na janela que contém a frase em vermelho “NO MAP LOADED”, então clique com o segundo botão do mouse. Na janela que abrir, vá em LOAD MAP:

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Vai aparecer uma lista com cerca de 100 cenários para selecionar, eu escolhi um chamado “Koth_harvest_final”, mas pode pegar qualquer outro que preferir. Agora vamos selecionar um pônei para usar no cenário, para isso você deve ir na aba ANIMATION SET EDITOR e depois CREATE ANIMATION SET FOR NEW MODEL:

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Observe que vai aparecer uma pequena janela onde será listado a incrível quantidade de mais de 7.500 modelos prontos para uso. Por ser muita coisa, usar a barra de rolagem para achar aquilo que nós queremos é quase impraticável, então para facilitar a busca, vá no campo FILTER e digite o nome do pônei que você quer a exemplo da figura abaixo, e em seguida, clique em OPEN:

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Antes de continuarmos, você deve ter conhecimento dos comandos básicos e de navegação, algo que ficaria muito extenso para eu desenvolver em texto. Por isso, segue abaixo um vídeo tutorial oficial feito por ninguém menos do que Bay Raitt, um dos desenvolvedores do programa. O vídeo é com áudio em inglês, mas há a opção para traduzir as legendas em português, e é importante você assistir pelo menos esse primeiro vídeo ou os demais tutoriais poderão ficar confusos:

Todos os vídeos oficiais estão disponíveis AQUI, também com a opção de traduzir as legendas para o português. Prosseguindo com o tutorial, veja que há vários pontilhados escuros nos pôneis, que se não forem removidos, sairão nas imagens ou animações que você renderizar. Para retirá-los, clique com o botão direito do mouse e depois RENDER SETTINGS:

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Na pequena janela que abrir, apenas desmarque o campo com o nome AMBIENT OCCLUSION, e o efeito de granulação sumirá:

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CRIANDO ANIMAÇÕES

Para criar animações, sejam elas estáticas destinadas apenas à criação de artes ou comics, seja para um vídeo, você precisa ter conhecimento dos três campos de trabalho disponíveis: o Clip Editor, Motion Editor e Graph Editor. No primeiro, você organiza as animações já criadas, no segundo você gera as animações e no terceiro pode-se editá-las. Desta forma, dependendo do que você for fazer, a primeira coisa é selecionar um desses campos:

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Vamos criar uma pose para a pônei, a primeira coisa a ser feita é levar o cursor do mouse até a árvore de objetos e clicar no nome da personagem:

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Agora clique em MOTION EDITOR ou simplesmente pressione a tecla F3. Feito isso, nós teremos três opções importantes para definir movimentos ou poses: as ferramentas MOVE, ROTATE (a mais usada) e SCREEN:

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A ferramenta MOVE, como o próprio nome já diz, serve para mover o objeto e colocá-lo na região do cenário desejado:

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A ferramenta ROTATE serve exatamente para gerar movimentos, esse é o instrumento CHAVE que deve ser dominado pelo usuário para criar animações:

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Para usar a ferramenta ROTATE em uma parte específica do corpo, você deve segurar a tecla CTRL, ao fazer isso irá aparecer vários pontos brancos no pônei. Esses são exatamente os pontos de articulações, portanto os locais onde podem ser gerados movimentos. Ao passar o cursor do mouse em cima deles, irá aparecer o nome da articulação:

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Conforme mostra a imagem acima, clique na articulação “neck”, a ferramenta ROTATE será ativada nessa articulação. Feito isso, leve o cursor do mouse até a linha vermelha da esfera e arraste-a para a esquerda, com isso ela irá movimentar a cabeça para a mesma direção:

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Basicamente, é assim que se gera movimentos nos pôneis: segurando a tecla CTRL e selecionando a articulação desejada, e depois usando a ferramenta MOVE para ajustar a posição do pônei no cenário. A ferramenta SCREEN tem a mesma função da ROTATE, mas sem focar nas abscissas x,y,z, portanto mais limitada e indicada para situações específicas. 

RENDERIZANDO/SALVANDO UMA IMAGEM

Vá no menu FILE/EXPORT/POSTER, irá aparecer a janela abaixo destinada à criação de imagens:

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Nessa janela, defina o formato da imagem (JPEG, PNG, etc.), e a resolução dela. Na parte chamada “output file”, você pode escolher outro local em que a imagem será gerada, ou simplesmente deixe no modo default. Em seguida, clique em EXPORT POSTER, onde a imagem finalmente será salva:

TESTE

Não deixe de assistir os demais vídeos tutoriais oficiais, que também possuem a opção para traduzir as legendas ao português, o que facilita a todos os interessados em trabalhar com o SFM, de um modo geral. 

Por fim, se você REALMENTE é fã de MLP, não faça nada violento, obsceno ou qualquer outro tipo de conteúdo que desrespeite a série. Já existe muito conteúdo ruim na web, não queira fazer parte disso. Faça a diferença ao invés.

INFORMAÇÕES  TÉCNICAS IMPORTANTES, FORNECIDAS POR HARRISON:

– Exportar um poster com oclusão ambiental ligada (e não otimizada) fará com que a imagem tenha “divisórias” de sombras, com espaçamento respectivo a sua resolução de render (não o tamanho final d poster, mas sim tamanho da sua tela atual)

– Posters não suportam correção de cor. Se você aplicar algum tipo de correção de cor ao seu vídeo dentro do SFM, a unica maneira de salvá-la é criando um único frame de vídeo ou copiando a imagem do Viewport para o clip board

– Em alguns mapas, aparecerão luzes brilhantes coloridas (até em alguns props às vezes), que pode ser facilmente corrigido com o comando -mat_specular 0 em seu console.

– Usar arquivos .bat para iniciar seu SFM pode ser mais eficiente do que lançar pela Steam. Você pode lançar o aplicativo com diferentes linhas de comando e configurações, para poder otimizar a criação e um outro para otimizar o render.

– Para usar mapas de HL2, você precisa descompilá-los e recompilá-los usando os binários do SFM (não é difícil, mas compilação de mapas e é muito demorado e exige uma CPU muito boa).

– Físicas no SFM é algo muito difícil de se reproduzir de modo automatizado. Existem scripts que fazem isso, mas estão em desenvolvimento (porem é legal tentar).

– Nunca execute comandos gráficos no console quando algum mapa estiver carregado, pois ele irá travar seu game completamente.