O Homem de Bem

 

O verdadeiro homem de bem é aquele que pratica a lei de justiça, de amor e caridade, na sua maior pureza. Interroga a sua consciência sobre os próprios atos, pergunta se não violou essa lei, se não cometeu o mal, se fez todo o bem que podia, se não deixou escapar voluntariamente uma ocasião de ser útil, se ninguém tem do que se queixar dele, enfim, se fez aos outros aquilo que queria que os outros fizessem por ele.

Tem fé em Deus, na sua bondade, na sua justiça e na sua sabedoria; sabe que nada acontece sem a sua permissão, e submete-se em todas as coisas à sua vontade e sabe que não precisa de nenhuma religião para seguir os preceitos de Deus, bastando os princípios acima.

Tem fé no futuro, e por isso coloca os bens espirituais acima dos bens materiais.
Sabe que todas as vicissitudes da vida, todas as dores, todas as decepções, são provas ou expiações, e as aceita sem murmurar.

O homem possuído pelo sentimento de caridade e de amor ao próximo faz o bem pelo bem, sem esperar recompensa, paga o mal com o bem, toma a defesa do fraco contra o forte e sacrifica sempre o seu interesse à justiça.

Encontra e usa satisfação nos benefícios que distribui, nos serviços que presta, nas venturas que promove, nas lágrimas que faz secar, nas consolações que leva aos aflitos. Seu primeiro impulso é o de pensar nos outros antes que em si mesmo. O egoísta, ao contrário, calcula os proveitos e as perdas de cada ação generosa.

É bom e benevolente para com todos, sem distinção de raças, espécies e nem de crenças, porque vê todos como irmãos.

Respeita nos outros todas as convicções sinceras, e não lança o anátema aos que não pensam como ele.

Em todas as circunstâncias, a caridade é o seu guia. Considera que aquele que prejudica os outros com palavras maldosas, provocações, que fere a suscetibilidade alheia com o seu orgulho e o seu desdém, que não recua à idéia de causar um sofrimento, uma contrariedade, ainda que ligeira, quando a pode evitar, falta ao dever do amor ao próximo e não merece a clemência do Senhor.

Não tem ódio nem rancor, nem desejos de vingança. A exemplo de Jesus, perdoa e esquece as ofensas, e não se lembra senão dos benefícios. Porque sabe que será perdoado, conforme houver perdoado.

É indulgente para as fraquezas alheias, porque sabe que ele mesmo tem necessidade de indulgência, e se lembra destas palavras do Cristo: “Aquele que está sem pecado atire a primeira pedra”.

Não se compraz em procurar os defeitos dos outros, nem a pô-los em evidência. Se a necessidade o obriga a isso, procura sempre o bem que pode atenuar o mal.

Estuda as suas próprias imperfeições, e trabalha sem cessar em combatê-las. Todos os seus esforços tendem a permitir-lhe dizer, amanhã, que traz em si alguma coisa melhor do que na véspera.

Não tenta fazer valer o seu espírito, nem os seus talentos, às expensas dos outros. Pelo contrário, aproveita todas as ocasiões para fazer ressaltar a vantagens dos outros.

Não se envaidece em nada com a sua sorte, nem com os seus predicados pessoais, porque sabe que tudo quanto lhe foi dado pode ser retirado.

Usa mas não abusa dos bens que lhe são concedidos, porque sabe tratar-se de um depósito, do qual deverá prestar contas, e que o emprego mais prejudicial para si mesmo, que poderá lhes dar, é pô-los ao serviço da satisfação de suas paixões.

Se nas relações sociais, alguns homens se encontram na sua dependência, trata-os com bondade e benevolência, porque são seus iguais perante Deus. Usa sua autoridade para erguer-lhes a moral, e não para os esmagar com o seu orgulho, e evita tudo quanto poderia tornar mais penosa a sua posição subalterna.

O subordinado, por sua vez, compreende os deveres da sua posição, e tem o escrúpulo de procurar cumpri-los conscientemente.

O homem de bem, enfim, respeita nos seus semelhantes todos os direitos que lhes são assegurados pelas leis da natureza, como desejaria que os seus fossem respeitados.

Esta não é a relação completa das qualidades que distinguem o homem de bem, mas quem quer que se esforce para possuí-las, estará no caminho que conduz às demais.

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Meu pequeno assistente

Autor: Larathin
SINOPSE: Crescer nunca é fácil, especialmente quando você é um dragão entre pôneis e a mais próxima que já teve como mãe é uma unicórnio aparentemente mais preocupada com os estudos. Quando os temperamentos fervem, poderia essa família improvisada se recuperar?
Nota do tradutor: O texto se refere à Twilight como “unicornio”, porque os eventos se passam na época em que Spike era jovem.

***

Parece que foi ontem…

“Abra o bocão! Lá vem o trem!”

