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A jornada de um pégaso Capítulo 4

Autor Goldpencil04

Lá tive uma surpresa, foi engraçada, muito engraçada…advinha quem estava lá com asa quebrada também?

-Você vai ter que passar a noite aqui e ficar até meio dia, em repouso devido suas asas, elas já estão boas, eu já enfaixei, mas você só vai poder voar daqui uma semana-dizia o doutor.

Lá tive uma surpresa, foi engraçada, muito engraçada…advinha quem estava lá com asa quebrada também?

-Seu nome é Silver Bolt, não é? -Dizia o doutor.

-Sim.

-Você vai ter que passar a noite aqui e ficar até meio dia, em repouso devido suas asas, elas já estão boas, eu já enfaixei, mas você só vai poder voar daqui uma semana.

-Tudo bem.

-Esse potrinho do seu lado não é seu irmão?

-Hã? Como?

-Tenham uma boa noite!

Quando olhei bem para o meu lado…lá estava, eu mesmo! Lá estava o eu do passado! Ele (eu potrinho) estava acordando, e quando olhou bem para o meu lado…esfregou os olhos e disse:

-Eu estou sonhando? Você sou “eu do futuro”?

-Não, você não está sonhando. Sim, eu voltei no tempo!

-Ai minha Celestia! – Falava com cara de espanto e admiração -Como é no futuro?

Gold apenas ria da minha situação.

Respondi a ele:

  • O tempo é uma aventura. O futuro, uma caixinha de surpresas…

-O que vou ser quando crescer?

-Um músico, que toca todo tipo de instrumentos…- minha vontade nessa hora era falar a ele que vai ser um fracassado, mas eu me calei, não podia tirar-lhe as esperanças

-Você vai ter muitos amigos?

-Eu…-Gold me interrompeu.

-Ele vai ter sim, né Silver Bolt?!

-É…é…

Ele ficou me enchendo de perguntas, já estava ficando entediado, então peguei-o no colo e comecei a cantar para ele dormir, e parece que resolveu.

Quando chega a Gold do passado. Agora foi minha vez de rir. Elas tiveram a mesma reação que eu.

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A jornada de um pégaso capítulo 3

Autor goldpencil04

Capítulo 3- Perdidos no tempo

Como não podíamos fazer nada a respeito disso começamos a seguir Celestia, mas ela voou e não conseguimos alcançá-la.

Ok, vamos ver os fatos, estou perdido no tempo com a pônei que gosto. O que eu faço?!

Ela disse:

-Acho que vão demorar para nos buscar, vamos achar um abrigo, já está anoitecendo.

-Então vamos.

Achamos um velho sobrado, e ficamos na parte de cima, na varanda, era o lugar mais limo que achamos da casa, onde tinha vista para toda Ponyville e Cloudsdale, ali começamos a conversar:

-Então Silver Bolt, solucionamos uma parte do problema: já descobrimos como ganhou sua marca…

-Pois é… Agora estamos perdidos no tempo…. Mas desconfio que Celestia tem algo a ver, ela andava de um jeito suspeito…

Depois eu comecei a ter outros flashes, parecia que quanto mais eu ficava perto da Gold eu lembrava de mais coisas.

-Gold…

-O que foi?

-Estou começando a lembrar, quando éramos potrinhos, éramos melhores amigos…depois ainda não lembro o que aconteceu nós distanciamos…

-Sim! Estou lembrando de tudo! Lembra aquela vez que você ficou preso na macieira?

-Eu lembro! Foi muito engraçado! Fiquei preso de ponta cabeça e com medo de descer pois eu não conseguia voar! E aquela vez que você ficou cheinha de tinta e não conseguia limpar antes de voltar para casa?

-Nem sabão tirava aquela tinta…. Nós aprontávamos cada coisa né?

-Verdade, como era bom aqueles tempos…

Depois ficamos conversando e rindo, sobre o passado, até que ela pegou no sono e dormiu, eu achei um cobertor velho e a cobri, estava frio, eu demorei para dormir, fiquei observando as estrelas e refletindo sobre isso tudo.

 

-Silver Bolt! Dá pra roncar e se mexer menos enquanto dorme?