O pequeno bebê dragão balançava a cabeça e abria a boca enquanto a unicornio movia a colher cheia de gemas na direção dela, imitando o barulho de um trem. Rindo e aplaudindo com as mãozinhas, o dragão mordia a colher, resultando em um breve som de impacto com os dentes no metal, encostando na cadeira e mastigando ruidosamente.

“Não era pra você mastigar a colher Spike,” a unicórnio dizia animada, colocando o que restou da colher em uma vasilha cheia de outras colheres no mesmo estado, pegando uma nova e enchendo de gemas.

Já fazia o que? Dez, talvez vinte anos desde que ele nasceu.

…Tem sido mesmo tanto tempo assim?

Rindo, o bebê dragão escondia embaixo de sua cama, ignorando o fato de ter deixado sua calda pra fora. A porta abria e uma unicórnio roxo o procurava. Ela dava uma olhada na cauda que sobrava pra fora e segurava uma risada.

“Oh não,” ela chamava, com sua voz entonando um falso desespero, enquanto trotava no quarto. “Para onde Spike pode ter ido?”

O pequeno dragão ria e então tentava ficar quieto.

“Ele não pode ter ido longe, talvez ele… no armário!” A unicornio abria a porta do armário e então deixava escapar um suspiro teatral. “Ou talvez não… onde ele poderia ter ido? Oh, bem, eu presumo que terei que encontrar um novo assistente…”

“Não!” Spike chorava, rastejando debaixo da cama. “Estou aqui Twilight! Eu sou seu assistente!”

“Está certo,” ela dizia, pegando o dragão e o abraçando antes de colocá-lo em suas costas. “Você é e sempre vai ser o meu assistente!”

Eu era tão jovem naquela época, não tinha ideia de como cuidar de uma criança, muito menos de um dragão. Mas eu queria faze-lo sozinha. Ele era meu bebê.

“Spike, o que você fez! Eu emprestei esse livro da Princesa Celestia! Prometi que cuidaria bem dele!”

O jovem dragão se recusava em olhar nos olhos dela, torcendo a calda. Quando ele falava, parecia estar à beira das lágrimas.

“Eu sinto muito! Eu não quis…! Eu apenas queria ver o livro e então…”

“Eu disse pra você não manusear nenhum livro até aprender a controlar suas chamas,” a unicornio o repreendia, segurando o que sobrou do livro. Cinzas caíam como cachoeiras. “O que vou falar para a Celestia agora?”

Twilight Sparkle!”

Ambos unicornio e dragão se viravam enquanto Celestia entrava no quarto de sua pupila.

“Aí está você, está atrasada para sua aula!”

“Oh, uh, estarei lá em um minuto, Princesa,” Twilight dizia, repetidamente tentando esconder o livro arruinado atrás dela.

Mas a Princesa já havia percebido. “O que aconteceu?” Ela perguntava, levitando o livro de sua pupila e olhando tristemente para a capa dura carbonizada.

A unicornio roxo olhava para seu assistente que estava literalmente tremendo de medo, e então olhava para o rosto sério de sua professora. Ela engolia seco e então se encontrava com os olhos de Celestia. “Eu estava tentando uma nova magia, mas perdi controle dela,” ela mentia. “Eu realmente sinto muito, Princesa.”

“Eu esperava mais de você, Twilight Sparkle. Estou muito desapontada. Depois da aula tentaremos decidir sobre uma penalidade adequada por destruir um livro tão raro e valioso.”

“Vamos, Spike,” Twilight dizia assim que Celestia saiu. “Depois da minha aula nós iremos para a biblioteca ver se podemos achar algum livro que ensine a controlar suas chamas. Afinal, um assistente que não pode manusear livros não tem como ajudar muito. Apenas tente não chegar muito perto das prateleiras enquanto isso.”

O pequeno dragão sorria em gratidão e subia em suas costas.

Ele era um bebê, meu assistente. De um jeito ou de outro, nós estávamos juntos, e éramos uma família.

Anos depois…

Na escuridão da silenciosa biblioteca, Twilight olhava para fora, cegamente, nas prateleiras que ainda ecoavam com a briga de hoje cedo.

Com um arrepio, a unicórnio curvava a cabeça enquanto as lágrimas escorriam pelo rosto.

“Twilight?”

A porta de entrada da biblioteca abria e Applejack trotava para dentro, olhando em vão os arredores da sala escura. “Spike foi na casa de Fluttershy e perguntou se poderia passar a noite lá hoje, porque não queria voltar para a biblioteca. O que está havendo?” Sem ter a resposta, a pônei terrestre acendia a luz e procurava pela sua amiga.

Ela encontrava Twilight sentada no chão, com as costas apoiadas na escrivaninha. Os olhos da unicornio estavam vermelhos, inchados de tanto chorar, com lágrimas escorrendo em seu rosto. Sua respiração vinha em irregulares suspiros seguidos de um soluço ocasional.

Applejack se ajoelhava e puxava sua amiga para um abraço.

“O que aconteceu Twi?” Ela perguntava gentilmente.

Momentos antes…

“Spike. Spike! Você viu minhas anotações sobre a antiga cultura de Equestria?” Twilight perguntava, misturando a pilha de papeis espalhadas em sua escrivaninha.

“Segunda gaveta, com capa laranja. Aquele com o título “Equestria Antiga”, o dragão respondia enquanto passava pela escrivaninha.

“Oh.” Ela cavava ao redor e puxava a referida capa. “Obrigada. Você pode pegar minha cópia de “Equilibrio: Um breve tratado das pôneis irmãs e os efeitos do banimento precoce de Nightmare Moon?”

Spike pausava, com uma mão na metade da porta. “Certo,” ele suspirava, sumindo novamente no fundo da biblioteca. Ele reaparecia momentos depois, olhando o peso de um livro que era um pouco maior do que ele.

“Obrigada,” Twilight dizia enquanto levitava o enorme tomo até a escrivaninha, causando um estrondo ao libera-lo sobre ela. Spike chegava novamente a meio caminho da porta quando ela o deteve de novo.

“Você viu meu frasco de tinta para a caneta?”

“Está no banheiro,” Spike respondia, com uma voz um tanto frustrada. “Não lembra daquele feitiço em que esteve trabalhando no banho e não podia esperar para anotá-lo?”

“Oh certo. Pode pegar para mim?”

“Não pode pegar você mesma,” Spike perguntava, exasperado. “Se eu não sair agora vou me atrasar!”

“Atrasar?” Twilight ecoava, confusa. “Para o que? Nós não planejamos nada para hoje à noite.”

“Você não, mas eu sim. Há uma exibição nos cinemas sobre Nightmare Moon, perguntei se poderia ir na semana passada e você disse que sim.”

“É hoje à noite?” Ela perguntava, sorrindo hesitantemente para tentar disfarçar a confusão. “Pensei que seria na próxima semana…”

Não,” Spike suspirava. “É hoje.“

“Oh.. sinto muito, mas não posso deixar você ir. Está tarde, daqui uma hora você já tem que dormir, apesar de que preciso de sua ajuda. Celestia pediu para…”

“Eu não ligo!” O dragão gritava, fazendo com que Twilight quase caísse de seu assento, surpresa. “Estou cansado de você sempre colocar suas necessidades em primeiro lugar e eu em último! Estou cansado de você nunca se importar com o que é importante para mim. É como se eu não fosse importante pra você!”

“I-isso não é verdade,” Twilight balbuciava, paralisada perante a explosão de Spike. “Você é meu assistente. Você é o pônei mais importante do mundo para mim.”

“Eu não sou um pônei!” Spike rebatia. “Eu sou um dragão!”

“Mas apenas um bebê dragão,” Twilight dizia, à beira das lágrimas. Ela nunca viu Spike reagir dessa forma antes. “Você ainda está crescendo, você precisa dormir.”

“Sei, quer dizer que eu dormir o suficiente só importa quando é alguma coisa que eu quero fazer? Se você precisa de ajuda com seus estudos então não tem problema me manter acordado a noite inteira, não é mesmo?”

Ele se virava e passava pela porta, a arremessando com força e causando um estrondo ao ser fechada.

“Não, não é isso. Spike, pare e volte aqui.” Twilight o chamava, saindo de sua escrivaninha e correndo atrás do dragão.

“Me deixe sozinho! Você não é minha mãe!”

O grito parava Twilight e Spike se afastava para o interior da cidade. Chorando, Twilight caía contra sua escrivaninha e deslizava para o chão.

Spike percorria o caminho, chutando uma pequena pedra em sua frente. Ele estava planejando esta noite por semanas, provavelmente era a única chance que teria para assistir aquele filme no cinema e Twilight arruinou tudo. Ele estava indignado, nem mesmo conseguiu desfrutar um filme que estava a meio caminho da biblioteca.

Ela sempre fazia algo assim, esquecendo que haviam coisas que eram importantes para ele também, embora nunca tenha esquecido um único feitiço.

No entanto, pensando nisso, ela realmente nunca esquecia nada importante…

De fato, ela não esteve sempre ao lado dele? Ela que chocou seu ovo, em primeiro lugar. Ele que era apenas um pequeno bebê dragão, a ajudava com seus estudos, mesmo que, olhando para trás, ele tinha certeza que era mais um obstáculo do que uma ajuda, apesar que ela sempre o deixava ajudá-la, o chamando de pequeno assistente, e ele nunca esteve tão feliz ajudando a pegar um livro ou a desvendar uma escritura complexa para um feitiço.

“Não,” ele murmurava, chutando outra pedra. “Estou bravo com ela! Sempre esquece que há coisas que eu gostaria de fazer também!”