Dizia Gold, eu estava dormindo, não ouvi nada, até que…

Boom! Plaft! Cai da varanda do sobrado(não tinha grade) direto para o chão.

-Aí! Aí!! Tá doendo! Acho que quebrei a asa!

-Espera que já estou indo te ajudar! Mas também, você ficava se mexendo a noite inteira! Você consegue andar?

-Sim!

-Vamos para o hospital!

Chegando lá, o médico tirou um raio x da minha asa e depois deitei numa maca e ele me levou para uma sala, a Gold me acompanhava junto com o doutor.

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A jornada de um pégaso – capítulo 2

Autor:Gold Pencil

Capítulo 2-lembranças, viagens e uma pônei especial

O dia já estava anoitecendo, quando voltei para casa, da janela do meu quarto eu via a Princesa Celestia abaixar o sol, e sua irmã erguendo a lua, quando fui dormir comecei a ter lembranças estranhas de minha infância, como flashes se passando pela cabeça, me lembrei de que quando estava ganhando minha cutie mark, aquela unicórnio verde água de crina cinza e rosa, estava lá, mas ainda não lembro de como eu a ganhei.
No outro dia, acordei e já sai voando pela janela (como se eu conseguisse voar direito) com a crina toda despenteada, nem tomei café da manhã, apressado, eu precisava ir logo falar com aquela unicórnio que vi em meus flashes.
Estava voando (muito mal) quando derrepente eu perdi o controle das minhas asas e caí em cima dela.
-Me dis-disculpa! Eu caí sem querer, eu…-disse gaguejando
-Não foi nada, acidentes acontecem. -Foi a resposta dela.
-O-oi eu preciso falar com você, meu nome é Silver Bolt.
-O meu é Gold Pencil. O que você precisa falar?
Expliquei toda minha situação para ela, mas…
-Eu não lembro disso, não lembro de quando você ganhou sua marca.
-Tudo bem, obrigado mesmo assim- já estava indo embora quando…
– Espera! Eu posso te ajudar!
-Sério!?
-Sim.
Fiquei muito alegre, ela sentou do meu lado e íamos começar a conversar, quando Twilight chegou com suas amigas. Ela veio me chamar para falar com Celestia, Gold veio junto.
Fomos até Canterlot, no castelo da Celestia. Quando fomos falar com ela, a Alicórnio branca me olhava de um jeito diferente, como se, já me conhecesse.
Twilight iniciou a conversa.
-Eu não sei quem faria isso. E nem sabia dessa história.
Disse a Celestia de um jeito meio estranho, comecei a desconfiar dela, eu não podia falar isso a Twilight, então fui conversar com Gold.
-No que a Princesa teria a ver com isso?
-Eu não sei, mas ela me olha de um jeito estranho e com tristeza no olhar.
-Vamos falar com ela a sós.
-Eu acho uma boa Idea.
Quando fomos falar, ela negou todas as perguntas.
Todos fomos para casa sem nenhuma pista.
Eu já estava ficando sem esperanças e desistindo de tudo, quando começo a tocar meu violão, sentado em baixo de uma árvore, pensei, se minhas asas não servem para voar, posso achar outra utilidade para ela.
E comecei a tocar usando minhas asas, comecei a perceber que poucos pégasos conseguem fazer essa façanha, quando Scootaloo vem conversar comigo.
-Oi, vejo que achou uma utilidade para suas asas, assim como achei para as minhas, mas o que você está fazendo aqui?
-Oi Scoot, estou aqui para dez estressar um pouco de tudo que venho passando esses últimos dias, já estou quase desistindo agora só penso em ficar um pouco em paz.
-Não desista. Eu estava quase desistindo da minha marca quando eu a ganhei. Peraí! Tive uma Idea!
– O que foi?
-Podemos saber como você ganhou a sua cutie mark!
-Mas… como?
-Voltando no tempo! E o Discórdia pode nos ajudar! Ele já levou eu e as CMC’s para uma viagem no tempo!
-Ótima Idea! Vamos agora falar com ele!
-Olá! Alguém citou meu nome?
-Você pode nos levar para outra viagem no tempo?
-Claro minha querida Scoot. Mas espera um minuto…vou buscar as outras CMC´s e uma convidada especial…
-Quem?
-Só espere meu caro Silver Bolt…
O dracônico chegou com sua convidada especial…quando olhei…peraí! Era Gold Pencil, avermelhei na hora, a verdade é.…que…eu… gosto dela…pronto! Falei!
Embarcamos para essa viagem…entramos num tipo de máquina do tempo, que por dentro era maior do que por fora.
-Para onde vamos? -Perguntou Discord.
-Para o meu passado, o dia em que ganhei minha marca.
-Ok, então é para lá que vamos.
Durante a viagem tive mais um flash, eu não sabia se esses flashes realmente eram lembranças ou apenas minha imaginação, mas desta vez, eu me vi caindo, foi horrível, eu caia e todos riam, eles apenas olhavam e não ajudavam, só me lembro que depois disso virei mais uma vítima de bullying. Depois disso olhos avermelharam e falei:
-Vamos voltar para o futuro!
-Desculpe, não tem como voltar.
-Por que você quer voltar? – Disse Gold Pencil.
-Lembrei de algo horrível!
-Calma, não fica triste, independente do que for, seja forte, presencie de novo, só assim você vai saber o que aconteceu com sua marca e suas asas.
Ela me disse isso e depois me abraçou. Ela me abraçou!!! Isso espantou rapidamente minha tristeza.