No entanto, ela não desistiu até de uma oportunidade de se encontrar com um médico, autoridade em magia medicinal, só para levar o dragão ao cinema em Fillydelphia no ano passado? Celestia tinha ficado furiosa com ela, tinha providenciado a visita do médico para ensinar a Twilight magias que não eram a área da Princesa.

“Bem, não é como se ela não tivesse feito algo por mim ultimamente.” Ele amuava.

A verdade é que Twilight sempre esteve ao lado dele, o que atrapalhava o caminho dela, seus estudos, cuidando do jovem dragão. Então ela ocasionalmente cometia um engano ou esquecia de alguma coisa, mas ela fazia o seu melhor…

Com um suspiro, Spike se virava e caminhava de volta para a biblioteca. Twilight não era perfeita, mas ela era a mais próxima que ele tinha de uma família.

Não… ela era sua família.

“Eu vou buscar a Fluttershy e encontraremos o Spike pra você, tudo bem?”

“Obrigada Applejack,” Twilight fungava antes de sorrir melancolicamente. “Não lembro da última vez que chorei assim.”

“Isso porque você ama Spike, e qualquer pônei sabe disso. Não se preocupe, Twi. Vamos resolver isso entre vocês.”

A pônei terrestre dava outro abraço em sua amiga antes de partir. A biblioteca parecia tão vazia na ausência do dragão, normalmente havia algumas corujas noturnas andando pelas janelas, ou pelo menos, o som do Spike. Mas não naquela noite, e o silêncio era tão forte que Twilight não podia suportar.

“Sinto muito, Spike.” Ela sussurrava.

“Não, eu sinto muito.”

Twilight se virava e olhava Spike entrando hesitantemente na biblioteca, com um pé esfregando no chão. “Desculpe se gritei com você, eu apenas…”

Ele vacilava e Twilight corria até ele, puxando o dragão para um abraço. “Está tudo bem,” Ela falava carinhosamente. “Eu entendo.”

“Não, você não entende,” ele dizia, gentilmente saindo de seu abraço. “Eu cresci como um estranho, o único dragão entre os pôneis. Eu não tenho família, e os únicos dragões que conheci me rejeitaram.”

“Spike, está tudo bem.”

“Não, não está. Você sempre esteve ao meu lado. Lembra quando eu era pequeno e acidentalmente queimei o livro que a Celestia te emprestou?”

Twilight ria levemente se recordando. “Claro que lembro, Celestia me fez restaurar livros velhos por semanas. Eu pensei que nunca iria tirar aquele livro como fardo.”

“Fiquei com medo quando Celestia entrou, imaginando que ela iria me jogar em um calabouço, ou me banir. E então de repente você tomou a frente e assumiu a responsabilidade do livro queimado, mesmo quando você me advertiu para não tocar nele.”

“Claro que assumi a responsabilidade,” Twilight dizia com sua voz gentil. “Você é meu assistente, tenho que cuidar de você.”

Spike balançava a cabeça. “Você não pensou que poderia simplesmente me devolver para Celestia ou arrumar alguém para cuidar de mim pra você? Ao invés disso, você insistiu em cuidar de mim sozinha. Você é a mais próxima que tenho como mãe, e eu te amo, Twilight.”

“Eu te amo também, Spike. Você sempre foi mais que um assistente para mim, e por isso mesmo, já passou da hora de eu parar de te chamar de assistente. Você é meu filho, e é por essa razão que nunca te abandonei, te devolvi ou deixei para que outro cuidasse. Por mais que você me atrapalhasse em meus estudos, você sempre foi mais importante para mim.”

Os dois se abraçavam, e Twilight o beijava várias vezes no rosto. Ainda que não fossem uma família como a de Applejack, o amor entre eles era o mesmo, e sempre estariam um ao lado do outro, um apoiando o outro em momentos difíceis.

“Está tarde,” Twilight dizia eventualmente. ”E precisa dormir, amanhã você vai ter um grande dia.”

“Eu vou?” Spike perguntava, não entendendo.

“Aquela pesquisa que eu estava fazendo agora a pouco para Celestia era sobre a antiga Equestria, sobre como os dragões costumavam confiar seus ovos aos pôneis para serem protegidos. Aparentemente, a última vez que isso aconteceu foi há centenas de anos atrás quando uma dragão fêmea confiou um único ovo verde e roxo para Celestia.”

“Ainda está viva?” Ele perguntava hesitante.

“Não me surpreenderia, dragões vivem por muito tempo. Você quer conhecê-la?” Twilight perguntava. “Tenho certeza que Celestia sabe onde encontrá-la.”

Havia um tom sutil em sua voz ao fazer aquela pergunta. Qualquer outro pônei não teria percebido, mas Spike, que conhecia a unicórnio por toda a sua vida, sim. Uma tristeza silenciosa espreitava abaixo da aparente pergunta inocente de Twilight.

Sorrindo, Spike balançava sua cabeça e dava outro abraço em Twilight antes de caminhar até o seu quarto. “Não,” ele dizia. “Seria legal conhecer outro dragão, mas eu já tenho uma mãe.”

Twilight se surpreendia com a resposta de Spike, assim como com as lágrimas que ainda tinha para derramar.

Depois de explicar para Applejack e Fluttershy o ocorrido, Twilight se dirigia até o quarto e se aproximava de Spike, já dormindo. Ela ajeitava o cobertor antes de beijá-lo na testa. “Eu te amo, filho.”

Não demorou muito para que a biblioteca ficasse em silêncio novamente. Mas dessa vez o silêncio não transmitia um vazio, e sim o amor de uma família.

“Eu também te amo mãe.”

O Tijolo

Um jovem e executivo bem sucedido dirigia, em alta velocidade sua nova Ferrari. De repente, um tijolo espatifou-se na porta lateral do veículo.

Ele freava bruscamente e dava ré até o lugar de onde teria vindo o tijolo. Saltou do carro e pegou bruscamente uma criança, empurrando-a enquanto gritava:

– Por que fez isso? Quem é você? Que besteira você pensa que está fazendo? Este é um carro novo e caro. Aquele tijolo que você jogou vai me custar muito dinheiro. Por que você fez isto?

– Por favor senhor me desculpe, eu não sabia mais o que fazer! Implorou o pequenino. – Ninguém estava disposto a parar e me atender neste local.

Lágrimas corriam do rosto do garoto, enquanto apontava na direção da cadeira de roda.

– É meu irmão. Ele desceu sem freio e caiu de sua cadeira de rodas e não consigo levantá-lo. Soluçando, o menino perguntou ao jovem:

– O senhor poderia me ajudar a recolocá-lo em sua cadeira de rodas? Ele está machucado e é muito pesado para mim.

Movido internamente muito além das palavras, o jovem motorista engolindo “um imenso nó” dirigiu-se ao jovenzinho, colocando-o em sua cadeira de rodas. Tirou seu lenço, limpou as feridas e arranhões, verificando se tudo estava bem.

– Obrigado e que Deus possa abençoá-lo, agradeceu a criança.

O jovem viu então o menino se distanciar… empurrando o irmão em direção à casa.

Foi um longo caminho até a Ferrari… um longo e lento caminho de volta.

Ele nunca consertou a porta amassada. Deixou assim para lembrá-lo de não ir tão rápido pela vida, que alguém precisasse atirar um tijolo para obter a sua atenção…

“Deus sussurra em nossas almas e fala aos nossos corações”.

Algumas vezes, quando não temos tempo de ouvir, ele tem de jogar um Tijolo em nós.

(autor desconhecido)

Animações dubladas

Olá pessoal! Agora não sou mais Goldpencil04, meu novo nome é Flutterspacemuffin, mudei por motivos pessoais, e estou dublando animações de MLP, também faço speedpaint, e pequenas animaçoes no flipa clip.

Links abaixo:

Trailer Noteworthy dublado- https://www.youtube.com/watch?v=JTi5js_3E98

Speedpaint OC: https://www.youtube.com/watch?v=I3lPlagvTlc

Se Fluttershy cantasse Smile: https://www.youtube.com/watch?v=yQJZ0nhAeRE

Animação Flipa Clip :https://www.youtube.com/watch?v=yQJZ0nhAeRE

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Pequenas ações, grandes resultados

Jamais subestime o poder de suas boas ações e gentilezas!

Um dia, quando eu era caloura na escola, vi uma garota caminhando para casa depois da aula.

Seu nome era Ditzy. Parecia que ela estava carregando todos os seus livros.

Eu pensava:

“Por que alguém iria levar para casa todos os seus livros numa Sexta-Feira? Ela deve ser bem estudiosa!”

O meu final de semana estava planejado (ir com as amigas ao Shopping de Canterlot), então dava de ombros e seguia o meu caminho.

Conforme ia caminhando, vi um grupo de garotas correndo em direção de Ditzy.

Elas a atropelaram, arrancando todos os livros de seus braços, empurrando-a de forma que ela caísse no chão.

Seus óculos voaram e eu os vi aterrissarem na grama há alguns metros de onde ela estava. Ditzy erguia o rosto e eu observava uma terrível tristeza em seus olhos.

Meu coração penalizou-se! Corri até a colega, enquanto ela engatinhava procurando por seus óculos.

Pude ver uma lágrima em seus olhos. Enquanto eu lhe entregava os óculos, disse: “Aquelas pôneis são umas idiotas! Elas realmente deviam arrumar algo pra fazer.” Ditzy olhava-me nos olhos e dizia: “Hey, obrigada!”

Havia um grande sorriso em seu rosto. Era um daqueles sorrisos que realmente mostravam gratidão. Eu a ajudei a apanhar seus livros e perguntei onde ela morava.