Eu estava com medo do que ia ver, mas finalmente vimos: o “eu do passado” ainda era um flanco branco, estava na escola em Cloudsdale, ele era um ótimo voador!

Eu (do passado) estava da competição de melhor potro voador, era a minha vez, eu estava indo incrível, usando nuvens de tempestade com raios e fazendo música com elas e manobras no ar, quando terminei a apresentação, todos começam a bater os cascos, e minha marca apareceu.

Depois, que “eu” ganhou, aconteceu, tudo que vi nos flashes, mas bem quando eu estava caindo, Gold segura ele com seu chifre e mostra um violão, e começa a me ensinar a tocar e foi nessa parte, que descobri meu gosto por instrumentos musicais.

-Uma coisa que reparei…- Dizia a unicórnio verde-água.

-Aquela ali não é a princesa Celestia?

-Sim, é. Bem que eu estava desconfiado…

-Vamos mais perto?

-Vamos.

Depois de andar muito,  vi que o Discord e as CMC’s, partiram sem a gente, eu tentei gritar, mas já era tarde, foram sem a gente.

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A Jornada de um pégaso (Capítulo 1)

 

 

Autor: Goldpencil04

Sinopse:Essa história é sobre um pégaso azul chamado Silver Bolt que possui uma cutie mark ”diferente”(leia e descobrirá). Que após descobrir que existiam pôneis cujo talento é ajudar os outros com suas marcas(Cutie mark cruserders), despertou a esperança dele descobrir o real sentido de sua marca. Apos pedir ajuda ás CMC’s ele sai em uma jornada cheia de aventuras, como viagem no tempo, vista na outra dimensão com uma princesa, castelos, ships, fugas, um vilão misterioso…

 