Por coincidência, ela morava perto da minha casa, mas não havíamos nos visto antes, porque ela freqüentava uma escola particular.

Conversamos por todo o caminho de volta para casa e eu carreguei seus livros. Ela se revelou uma garota bem legal.

Perguntei se ela queria ir no Shopping no Sábado comigo e minhas amigas. Ela disse que sim. Ficamos juntas todo o final de semana e quanto mais eu conhecia Ditzy, mais gostava dela.

Minhas amigas pensavam da mesma forma.

Chegava a Segunda-Feira e lá estava a Ditzy com aquela quantidade imensa de livros outra vez! Eu a parei e disse:

“Nossa garota, você vai ficar musculosa carregando essa pilha de livros assim todos os dias!’.

Ela simplesmente riu e me entregou metade dos livros. Nos quatro anos seguintes, Ditzy e eu nos tornamos mais amigas, mais unidas. Quando estávamos nos formando no segundo grau, começamos a pensar em Faculdade.

Nós duas fomos para a mesma Universidade, mas o campus do curso dela ficava em Cloudsdalle e o meu em Manehattan. Eu sabia que seríamos sempre amigas, que a distância nunca seria um problema. No dia da formatura, Ditzy foi eleita a oradora oficial. Eu a provocava o tempo todo sobre ela ser uma C.D.F.

Ela teve que preparar um discurso de formatura e eu estava super contente por não ser eu quem deveria subir lá no palanque para discursar.

No dia da Formatura, Ditzy estava ótima.

Parecia em forma, com as asas majestosas e mesmo possuindo olhos diferentes (ela tinha estrabismo), sua aparência estava incrível.

De criança que sofria bullying, ela se tornou uma das acadêmicas mais admiradas da faculdade.

Eu podia ver o quanto ela estava nervosa sobre o discurso. Então, dei-lhe um tapinha nas costas e disse: ‘Ei, garota, você vai se sair bem!’

Ela olhava para mim com aquele olhar de gratidão, sorria e dizia:

“Valeu!”

Quando ela subia no oratório, limpava a garganta e começava o discurso:

“A Formatura é uma época para agradecermos àqueles que nos ajudaram durante todos estes anos duros. Seus pais, professores, irmãos, talvez até um treinador, mas principalmente aos seus amigos. Eu estou aqui para lhes dizer que ser uma amiga ou amigo para alguém, significa sempre lhes desejar o bem, e esse é o melhor presente que vocês podem lhes dar. Vou contar-lhes uma história…”

Eu olhava para a minha amiga sem conseguir acreditar enquanto ela contava a história sobre o primeiro dia em que nos conhecemos. Ela havia planejado se matar naquele final de semana! Contava a todos como havia esvaziado seu armário na escola, para que sua mãe não tivesse o trabalho de fazer isso depois que ela morresse e por isso estava levando todos os seus livros para casa.

Ela olhava diretamente em meus olhos e dava um pequeno sorriso.

“Felizmente, minha amiga me salvou de fazer algo inominável!” Eu observava o nó na garganta de todos na plateia enquanto aquela pegasus admirada por todos e bonita contava sobre aquele seu momento de fraqueza.

Vi sua mãe e seu pai olhando para mim e sorrindo com a mesma gratidão.

Até aquele momento, eu jamais tive ideia da profundidade do sorriso que ela havia me dado naquele dia.

Nunca subestime o poder de suas ações. Com um pequeno gesto você pode mudar a vida de uma pessoa. Para melhor ou para pior.

Deus nos coloca na vida dos outros para que tenhamos um impacto, uns sobre o outro de alguma forma.

Fonte: http://www.refletirpararefletir.com.br

Perdoe

 

Era uma vez um rapaz que ia muito mal na escola. Sua notas e comportamento eram uma decepção para seus pais que sonhavam vê-lo formado e bem sucedido. Um belo dia, o bom pai lhe propôs um acordo: “se você, meu filho, mudar o comportamento, se dedicar aos estudos e conseguir ser aprovado no vestibular, lhe darei então um carro de presente”. Por causa do carro, o rapaz mudou da água para o vinho. Passou a estudar como nunca e a ter um comportamento exemplar. O pai estava feliz, mas tinha uma preocupação. Sabia que a mudança do rapaz não era fruto de uma transformação sincera, mas apenas do interesse em obter o automóvel. Isso era mau!
O rapaz seguia os estudos e aguardava o resultado de seus esforços. Assim, o grande dia chegou! Fora aprovado para o curso de Medicina. Como havia prometido, o pai convidou a família e os amigos para uma festa de comemoração. O rapaz tinha por certo que na festa o pai lhe daria o automóvel. Quando pediu a palavra, o pai elogiou o resultado obtido pelo filho e lhe passou às mãos uma caixa de presente. Acreditando que ali estavam as chaves do carro, o rapaz abriu emocionado o pacote. Para sua surpresa era um livro. O rapaz ficou visivelmente decepcionado e nada disse.
A partir daquele dia, o silêncio e distância separavam pai e filho. O jovem se sentia traído e, agora, lutava para ser independente. Deixou a casa dos pais e foi morar no Campus da Universidade. Raramente mandava notícias à família. O tempo passou, ele se formou, conseguiu um emprego em um bom hospital e se esqueceu completamente do pai. Todas as tentativas do pai para reatar os laços foram em vão.
Quando estava no último ano da faculdade, o rapaz, que nunca perdoara o pai, ao procurar em sua estante livros para o trabalho de conclusão de curso, achou aquele que o seu pai havia lhe dado, e do qual fez questão nem mesmo de abri-lo por todos esses anos. Ao abri-lo, encontrou uma carta e um cheque. A carta dizia: “Meu querido filho, sei o quanto você deseja ter um carro. Eu prometi e aqui está o cheque para que você escolha aquele que mais lhe agradar. No entanto, fiz questão de lhe dar um presente ainda melhor: A Bíblia Sagrada. Nela aprenderás o Amor a Deus e a fazer o bem, não pelo prazer da recompensa, mas pela gratidão e pelo dever de consciência”. Corroído de remorso, o filho caiu em profundo pranto. Como é triste a vida dos que não sabem perdoar. Isso leva a erros terríveis e até a um fim ainda pior. Antes que seja tarde, perdoe aquele a quem você pensa ter lhe feito mal. Talvez se olhar com cuidado, verá que há também um “cheque escondido” em todas as adversidades da vida.

Fonte: http://www.refletirpararefletir.com.br

Sweetie Belle surpreende a mãe ao falar sobre carne

Já ouviu falar de uma frase na bíblia que diz: “não matarás”? Quando alguém afirma que essa frase vale apenas para humanos, está também afirmando que a bíblia discrimina. Existem várias tipos de discriminações e preconceitos. Racismo, homofobia e especismo, que é exatamente o que desrespeita as espécies. Não adianta nada alguém falar que é contra o racismo, mas ser homofóbico, da mesma forma como não adianta nada afirmar que é contra racismo e homofobia e fechar os olhos para a matança de animais, se tornando um especista. Ou alguém é contra todo tipo de discriminação, ou o preconceito vai continuar dentro dela do mesmo jeito. Você pode até alegar que os animais irracionais não se comparam com humanos. Mas eu te faço uma pergunta: de acordo com o IBGE, somente em 2015 pouco mais de 5 bilhões de animais foram mortos para consumo de carne só aqui no Brasil. Cinco bilhões! Você acredita mesmo que essa quantidade de vidas vale menos do que uma única vida humana? Acha mesmo que para Deus existe essa distinção? Porque se a sua resposta for afirmativa, então implicitamente você está afirmando que o amor de Deus é totalmente condicional.  Os vegetarianos e principalmente veganos aprenderam a respeitar até a mais primitivas das espécies e isso, consequentemente, os tornaram capazes de enxergar sentimentos de uma maneira muito mais ampla, diferente daqueles que enxergam sentimentos de forma seletiva, tornando o seu amor limitado, e consequentemente, sua capacidade de fazer o bem, acaba sendo limitada também. Um exemplo foi o que aconteceu nas filmagens de um longa metragem chamado quatro vidas, onde um cachorro quase foi afogado. Esse fato foi duramente criticado em redes sociais e os produtores do filme até ameaçados. Mas lembra das cinco bilhões de vidas animais? Nos poucos minutos em que você viu esse vídeo, quantos animais já não foram abatidos? E ninguém, absolutamente ninguém, fala sobre isso. Uma contradição que apenas exemplifica o que eu disse sobre a capacidade limitada de fazer o bem. Agora, se o seu argumento é que o homem consome carne desde os primórdios de sua origem, e usa isso como desculpa para fechar os olhos, deveria tentar imaginar um anjo ou Deus consumindo carne. Se você quer atingir um grau evolutivo maior, certamente não vai conseguir isso negando a própria evolução com desculpas como essa e colocando em xeque a sua própria racionalidade, porque fechar os olhos, de fato, é realmente muito mais fácil e cômodo do que sacrificar seus princípios por um bem maior. É claro que ninguém nasce vegetariano ou vegano, todos nós nascemos e coexistimos em uma cultura onde consumir carne é normal. O que faz a diferença de um para o outro é exatamente a capacidade de tomar consciência de que isso não está certo e mudar seus hábitos alimentares. Quando você faz isso, você aguça os sentimentos de amor e respeito e principalmente a sua capacidade evolutiva.  Se você quer evoluir, transcender para algo superior, não tem lógica alguma simplesmente fechar seus olhos e fingir que isso não é problema seu, porque se você consome carne, quer goste ou não, é problema seu sim. Se você quer um mundo justo, onde a bondade, o respeito e a igualdade prevaleçam, não é investindo em morte de animais inocentes que você vai conseguir. Pense nisso, mas nunca procure fazer o certo por medo de sofrer uma punição ou esperando recompensas. Faça de coração, caso contrário seu amor, seu espírito, será limitado e tudo que é limitado, um dia acaba.