A jornada de um Pégaso

Capítulo 1- Vou descobrir o significado da minha marca

“Você nunca vai conseguir voar”. Dizia Dumbbell em tom ofensivo para mim, um pégaso azul da crina azul escura e cinza de olhos castanhos, caído no chão. Meu nome é Silver Bolt, minha cutie mark é uma clave com um raio. O que isso significa? Sou um músico, canto, toco e componho músicas, esse é o significado da clave.
Mas, e o que significa o raio? É essa a pergunta que faço todos os dias. Já tentei ser um pégaso do controle de tempestades e relâmpagos “o que você fez!?” Dizia Rainbow Dash, “Ops! ” Foi o que respondi, vermelho e todo queimado depois de um raio cair encima de mim de várias outras coisas como casas, árvores… já tentei ser um wonderbolt, “me diga, como você quer ser um wonderbolt se nem consegue sair do chão? ” Foi a resposta de Spitfire.
Já tentei lidar com eletricidade, “você ligou meu ventilador no 220!!”dizia Carrot Top, depois de sair uma grande nuvem de fumaça de seu ventilador.
Não vou nem falar o resto que tentei e falhei, porque eu já estou ficando vermelho de vergonha.
Estava andando, quando avistei as Cutie Mark Cruserders, pensei, será que elas poderiam me ajudar com minha cutie Mark? Minha resposta foi um “sim”.
-Como você ganhou sua cutie Mark? – Perguntava Apple Bloom
-Eu não lembro! Respondi corado
-Como não lembra de como ganhou sua própia marca!?-dizia enfurecida e com desânimo.
-Eu simplesmente não lembro, a única coisa que sei é que ela representa o meu talento com música.
-Ok, já estou vendo que esse vai ser um caso difícil.
Contei a elas tudo que falei no começo, também falei que sou um pégaso que não voa, quando contei isso, Scootaloo, com brilho nos olhos, veio me abraçar “você não é o único Silver Bolt”. Eu e as CMCs começamos a pesquisar em livros na biblioteca da Twilight sobre cutie marks e o porque eu não voo, não encontramos nada. É, eu lia os livros debaixo da mesa, não queria que a Princesa soube que sou um pégaso adulto que não voa, isso é humilhante.
Saí de fininho da biblioteca, mas…
-Ei! Quem é você? – Dizia a alicórnio, cor de lavanda.
Rainbow Dash logo respondeu:
-ele é o Silver Bolt, aquele pégaso que mal saí do chão, ele é inútil, ele derruba tudo, que não lembra nem de como ganhou sua cutie mark, faz o caos no clima… pégasos que não voam são inúteis.
-Eu já entendi Dash! – Disse brava e dando um olhar fuzilante, quando me viu com Scootaloo, chorando e saindo correndo.
Ambas correram para conversar com nós. Scootaloo conversou com Rainbow Dash e aceitou suas desculpas, eu saí de perto, não que eu não quisesse a perdoar, mas eu me senti humilhado.
Com muito esforço consegui sentar em uma nuvem, quando me aparece Derpy, a carteira estrábica de Ponyville, eu só queria ficar sozinho, deixando uma pequena carta em minha nuvem, mesmo sem vontade eu a li, dizia “nunca desista, eu sei que você é capaz, apenas tente novamente, você é especial do jeito que é.” Isso me deixou alegre, e revigorou meus ânimos.
No outro dia, Twilight e Dash vieram me pedir desculpas, eu aceitei, e princesa me disse:
-não, precisa ficar triste, pesquisei sobre seu caso, mas não encontrei nada que pudesse ter acontecido com suas asas, a única explicação que achei é, você tem algum tipo de doença nas asas?
-Não.
-Tem problema de memória?
-Não.
E um monte de outras perguntas com a mesma resposta.
Depois da minha resposta a Princesa começou a entrar num transi, e ficava andando de um lado e dizendo:
-isso não é possível! Nenhuma das minhas teorias estão certas!
Confesso que fiquei rindo discretamente, Fluttershy diz que isso é normal.
-E se perguntássemos a todos os pôneis que conhecem o Silver Bolt, se lembram de como ele ganhou sua marca?
Dizia a eufórica e agitada Pinkie Pie, foi isso que fizemos, perguntamos para os meus pais, professores, colegas e tudo quanto era meu conhecido, mas ninguém lembrava nada.
-Como assim ninguém lembra nada!?, o que aconteceu? Twilight ficava repetindo e girando em círculos, entrando em outro transi, quando lhe surgiu uma Idea:
-E se as memórias de todos foram apagadas? – Disse com um olhar confiante.
Rainbow Dash questionou:
-Pelo qual motivo alguém faria isso? E quem faria isso?
Essa foi a pergunta que todos, especialmente eu fazia.
-E se falássemos com a princesa Celestia?
Sugeriu Fluttershy.
-Isso deve ser obra do Discórdia! – Disse Applejack
-Ele nunca faria isso! Ele é meu amigo e eu confio nele. -Retrucou a pégaso amarela.
Eu apenas as observava discutindo, quando meus pensamentos começaram a ir longe, sendo mais exato, eu observava pela janela uma unicórnio verde água desenhando a paisagem, e ela desenhava perfeitamente, quando…
-Planeta Terra chamando Silver Bolt…1,2,3, você está na escuta? -Provocava Rainbow Dash.
-Hã? O quê? -Foi minha resposta.
-Silêncio!!! Vocês todos- disse Twilight enfurecida- Lembram

de quando Discórdia apagou a memória de vocês fazendo se esquecer de quem realmente eram? Podemos falar com o Discórdia, porque ele pode nos ajudar a esclarecer como alguém fez isso.