O Projeto HitchBot

Era uma vez uma unicórnio chamada Lyra, ela tinha a pele esverdeada, e seu chifre e cabelos partilhavam da mesma tonalidade. Lyra tinha muita admiração por uma espécie alienígena conhecida como “humanos” e sempre pesquisava tudo a respeito deles. Porém, as informações sobre os terráqueos em seu mundo eram muito escassas, então certo dia, a fim de dirimir esse problema, resolveu usar sua magia para desenvolver um meio de abrir um portal para o mundo deles. Ao tomar conhecimento de seu plano, Princesa Celestia a advertiu que indo para a Terra, a unicórnio teria muitas decepções, e que até mesmo sua vida estaria em risco naquele planeta, pois muitos Terráqueos não partilhavam do mesmo amor que os Equestrianos, já que muitos deles possuíam um tipo de amor condicional, também conhecido como amor a peixe.

Lyra finalmente havia conseguido abrir o portal para o mundo dos humanos, e para provar que Celestia estava errada, criou o projeto “RITCHBOT”, um robô na forma humanoide que dependia da bondade humana para atravessar um país inteiro até chegar em seu destino. Para isso, os humanos deveriam ajuda-lo com carona e recarga de sua bateria. Além disso, o robô possuía inteligência artificial, e era capaz de conversar, responder perguntas e pedir ajuda. Em suma, o robô precisava do suporte de estranhos para chegar até seu destino.

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O robô passou pelo Canadá, Alemanha e Holanda sem maiores problemas, sempre sendo ajudado por pessoas solidárias. Nesse ponto, a unicórnio verde estava muito animada e confiante com o resultado previsto para o seu projeto, e decidiu que o quarto e último país para o robô atravessar seria os Estados Unidos. Nesse sentido, Lyra o deixou sozinho em uma rodovia americana, exatamente como havia feito nos outros países, onde o robô ficava parado pedindo carona.

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Dias depois, no entanto, o robô foi encontrado vandalizado..

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Ao tomar conhecimento desse fato, a decepção da qual Celestia tanto a advertia atormentava a unicornio verde, que estava muito triste e confusa, pois não conseguia entender como os humanos poderiam ser capazes de fazer isso com um robô tão simpático que sorria para todos.

Celestia consolava sua súdita com um caloroso abraço e explicava que a Terra é um mundo de espiação, é um local de aprendizado e evolução, onde muitos falham, mas muitos também adquirem êxito, como o próprio projeto de Lyra demonstrou.

Ainda, Celestia explicava que as ações dos humanos determinavam que tipo de espírito eles teriam. Por exemplo, um humano que passa a vida toda enganando os outros, sendo desonesto, se aproveitando das pessoas e chega na terceira idade acreditando que se deu bem, sem nunca ter sido punido pelos seus atos, tem uma consistência espiritual diferente daquele que passou a vida sendo exatamente o contrário.

Colocar ambos espíritos um do lado do outro iria deixar bem visível a diferença de qualidade entre os dois, como seria colocar um carro de marca autêntica ao lado de uma cópia barata “xing ling”… a diferença seria gritante na qualidade e durabilidade dos materiais. Ou seja, pura ilusão daquele que acredita não ter sofrido nenhum tipo de consequência com suas condutas malogradas.

Após a explicação de Celestia, Lyra passava a enxergar os humanos com outros olhos, mas isso não a impedia de continuar a admirá-los, pois em um mundo onde existe tanta coisa ruim, é realmente admirável existir pessoas capazes de não se deixarem corromper ou perder sua fé, porque esse, de fato, é o maior desafio de todos para se alcançar a excelência no amor, que só pode ser realizado por aqueles que não precisam de uma religião, mas simplesmente ser de Deus, que é exatamente de onde emana o amor incondicional.

Essa estória é baseada em um fato real. Para saber mais, veja a matéria abaixo:
http://veja.abril.com.br/tecnologia/hitchbot-o-robo-mochileiro-que-dependida-da-bondade-humana-terminou-sua-viagem-decapitado

Para refletir – Carnaval

Esse vídeo é de autoria de Edenelson Oliveira Pinto e faz uma breve reflexão do carnaval brasileiro. Já que estamos na véspera do feriado, deixo aqui esse vídeo para reflexão. Você pode até defender afirmando que isso é arte, que é cultura, etc.. o que de fato é. Mas se você leu a estória acima (Projeto RitchBot), especialmente a parte final, fica aí o recado para aqueles que passam a vida toda se apegando a coisas que não trazem nenhum tipo edificação positiva a elas.