-Eu acho uma boa Idea- disse Fluttershy

Fomos falar com o dracônico, ele disse que, para fazer um tipo de “apagamento de memória”, apenas unicórnios de alto nível e alicórnios conseguem, ou seja, a única pista que temos é que o responsável por isso é um alicórnio de alto nível.

 

 

 

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Sweetie Belle surpreende a mãe ao falar sobre carne

Já ouviu falar de uma frase na bíblia que diz: “não matarás”? Quando alguém afirma que essa frase vale apenas para humanos, está também afirmando que a bíblia discrimina. Existem várias tipos de discriminações e preconceitos. Racismo, homofobia e especismo, que é exatamente o que desrespeita as espécies. Não adianta nada alguém falar que é contra o racismo, mas ser homofóbico, da mesma forma como não adianta nada afirmar que é contra racismo e homofobia e fechar os olhos para a matança de animais, se tornando um especista. Ou alguém é contra todo tipo de discriminação, ou o preconceito vai continuar dentro dela do mesmo jeito. Você pode até alegar que os animais irracionais não se comparam com humanos. Mas eu te faço uma pergunta: de acordo com o IBGE, somente em 2015 pouco mais de 5 bilhões de animais foram mortos para consumo de carne só aqui no Brasil. Cinco bilhões! Você acredita mesmo que essa quantidade de vidas vale menos do que uma única vida humana? Acha mesmo que para Deus existe essa distinção? Porque se a sua resposta for afirmativa, então implicitamente você está afirmando que o amor de Deus é totalmente condicional.  Os vegetarianos e principalmente veganos aprenderam a respeitar até a mais primitivas das espécies e isso, consequentemente, os tornaram capazes de enxergar sentimentos de uma maneira muito mais ampla, diferente daqueles que enxergam sentimentos de forma seletiva, tornando o seu amor limitado, e consequentemente, sua capacidade de fazer o bem, acaba sendo limitada também. Um exemplo foi o que aconteceu nas filmagens de um longa metragem chamado quatro vidas, onde um cachorro quase foi afogado. Esse fato foi duramente criticado em redes sociais e os produtores do filme até ameaçados. Mas lembra das cinco bilhões de vidas animais? Nos poucos minutos em que você viu esse vídeo, quantos animais já não foram abatidos? E ninguém, absolutamente ninguém, fala sobre isso. Uma contradição que apenas exemplifica o que eu disse sobre a capacidade limitada de fazer o bem. Agora, se o seu argumento é que o homem consome carne desde os primórdios de sua origem, e usa isso como desculpa para fechar os olhos, deveria tentar imaginar um anjo ou Deus consumindo carne. Se você quer atingir um grau evolutivo maior, certamente não vai conseguir isso negando a própria evolução com desculpas como essa e colocando em xeque a sua própria racionalidade, porque fechar os olhos, de fato, é realmente muito mais fácil e cômodo do que sacrificar seus princípios por um bem maior. É claro que ninguém nasce vegetariano ou vegano, todos nós nascemos e coexistimos em uma cultura onde consumir carne é normal. O que faz a diferença de um para o outro é exatamente a capacidade de tomar consciência de que isso não está certo e mudar seus hábitos alimentares. Quando você faz isso, você aguça os sentimentos de amor e respeito e principalmente a sua capacidade evolutiva.  Se você quer evoluir, transcender para algo superior, não tem lógica alguma simplesmente fechar seus olhos e fingir que isso não é problema seu, porque se você consome carne, quer goste ou não, é problema seu sim. Se você quer um mundo justo, onde a bondade, o respeito e a igualdade prevaleçam, não é investindo em morte de animais inocentes que você vai conseguir. Pense nisso, mas nunca procure fazer o certo por medo de sofrer uma punição ou esperando recompensas. Faça de coração, caso contrário seu amor, seu espírito, será limitado e tudo que é limitado, um dia acaba.

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Olhando por outro ângulo

Autor:GoldPencil 04

Sinopse:Carrot Top uma fazendeira produtora de cenouras, é sempre considerada por todos uma pônei sem utilidade, mas quando começa a olhar para si mesma com um outro ângulo percebe coisas novas que nunca tinha observado antes.

 

‘’Oi , meu nome é Carrot Top, prazer em rever o senhor !’’

‘’O prazer é todo meu.Qual mesmo era seu nome ?Eu não me lembro.”

Deixe-me falar falar um pouco da minha vida ,planto cenouras, colho e vendo, essa é minha vida, faço o que qualquer pônei faz, minha vida não tem sentido, emoção, nada, sempre plantei, colhi e vendi cenouras,não faço nada além de cuidar do meu jardim.

Sinto que não tenho importância a ninguém.Qualquer um consegue cuidar de um jardim.Sou tão insignificante, que nem lembram do meu nome.

Lá estava eu, andando pela minha cidade, como sempre fiz, quando escuto um potro e seu pai conversando “pai, quando crescer quero ser fazendeiro e plantar cenouras !” , “filho há muitas coisas melhores que cuidar de uma plantação, queira ser alguém importante , que faça um serviço útil”.

Quando escutei isso, chorei e fui pra qualquer lugar quando, um pégaso falou “olha !Quem aquela pônei triste?”,quando o pégaso do lado, responde “não é ninguém, é apenas a vendedora de cenouras”.

E penso, eu não sou ninguém ?Eu deveria existir?Olhava, obsrvando o céu tempestuoso, quando ouço  Derpy  falando “eu simplesmente não sei o que deu errado”.Andei até lá para ver o que estava acontecendo, quando vejo pégasos enroscados em nuvem meladas de cola, “Derpy !O que você fez ?”dizia Rainbow dash, “OPS!” foi sua resposta.

Eu continuava a observar a cena, um pouco engraçada, quando um pégaso azul,da crina azul escura e cinza, caiu encima de mim e dizendo “me desculpa !Tenho um problema na asa, toda vez que tento voar, vou direto ao chão, minhas asas não importancia, utilidade, se não consigo voar, minha cutie mark é uma clave de sol com um raio cinza no meio, penso, porque um raio se não consigo voar?Desculpa mesmo, preciso ir.”

Refletindo novamente, estou como aquele pégaso, qual a importância das asas de um pégaso, se elas não o fazem voar?Gostaria de fazer algo a mais, além de plantar cenouras.

No dia seguinte, caminhando na rua vejo Silver Bolt, o pônei que caiu em cima de mim, usando suas asas, não para voar, mas para tocar, e ele tocava divinamente, nenhum outro pégaso conseguia fazer o que ele estava fazendo.

E se eu tiver algo de especial dentro de mim?Posso tentar me olhar com um outro ângulo.

E foi o que fiz, descobri que sou uma pônei com um talento especial, e com muita importância. Descobri que faço mais que plantar cenouras, torno terras inférteis em terra férteis, como descobri isso?Com ajuda de Derpy, ela estragou todo meu jardim, derrubando coisas  nele sem querer, mas se ela não tivesse destruído, eu não descobriria  esse meu talento incrível, e passei a perceber que todos são especiais e únicos.

E percebi que lidar com os pôneis era igual a lidar com a terra, não é do dia para noite que eles ‘nascem’, precisa de carinho, amor, paciência só assim conseguimos perceber que todos somos únicos.

 

 

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O Projeto HitchBot

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Ilustração: http://mcsadat.deviantart.com

Era uma vez uma unicórnio chamada Lyra, ela tinha a pele esverdeada, e seu chifre e cabelos partilhavam da mesma tonalidade. Lyra tinha muita admiração por uma espécie alienígena conhecida como “humanos” e sempre pesquisava tudo a respeito deles. Porém, as informações sobre os terráqueos em seu mundo eram muito escassas, então certo dia, a fim de dirimir esse problema, resolveu usar sua magia para desenvolver um meio de abrir um portal para o mundo deles. Ao tomar conhecimento de seu plano, Princesa Celestia a advertiu que indo para a Terra, a unicórnio teria muitas decepções, e que até mesmo sua vida estaria em risco naquele planeta, pois muitos Terráqueos não partilhavam do mesmo amor que os Equestrianos, já que muitos deles possuíam um tipo de amor condicional, também conhecido como amor a peixe.

Lyra finalmente havia conseguido abrir o portal para o mundo dos humanos, e para provar que Celestia estava errada, criou o projeto “RITCHBOT”, um robô na forma humanoide que dependia da bondade humana para atravessar um país inteiro até chegar em seu destino. Para isso, os humanos deveriam ajuda-lo com carona e recarga de sua bateria. Além disso, o robô possuía inteligência artificial, e era capaz de conversar, responder perguntas e pedir ajuda. Em suma, o robô precisava do suporte de estranhos para chegar até seu destino.

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O robô passou pelo Canadá, Alemanha e Holanda sem maiores problemas, sempre sendo ajudado por pessoas solidárias. Nesse ponto, a unicórnio verde estava muito animada e confiante com o resultado previsto para o seu projeto, e decidiu que o quarto e último país para o robô atravessar seria os Estados Unidos. Nesse sentido, Lyra o deixou sozinho em uma rodovia americana, exatamente como havia feito nos outros países, onde o robô ficava parado pedindo carona.

robo-carona

Dias depois, no entanto, o robô foi encontrado vandalizado..

robo

Ao tomar conhecimento desse fato, a decepção da qual Celestia tanto a advertia atormentava a unicornio verde, que estava muito triste e confusa, pois não conseguia entender como os humanos poderiam ser capazes de fazer isso com um robô tão simpático que sorria para todos.

Celestia consolava sua súdita com um caloroso abraço e explicava que a Terra é um mundo de espiação, é um local de aprendizado e evolução, onde muitos falham, mas muitos também adquirem êxito, como o próprio projeto de Lyra demonstrou.

Ainda, Celestia explicava que as ações dos humanos determinavam que tipo de espírito eles teriam. Por exemplo, um humano que passa a vida toda enganando os outros, sendo desonesto, se aproveitando das pessoas e chega na terceira idade acreditando que se deu bem, sem nunca ter sido punido pelos seus atos, tem uma consistência espiritual diferente daquele que passou a vida sendo exatamente o contrário.

Colocar ambos espíritos um do lado do outro iria deixar bem visível a diferença de qualidade entre os dois, como seria colocar um carro de marca autêntica ao lado de uma cópia barata “xing ling”… a diferença seria gritante na qualidade e durabilidade dos materiais. Ou seja, pura ilusão daquele que acredita não ter sofrido nenhum tipo de consequência com suas condutas malogradas.

Após a explicação de Celestia, Lyra passava a enxergar os humanos com outros olhos, mas isso não a impedia de continuar a admirá-los, pois em um mundo onde existe tanta coisa ruim, é realmente admirável existir pessoas capazes de não se deixarem corromper ou perder sua fé, porque esse, de fato, é o maior desafio de todos para se alcançar a excelência no amor, que só pode ser realizado por aqueles que não precisam de uma religião, mas simplesmente ser de Deus, que é exatamente de onde emana o amor incondicional.

Essa estória é baseada em um fato real. Para saber mais, veja a matéria abaixo:
http://veja.abril.com.br/tecnologia/hitchbot-o-robo-mochileiro-que-dependida-da-bondade-humana-terminou-sua-viagem-decapitado
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Para refletir – Carnaval

Esse vídeo é de autoria de Edenelson Oliveira Pinto e faz uma breve reflexão do carnaval brasileiro. Já que estamos na véspera do feriado, deixo aqui esse vídeo para reflexão. Você pode até defender afirmando que isso é arte, que é cultura, etc.. o que de fato é. Mas se você leu a estória acima (Projeto RitchBot), especialmente a parte final, fica aí o recado para aqueles que passam a vida toda se apegando a coisas que não trazem nenhum tipo edificação positiva a elas.